Salazar e os partidos
Preço: 8 €Salazar e os partidos
Especificações
Descrição
Ideia principal do livro
Braga da Cruz demonstra que, ao contrário de outros regimes autoritários do século XX, o Salazarismo não foi um regime de partido único forte, mas sim um regime de Estado forte com um partido fraco.
O livro analisa como Salazar subordinou o partido ao Estado, impedindo que a União Nacional se tornasse um instrumento autónomo de poder.
1. A União Nacional: partido ou não partido?
O autor explica que a União Nacional:
não era um partido político no sentido clássico
não tinha vida interna democrática
não formulava políticas próprias
funcionava como instrumento de mobilização e legitimação, não de decisão
Salazar desconfiava profundamente dos partidos e evitou que a União Nacional tivesse poder real.
2. O Estado como centro absoluto do regime
O livro mostra que:
o Estado era o verdadeiro núcleo do poder
a burocracia, a administração pública e o aparelho repressivo eram mais importantes que o partido
Salazar governava através de tecnocratas, juristas e altos funcionários, não através de quadros partidários
Isto distingue o salazarismo de regimes como o fascismo italiano ou o nazismo, onde o partido era dominante.
3. A função da União Nacional
Segundo Braga da Cruz, a União Nacional servia para:
integrar apoiantes do regime
controlar a participação política
canalizar lealdades
dar aparência de consenso
organizar eleições controladas
Mas não servia para disputar poder, porque o poder estava concentrado no governo e no próprio Salazar.
4. A relação entre partido e sociedade
O livro analisa como a União Nacional:
tentou criar uma base social de apoio
funcionou como mediadora entre o Estado e a sociedade
nunca conseguiu mobilizar massas
permaneceu uma estrutura burocrática, elitista e pouco dinâmica
O autor mostra que o salazarismo não procurou mobilização popular, mas sim despolitização.
5. A decadência da União Nacional
Com o tempo:
a União Nacional tornou se cada vez mais irrelevante
perdeu capacidade de recrutamento
envelheceu politicamente
foi substituída pela Acção Nacional Popular em 1970, já no marcelismo
Mas mesmo esta reforma não alterou a lógica central: o partido continuou subordinado ao Estado.
Conclusão do autor
Braga da Cruz conclui que:
o salazarismo foi um autoritarismo estatal, não um partido Estado
a União Nacional foi deliberadamente mantida fraca
Salazar evitou qualquer estrutura que pudesse rivalizar com o seu poder pessoal
o regime assentava na autoridade, ordem e tecnocracia, não na mobilização partidária
Braga da Cruz demonstra que, ao contrário de outros regimes autoritários do século XX, o Salazarismo não foi um regime de partido único forte, mas sim um regime de Estado forte com um partido fraco.
O livro analisa como Salazar subordinou o partido ao Estado, impedindo que a União Nacional se tornasse um instrumento autónomo de poder.
1. A União Nacional: partido ou não partido?
O autor explica que a União Nacional:
não era um partido político no sentido clássico
não tinha vida interna democrática
não formulava políticas próprias
funcionava como instrumento de mobilização e legitimação, não de decisão
Salazar desconfiava profundamente dos partidos e evitou que a União Nacional tivesse poder real.
2. O Estado como centro absoluto do regime
O livro mostra que:
o Estado era o verdadeiro núcleo do poder
a burocracia, a administração pública e o aparelho repressivo eram mais importantes que o partido
Salazar governava através de tecnocratas, juristas e altos funcionários, não através de quadros partidários
Isto distingue o salazarismo de regimes como o fascismo italiano ou o nazismo, onde o partido era dominante.
3. A função da União Nacional
Segundo Braga da Cruz, a União Nacional servia para:
integrar apoiantes do regime
controlar a participação política
canalizar lealdades
dar aparência de consenso
organizar eleições controladas
Mas não servia para disputar poder, porque o poder estava concentrado no governo e no próprio Salazar.
4. A relação entre partido e sociedade
O livro analisa como a União Nacional:
tentou criar uma base social de apoio
funcionou como mediadora entre o Estado e a sociedade
nunca conseguiu mobilizar massas
permaneceu uma estrutura burocrática, elitista e pouco dinâmica
O autor mostra que o salazarismo não procurou mobilização popular, mas sim despolitização.
5. A decadência da União Nacional
Com o tempo:
a União Nacional tornou se cada vez mais irrelevante
perdeu capacidade de recrutamento
envelheceu politicamente
foi substituída pela Acção Nacional Popular em 1970, já no marcelismo
Mas mesmo esta reforma não alterou a lógica central: o partido continuou subordinado ao Estado.
Conclusão do autor
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o salazarismo foi um autoritarismo estatal, não um partido Estado
a União Nacional foi deliberadamente mantida fraca
Salazar evitou qualquer estrutura que pudesse rivalizar com o seu poder pessoal
o regime assentava na autoridade, ordem e tecnocracia, não na mobilização partidária
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Maria
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