História do 28 de Maio - Eduardo Freitas da Costa


Especificações


Descrição

Autor: COSTA, Eduardo Freitas da (1915 - 1980)
Título: História do 28 de Maio
Lisboa, Edições do Templo, 1979
312 pp.
20,5 cm x 15 cm
Colecção: Portugal contemporâneo
primeira edição
Tema: Golpe militar de 28 de Maio 1926
Estado: Livro com capa ligeiramente suja nas bordas, conforme imagem. Miolo limpo. Contém assinatura de posse no frontispício.
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Eduardo Freitas da Costa (Lisboa, 1915 - Madrid, 1980)
Jornalista e ensaísta. Grande defensor da causa nacionalista, adepto incondicional do Estado Novo e admirador de Salazar, dedicou-se, nesse contexto, a uma actividade ensaística por vezes polémica, mas não despicienda de interesse. Foi chefe da redacção do jornal de extrema direita A Vitória e do Diário da Manhã, órgão da União Nacional. Ocupou o lugar de adido de imprensa na Embaixada de Portugal junto do Governo de Franco e dirigiu, na Presidência do Conselho salazarista, um Gabinete de Estudos de Informação. Foi também administrador da Rádio Televisão Portuguesa. Com o "25 de Abril", exilou-se em Espanha, em cuja capital viria a falecer. Numa perspectiva nacionalista, ocupou-se da vida e da obra de Fernando Pessoa, tendo, nomeadamente, publicado um livro polémico - Fernando Pessoa: Notas a Uma Biografia Romanceada (1951) -, onde faz algumas rectificações de ordem biográfica à Vida e Obra de Fernando Pessoa, de João Gaspar Simões. Já no exílio de Madrid, foi ali responsável, com José António Llardent e Joaquim Puig, por um número duplo monográfico da revista Poesia (Nos. 7/8, Primavera de 1980), dedicado a Fernando Pessoa.
in Dicionário Cronológico de Autores Portugueses, Vol. IV, Lisboa, 1997
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Da contracapa:
«Se não é possível, na vida de um País, apagar cinquenta anos - como foi o meio século nascido do «28 de Maio» - menos todavia o será eliminar, sem consequências e reacções muito fortes (ainda que lentas), quinhentos anos de trabalhos e lutas e canseiras de todo um povo. Como na clássica lei do pêndulo - se aos cem anos de liberalismo estrangeiro invasor correspondeu uma recuperação de cinquenta anos, será possível que a um retrocesso de quinhentos anos não venha a corresponder uma recuperação nacional mais intensa ainda?»

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