As Raízes Profundas Não Gelam?: Ideias e Percursos das Direitas Portuguesas - Riccardo Marchi
Preço: 15 €As Raízes Profundas Não Gelam?: Ideias e Percursos das Direitas Portuguesas - Riccardo Marchi
Especificações
- TipoVenda
- ConcelhoLeiria
- FreguesiaSanta Eufémia e Boa Vista
- Id do anúncio45190218
Descrição
Autor: MARCHI, Riccardo (coordenação)
Textos de Rui Ramos, Maria Alexandra Lousada, Fátima Sá e Melo Ferreira, Armando Malheiro da Silva, José Manuel Quintas, Ernesto Castro Leal, Luís Reis Torgal, Miguel Dias Santos, Paula Borges Santos, Jaime Nogueira Pinto, Henrique Raposo e José Pedro Zúquete
Título: As Raízes Profundas Não Gelam?: Ideias e Percursos das Direitas Portuguesas
Alfragide, Texto, 2014
446 pp.
23,5 cm x 16 cm
primeira edição
Tema: História política das direitas em Portugal
Estado: Livro em bom estado geral, ligeiríssimos picos de acidez só na folha de guarda. Contém assinatura de posse no frontispício.
Portes grátis
Pagamento por transferência bancária ou mbway
...
Da contracapa:
'As raízes profundas não gelam', verso do escritor britânico J. R. R. Tolkien, simboliza a essência de um património ideal imune às contingências históricas, à sucessão de regimes e aos rótulos simplistas da polémica política.
Em Portugal, frequentemente, o imaginário colectivo reduz os conceitos de «tradição» e/ou «direita» ao legado do Estado Novo e do seu arquitecto António de Oliveira Salazar. Contrariando essa tendência redutora, a presente obra pretende apresentar uma panorâmica alargada sobre esse mundo, através de uma série de capítulos elaborados por autores com investigação sólida e aprofundada sobre os respectivos temas.
Numa narrativa com um compasso temporal de quase dois séculos de história política de Portugal, caracterizam-se os fenómenos mais representativos do anseio de encarnar a tradição: a primeira metade do século XIX, com o movimento miguelista; a alvorada do século xx, com Sidónio e o nacionalismo anti-liberal; o Estado Novo com as diferentes facetas do ideário católico, monárquico, nacional-revolucionário; o regime democrático, com as tentativas das direitas radicais e das direitas moderadas de redefinir os respectivos patrimónios doutrinários entre o fim do século xx e o princípio do novo milénio.
Ao colocar um ponto de interrogação no verso de Tolkien, Riccardo Marchi lega ao leitor a estimulante questão da permanência e da fecundidade dessas tradições na história e política portuguesas.
...
Da 1ª badana:
RICCARDO MARCHI nasce na cidade italiana de Pádua em 1974, onde cursa na Faculdade de Ciências Políticas. Nos anos da universidade amadurece os seus interesses no campo do pensamento político e dos movimentos radicais, principalmente os de cariz nacional-revolucionário, neofascista e de direita radical.
Em 2000, licencia-se com uma tese sobre o Estado Novo e o fim do império português (1945-1975). Durante as investigações em Portugal, interessa-se pela dinâmica das direitas radicais no fim do Estado Novo, tema que, em 2005, se torna em definitivo o seu projecto de doutoramento em História, no Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa (ISCTE), terminado em 2008, sob a orientação do Professor António Costa Pinto.
Desde Abril de 2008 que é investigador de pós-doutoramento no Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa, com um projecto sobre as direitas radicais na democracia portuguesa.
Textos de Rui Ramos, Maria Alexandra Lousada, Fátima Sá e Melo Ferreira, Armando Malheiro da Silva, José Manuel Quintas, Ernesto Castro Leal, Luís Reis Torgal, Miguel Dias Santos, Paula Borges Santos, Jaime Nogueira Pinto, Henrique Raposo e José Pedro Zúquete
Título: As Raízes Profundas Não Gelam?: Ideias e Percursos das Direitas Portuguesas
Alfragide, Texto, 2014
446 pp.
23,5 cm x 16 cm
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Tema: História política das direitas em Portugal
Estado: Livro em bom estado geral, ligeiríssimos picos de acidez só na folha de guarda. Contém assinatura de posse no frontispício.
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Da contracapa:
'As raízes profundas não gelam', verso do escritor britânico J. R. R. Tolkien, simboliza a essência de um património ideal imune às contingências históricas, à sucessão de regimes e aos rótulos simplistas da polémica política.
Em Portugal, frequentemente, o imaginário colectivo reduz os conceitos de «tradição» e/ou «direita» ao legado do Estado Novo e do seu arquitecto António de Oliveira Salazar. Contrariando essa tendência redutora, a presente obra pretende apresentar uma panorâmica alargada sobre esse mundo, através de uma série de capítulos elaborados por autores com investigação sólida e aprofundada sobre os respectivos temas.
Numa narrativa com um compasso temporal de quase dois séculos de história política de Portugal, caracterizam-se os fenómenos mais representativos do anseio de encarnar a tradição: a primeira metade do século XIX, com o movimento miguelista; a alvorada do século xx, com Sidónio e o nacionalismo anti-liberal; o Estado Novo com as diferentes facetas do ideário católico, monárquico, nacional-revolucionário; o regime democrático, com as tentativas das direitas radicais e das direitas moderadas de redefinir os respectivos patrimónios doutrinários entre o fim do século xx e o princípio do novo milénio.
Ao colocar um ponto de interrogação no verso de Tolkien, Riccardo Marchi lega ao leitor a estimulante questão da permanência e da fecundidade dessas tradições na história e política portuguesas.
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Da 1ª badana:
RICCARDO MARCHI nasce na cidade italiana de Pádua em 1974, onde cursa na Faculdade de Ciências Políticas. Nos anos da universidade amadurece os seus interesses no campo do pensamento político e dos movimentos radicais, principalmente os de cariz nacional-revolucionário, neofascista e de direita radical.
Em 2000, licencia-se com uma tese sobre o Estado Novo e o fim do império português (1945-1975). Durante as investigações em Portugal, interessa-se pela dinâmica das direitas radicais no fim do Estado Novo, tema que, em 2005, se torna em definitivo o seu projecto de doutoramento em História, no Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa (ISCTE), terminado em 2008, sob a orientação do Professor António Costa Pinto.
Desde Abril de 2008 que é investigador de pós-doutoramento no Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa, com um projecto sobre as direitas radicais na democracia portuguesa.
R
Ricardo Bartolomeu
Anunciante desde Nov. 2019
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Localização
Leiria - Leiria - Santa Eufémia e Boa Vista
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