Palavras Que Eu Canto - Ezequiel Arteiro
Preço: 8 €Palavras Que Eu Canto - Ezequiel Arteiro
Especificações
- TipoVenda
- ConcelhoLeiria
- FreguesiaSanta Eufémia e Boa Vista
- Id do anúncio44966463
Descrição
Autor: ARTEIRO, Ezequiel Martins
Titulo: Palavras Que Eu Canto
Cacia, O Nosso Jornal - Mensário dos Trabalhadores da Portucel - Cacia, 1984
Prefácio: "Perfil do poeta" por Bartolomeu Conde
96 pp.
21 cm x 14,5 cm
primeira edição
Tema: Literatura portuguesa / Poesia popular
Estado: Livro com manchas de acidez no verso das capas e folhas de guarda devido à idade, capas e miolo limpos
Portes grátis
Pagamento por transferência bancaria ou mbway
...
Do inicio do "Perfil do poeta":
«A alma poética de Ezequiel Arteiro é bem conhecida desde o tempo em que se faziam os «Jogos Florais da Celulose» por ocasião das Festas do 1º de Maio e do Natal. Ainda hoje, após tantos anos de inexplicável renúncia àqueles jogos, muitas das suas quadras (quase sempre a merecerem louros) estão na nossa memória...
Nesse tempo, quando a «censura» e o medo não deixavam medrar os críticos, as suas quadras tinham o sabor delicioso das coisas proibidas, só consentidas pela «arteirice» com que o poeta sabia meter o bedelho, ora criticando de raspão o que era injusto, ora ironizado com amargura o que era incoerente. Era uma época em que não abundavam os corajosos... e em que as críticas não eram salvo-conduto para fáceis promoções. [...]»
Titulo: Palavras Que Eu Canto
Cacia, O Nosso Jornal - Mensário dos Trabalhadores da Portucel - Cacia, 1984
Prefácio: "Perfil do poeta" por Bartolomeu Conde
96 pp.
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Estado: Livro com manchas de acidez no verso das capas e folhas de guarda devido à idade, capas e miolo limpos
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«A alma poética de Ezequiel Arteiro é bem conhecida desde o tempo em que se faziam os «Jogos Florais da Celulose» por ocasião das Festas do 1º de Maio e do Natal. Ainda hoje, após tantos anos de inexplicável renúncia àqueles jogos, muitas das suas quadras (quase sempre a merecerem louros) estão na nossa memória...
Nesse tempo, quando a «censura» e o medo não deixavam medrar os críticos, as suas quadras tinham o sabor delicioso das coisas proibidas, só consentidas pela «arteirice» com que o poeta sabia meter o bedelho, ora criticando de raspão o que era injusto, ora ironizado com amargura o que era incoerente. Era uma época em que não abundavam os corajosos... e em que as críticas não eram salvo-conduto para fáceis promoções. [...]»
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Ricardo Bartolomeu
Anunciante desde Nov. 2019
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Localização
Leiria - Leiria - Santa Eufémia e Boa Vista
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Ricardo Bartolomeu
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