O 25 de Novembro e os média estatizados - Uma história por contar - Ribeiro Cardoso


Especificações


Descrição

O 25 DE NOVEMBRO DE 1975 E OS MEDIA ESTATIZADOS
Uma história por contar
de Ribeiro Cardoso
ISBN:9789722128858
Editor: Editorial Caminho
Data de Lançamento: novembro de 2017
Dimensões:158 x 236 x 27 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas:432
Peso: 603
TX- A026-G633-2.01PR

Exemplar como novo

PREÇO: 12.00EUR
Acresce portes Correio Editorial

Trata-se de uma obra fundamental de investigação jornalística e histórica para compreender o complexo período do PREC (Processo Revolucionário Em Curso) em Portugal. Em O 25 de Novembro de 1975 e os Media Estatizados Uma história por contar, o jornalista e investigador Ribeiro Cardoso debruça-se sobre um dos episódios mais determinantes da democracia portuguesa contemporânea, focando-se num ângulo muitas vezes negligenciado: o papel da imprensa e das rádios/televisão na disputa pelo poder político.

Aqui tem um resumo alargado e estruturado sobre o livro:

1. O Enquadramento Histórico e o Contexto da Obra

O livro situa-se no outono quente de 1975, o pico da radicalização ideológica em Portugal após a Revolução dos Cravos (24 de Abril de 1974). O país encontrava-se à beira de uma guerra civil civil ou de uma ditadura de sinal contrário à anterior. De um lado, as forças da esquerda militar radical e os setores revolucionários procuravam aprofundar o socialismo; do outro, os setores moderados (militares do Grupo dos Nove e partidos democráticos como o PS e o PPD) queriam estabilizar uma democracia representativa de matriz europeia.

O autor demonstra que, neste cenário de pré-guerra, os meios de comunicação social não eram meros observadores. Eram autênticas trincheiras ideológicas.

2. A Tese Central: Os "Media" como Campo de Batalha

A grande força da investigação de Ribeiro Cardoso é provar que o controlo da informação foi um dos fatores decisivos para o desfecho do 25 de Novembro. O autor analisa como o Estado influenciado pelas várias fações militares e partidárias nacionalizou e assumiu o controlo das principais publicações e emissoras de rádio e televisão do país após o 11 de Março de 1975.

A imprensa "estatizada" (os jornais diários nacionalizados como O Século, Diário de Notícias, Diário Popular, A Capital, entre outros, além da própria Rádio Renascença, ocupada por trabalhadores) passou a refletir, maioritariamente, as visões das fações mais à esquerda. O livro detalha as purgas nas redações, os saneamentos de jornalistas considerados moderados ou "reacionários", e a transformação das redações em assembleias revolucionárias.

3. Anatomia do Dia 25 de Novembro nos Bastidores da Informação

Ribeiro Cardoso reconstitui os acontecimentos cruciais daquele dia de forma cronológica e detalhada, com foco na guerrilha informativa:

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