Os Construtores do Mundo - Três Poetas da Própria Existência (Casanova, Stendhal, Tolstoi)
Preço: 25 €Os Construtores do Mundo - Três Poetas da Própria Existência (Casanova, Stendhal, Tolstoi)
Especificações
- TipoVenda
- ConcelhoVila Nova de Famalicão
- FreguesiaAntas e Abade de Vermoim
- Id do anúncio44969271
Descrição
Os Construtores do Mundo - Três Poetas da Própria Existência (Casanova, Stendhal, Tolstoi)
Stefan Zweig
Em Os Construtores do Mundo Três Poetas da Própria Existência, o célebre biógrafo austríaco Stefan Zweig reúne três ensaios magistrais sobre figuras literárias que partilham uma característica única: não criaram universos ficcionais distantes, mas sim transformaram a sua própria vida e personalidade na matéria-prima da sua arte. Através de Giacomo Casanova, Stendhal e Lev Tolstoi, Zweig explora os diferentes níveis de autoconsciência e a evolução do retrato do "Eu" na literatura mundial.
A obra estrutura-se numa linha evolutiva de profundidade psicológica:
1. Casanova: A Autoexposição Ingénua
Zweig começa com o famoso sedutor italiano, classificando-o como um "poeta da sua própria existência" no nível mais elementar. Casanova não possui uma profunda dimensão filosófica ou moral; a sua escrita baseia-se na pura ação e prazer físico. Nas suas memórias, ele expõe-se sem vergonha ou arrependimento. Zweig destaca que a genialidade de Casanova reside na sua honestidade primitiva e na sua extraordinária vitalidade: ele viveu a vida como um eterno aventureiro e limitou-se a registá-la como um espelho da carne e do momento.
2. Stendhal: A Autoverificação Psicológica
No segundo ensaio, o nível de complexidade eleva-se com o escritor francês Stendhal (Henri Beyle). Ao contrário da ingenuidade de Casanova, Stendhal é o mestre do egotismo e do autoexame analítico. Zweig descreve-o como um observador clínico das suas próprias emoções, um homem que procurava a felicidade e o amor através da lente da razão. Stendhal desconfiava das grandes ilusões e usava a literatura para dissecar o seu próprio coração, tornando-se um dos precursores da psicologia moderna no romance. Para ele, escrever era uma forma de se compreender.
3. Tolstoi: A Autoconsciência Ética e Religiosa
O clímax do livro é dedicado ao gigante russo Lev Tolstoi. Se Casanova olhava para o corpo e Stendhal para
Stefan Zweig
Em Os Construtores do Mundo Três Poetas da Própria Existência, o célebre biógrafo austríaco Stefan Zweig reúne três ensaios magistrais sobre figuras literárias que partilham uma característica única: não criaram universos ficcionais distantes, mas sim transformaram a sua própria vida e personalidade na matéria-prima da sua arte. Através de Giacomo Casanova, Stendhal e Lev Tolstoi, Zweig explora os diferentes níveis de autoconsciência e a evolução do retrato do "Eu" na literatura mundial.
A obra estrutura-se numa linha evolutiva de profundidade psicológica:
1. Casanova: A Autoexposição Ingénua
Zweig começa com o famoso sedutor italiano, classificando-o como um "poeta da sua própria existência" no nível mais elementar. Casanova não possui uma profunda dimensão filosófica ou moral; a sua escrita baseia-se na pura ação e prazer físico. Nas suas memórias, ele expõe-se sem vergonha ou arrependimento. Zweig destaca que a genialidade de Casanova reside na sua honestidade primitiva e na sua extraordinária vitalidade: ele viveu a vida como um eterno aventureiro e limitou-se a registá-la como um espelho da carne e do momento.
2. Stendhal: A Autoverificação Psicológica
No segundo ensaio, o nível de complexidade eleva-se com o escritor francês Stendhal (Henri Beyle). Ao contrário da ingenuidade de Casanova, Stendhal é o mestre do egotismo e do autoexame analítico. Zweig descreve-o como um observador clínico das suas próprias emoções, um homem que procurava a felicidade e o amor através da lente da razão. Stendhal desconfiava das grandes ilusões e usava a literatura para dissecar o seu próprio coração, tornando-se um dos precursores da psicologia moderna no romance. Para ele, escrever era uma forma de se compreender.
3. Tolstoi: A Autoconsciência Ética e Religiosa
O clímax do livro é dedicado ao gigante russo Lev Tolstoi. Se Casanova olhava para o corpo e Stendhal para
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