"A ABADESSA DE CASTRO" de Stendhal - 1ª Edição de 1961
Preço: 10 €"A ABADESSA DE CASTRO" de Stendhal - 1ª Edição de 1961
Especificações
- TipoVenda
- ConcelhoCascais
- FreguesiaCarcavelos e Parede
- Id do anúncio44706296
- Id do anunciante80II
Descrição
"A ABADESSA DE CASTRO"
de Stendhal
Tradução de A. Serra Lopes
1ª Edição de 1961
Editora Arcádia
Coleção Autores Estrangeiros Nº 14
222 Páginas
Por volta de meados do século XVI, após oito anos no convento da Visitação, Helena Campireali, uma jovem de família nobre, retorna a Albano para viver perto de seu pai. Um vizinho, Giulio Branciforte, apaixona-se por ela, para grande escândalo do Senhor de Campireali, que desaprova o namoro do jovem pobre com sua filha. Numa noite de verão, usando uma longa bengala, Giulio ergue um buquê até a janela de Helena e ela decide aceitá-lo.
O início desta novela que mais tarde se tornaria a primeira das Crônicas Italianas poderia sugerir um idílio, não fosse a premonição, pelo autor, das "terríveis desventuras que constituirão o triste tema" de sua história. Na última página, porém, permanece uma impressão indelével de frescor que, combinada com a simplicidade ingênua do amor de Giulio e Helena, confere ao texto sua singularidade.
---
Stendhal era apenas um dos vários pseudónimos usados por Henri Beyle, escritor francês nascido no dia 23 de janeiro de 1783, em Grenoble. Tendo ficado órfão de mãe com apenas sete anos, Henri partiu para Paris em 1799 com o pretexto de se matricular na École Polytechnique mas, no fundo, a sua verdadeira intenção era fugir à disciplina paterna para se tornar um famoso dramaturgo. Seria, no entanto, pelos seus romances que Stendhal ficaria conhecido.
Três anos mais tarde, depois de uma passagem pelo exército de Napoleão que o levara até Itália, Stendhal encontra-se de novo em Paris, envolvido em vários projetos literários que nunca chegariam a ser concluídos. Nessa altura, a sua grande ambição era tornar-se um novo Moliére.
No ano de 1806, Henri Beyle foi nomeado comissário militar adjunto na cidade alemã de Brunswick, o que marcou o início de uma carreira que lhe permitiu conhecer a Alemanha, a Áustria e a Rússia.
Com a queda do Império Francês, em 1814, Henri decidiu instalar-se em Milão. A esta mudança para Itália corresponde a afirmação da carreira literária de Stendhal. As suas amizades políticas em Milão não eram bem vistas pelas forças ocupantes austríacas, tendo o escritor regressado a Paris no ano de 1821. Até 1830, a vida de Stendhal em Paris é marcada por uma intensa atividade social e intelectual. O aparecimento do seu "Racine et Shakespeare", em 1823, é considerado um dos primeiros manifestos do Romantismo em França.
Com a monarquia constitucional de Louis-Philippe, resultado da revolução de julho de 1830, Henri é nomeado cônsul no porto de Civitavecchia, nos Estados Papais. Isolado e longe da intensa vida parisiense, Stendhal encontra muitos obstáculos à sua escrita, tendo por isso dedicado o seu tempo a narrações de carácter autobiográfico. Nesta última fase da sua vida, Stendhal produziu alguns dos títulos mais importantes da sua obra. Quando morreu, no dia 23 de março de 1842, Stendhal estava de licença em Paris. Deixou-nos obras magníficas como "O Vermelho e o Negro" e "A Cartuxa de Parma" e uma série de fabulosos contos.
ESGOTADO NAS LIVRARIAS
ÓPTIMO ESTADO - PORTES GRÁTIS
de Stendhal
Tradução de A. Serra Lopes
1ª Edição de 1961
Editora Arcádia
Coleção Autores Estrangeiros Nº 14
222 Páginas
Por volta de meados do século XVI, após oito anos no convento da Visitação, Helena Campireali, uma jovem de família nobre, retorna a Albano para viver perto de seu pai. Um vizinho, Giulio Branciforte, apaixona-se por ela, para grande escândalo do Senhor de Campireali, que desaprova o namoro do jovem pobre com sua filha. Numa noite de verão, usando uma longa bengala, Giulio ergue um buquê até a janela de Helena e ela decide aceitá-lo.
O início desta novela que mais tarde se tornaria a primeira das Crônicas Italianas poderia sugerir um idílio, não fosse a premonição, pelo autor, das "terríveis desventuras que constituirão o triste tema" de sua história. Na última página, porém, permanece uma impressão indelével de frescor que, combinada com a simplicidade ingênua do amor de Giulio e Helena, confere ao texto sua singularidade.
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Stendhal era apenas um dos vários pseudónimos usados por Henri Beyle, escritor francês nascido no dia 23 de janeiro de 1783, em Grenoble. Tendo ficado órfão de mãe com apenas sete anos, Henri partiu para Paris em 1799 com o pretexto de se matricular na École Polytechnique mas, no fundo, a sua verdadeira intenção era fugir à disciplina paterna para se tornar um famoso dramaturgo. Seria, no entanto, pelos seus romances que Stendhal ficaria conhecido.
Três anos mais tarde, depois de uma passagem pelo exército de Napoleão que o levara até Itália, Stendhal encontra-se de novo em Paris, envolvido em vários projetos literários que nunca chegariam a ser concluídos. Nessa altura, a sua grande ambição era tornar-se um novo Moliére.
No ano de 1806, Henri Beyle foi nomeado comissário militar adjunto na cidade alemã de Brunswick, o que marcou o início de uma carreira que lhe permitiu conhecer a Alemanha, a Áustria e a Rússia.
Com a queda do Império Francês, em 1814, Henri decidiu instalar-se em Milão. A esta mudança para Itália corresponde a afirmação da carreira literária de Stendhal. As suas amizades políticas em Milão não eram bem vistas pelas forças ocupantes austríacas, tendo o escritor regressado a Paris no ano de 1821. Até 1830, a vida de Stendhal em Paris é marcada por uma intensa atividade social e intelectual. O aparecimento do seu "Racine et Shakespeare", em 1823, é considerado um dos primeiros manifestos do Romantismo em França.
Com a monarquia constitucional de Louis-Philippe, resultado da revolução de julho de 1830, Henri é nomeado cônsul no porto de Civitavecchia, nos Estados Papais. Isolado e longe da intensa vida parisiense, Stendhal encontra muitos obstáculos à sua escrita, tendo por isso dedicado o seu tempo a narrações de carácter autobiográfico. Nesta última fase da sua vida, Stendhal produziu alguns dos títulos mais importantes da sua obra. Quando morreu, no dia 23 de março de 1842, Stendhal estava de licença em Paris. Deixou-nos obras magníficas como "O Vermelho e o Negro" e "A Cartuxa de Parma" e uma série de fabulosos contos.
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