Livros Quase Memórias Vol. I e II António Almeida Santos
Preço: 30 €Livros Quase Memórias Vol. I e II António Almeida Santos
Especificações
Descrição
Livros Quase Memórias Vol. I e II António Almeida Santos
António Almeida Santos
Edição Casa das Letras
Capa: mole
Dimensão: 159 x 240 mm
Vol. 1: Do Colonialismo e da Descolonização: 614 páginas, 2ª edição, Outubro 2006
Vol. 2: Da Descolonização de cada Território em Particular: 460 páginas, 2ª edição, Outubro 2006
Uma obra polémica em que um dos principais protagonistas dos tempos que se seguiram ao 25 de Abril - ministro em vários governos, deputado, presidente da Assembleia da República e presidente do PS - nos revela a sua versão da história, designadamente o processo da descolonização. Indispensável a quem quer saber mais sobre a história recente de Portugal! «Quando, finda a descolonização, foi tempo de balanço, e os portugueses se dividiram em avaliações, identificação de causas, e imputação de culpas, e vi muitas vezes deturpada..
António Almeida Santos é um dos actores mais relevantes do processo de transição do autoritarismo para a democracia e das primeiras décadas desta.
Dos Democratas de Moçambique a dirigente do Partido Socialista, de ministro em diversos governos a presidente da Assembleia da República, ocupou regularmente posições determinantes nas estruturas políticas.
Enquanto jurista deixou a sua marca no novo regime. Entrevistado pelo Diário de Notícias dizia mesmo que «não deve haver muitos portugueses que tenham feito tanta leis como eu» (20 de Janeiro de 2005).
À frente da pasta da coordenação interterritorial (que herda a administração central das colónias) nos quatro primeiros governos provisórios, de Maio de 1974 a Julho de 1975, integra o triunvirato que, com Mário Soares e Melo Antunes, negociou e formalizou os tratados de independência dos países que emergem do desfecho da ficção ultramarina que o Estado Novo, obstinada e violentamente, prolongou.
Consciente do seu lugar na história deste período, Almeida Santos tem facilitado o trabalho do historiador. Logo em Agosto de 1975, um mês depois de ter apresentado a sua demissão a Spínola, Almeida Santos edita 15 meses no governo ao serviço da descolonização (Asa, Lisboa, 1975) onde colige as suas entrevistas, comunicações e discursos, juntando a sua carta de demissão e extractos de um livro seu que a censura tinha apreendido.
No prefácio diz ter prometido a si mesmo escrever, «na primeira oportunidade um livro interpretativo do nosso processo de descolonização.
Será o depoimento de quem o viveu hora a hora, passo a passo, aflição a aflição». É essa promessa que as Quase Memórias vêem cumprir trinta anos depois. Porquê tanto tempo? Porque «a história deve servir-se sedimentada e fria», responde Almeida Santos na introdução às Quase Memórias. Não é História este livro, «bom de ler», mas é seguramente uma narrativa para a História.
Entrega em mão na área de Oeiras ou Torres Vedras.
Pagamento no ato da entrega, em numerário ou MBway.
Envio por via postal regular, apenas após pagamento confirmado via MBway ou SPIN do artigo e valor dos respetivos portes.
António Almeida Santos
Edição Casa das Letras
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Dimensão: 159 x 240 mm
Vol. 1: Do Colonialismo e da Descolonização: 614 páginas, 2ª edição, Outubro 2006
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Uma obra polémica em que um dos principais protagonistas dos tempos que se seguiram ao 25 de Abril - ministro em vários governos, deputado, presidente da Assembleia da República e presidente do PS - nos revela a sua versão da história, designadamente o processo da descolonização. Indispensável a quem quer saber mais sobre a história recente de Portugal! «Quando, finda a descolonização, foi tempo de balanço, e os portugueses se dividiram em avaliações, identificação de causas, e imputação de culpas, e vi muitas vezes deturpada..
António Almeida Santos é um dos actores mais relevantes do processo de transição do autoritarismo para a democracia e das primeiras décadas desta.
Dos Democratas de Moçambique a dirigente do Partido Socialista, de ministro em diversos governos a presidente da Assembleia da República, ocupou regularmente posições determinantes nas estruturas políticas.
Enquanto jurista deixou a sua marca no novo regime. Entrevistado pelo Diário de Notícias dizia mesmo que «não deve haver muitos portugueses que tenham feito tanta leis como eu» (20 de Janeiro de 2005).
À frente da pasta da coordenação interterritorial (que herda a administração central das colónias) nos quatro primeiros governos provisórios, de Maio de 1974 a Julho de 1975, integra o triunvirato que, com Mário Soares e Melo Antunes, negociou e formalizou os tratados de independência dos países que emergem do desfecho da ficção ultramarina que o Estado Novo, obstinada e violentamente, prolongou.
Consciente do seu lugar na história deste período, Almeida Santos tem facilitado o trabalho do historiador. Logo em Agosto de 1975, um mês depois de ter apresentado a sua demissão a Spínola, Almeida Santos edita 15 meses no governo ao serviço da descolonização (Asa, Lisboa, 1975) onde colige as suas entrevistas, comunicações e discursos, juntando a sua carta de demissão e extractos de um livro seu que a censura tinha apreendido.
No prefácio diz ter prometido a si mesmo escrever, «na primeira oportunidade um livro interpretativo do nosso processo de descolonização.
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