"A ARTE EM PORTUGAL NO SÉCULO XIX - 2 Volumes de José-Augusto França 1ª Edição de 1966
Preço: 40 €"A ARTE EM PORTUGAL NO SÉCULO XIX - 2 Volumes de José-Augusto França 1ª Edição de 1966
Especificações
- TipoVenda
- ConcelhoCascais
- FreguesiaCarcavelos e Parede
- Id do anúncio44925496
- Id do anunciante5PP
Descrição
"A ARTE EM PORTUGAL NO SÉCULO XIX - 2 Volumes
de José-Augusto França
1ª Edição de 1966
Livraria Bertrand
482 + 506 Páginas
Dimensões: 190 x 230 x 60 mm
Encadernações em tela com Gravação a ouro sobre vermelho na lombada.
Profusamente Ilustrados com imagens a negro e a cores no texto e em extratexto
Obra impressa sobre papel couché
Volume I. Primeira Parte (1780 a 1835) e Segunda Parte (1835 a 1880)
Volume II. Terceira Parte (1880 a 1910) e Quarta Parte (depois de 1910)
Primeiro volume abrange de 1780 a 1880 com o Neoclassicismo e o Romantismo. O segundo volume abrange desde 1880 até 1910 com o Naturalismo e uma análise do cruzamento da gerações depois de 1910; e ainda considerações finais sobre o legado artístico do século XIX.
Síntese histórica original do ponto de vista metodológico que procura enquadrar as problemáticas da história da arte portuguesa do século XIX com outros aspectos da manifestação histórica do homem como as mentalidades e a cultura, resultando numa obra essencial da bibliografia de arte portuguesa.
---
José Augusto Rodrigues França (1922 a 2021) nasceu em Tomar, a 16 de novembro de 1922, foi um historiador, sociólogo e crítico de arte português.
Licenciado em Ciências Histórico Filosóficas pela Faculdade de Letras de Lisboa (1944). Partiu para Paris como bolseiro do estado francês em 1959 (até 1963), tendo estudado com Pierre Francastel. Obteve os graus de doutor em História pela Universidade de Paris em 1962 "Une Ville des Lumères: la Lisbonne de Pombal" , e de doutor em letras pela mesma universidade em 1969 "Le Romantisme au Portugal".
O seu interesse pela pintura manifestou-se em 1946 na sequência de viagens a Espanha e Paris, tendo realizado outras viagens à Europa e às Américas até se fixar em Paris em 1959. Nas décadas de 1940 e 1950 foi uma das figuras mais dinâmicas e influentes da vida cultural portuguesa. Entre 1947 e 1949 participou nas atividades do Grupo Surrealista de Lisboa, tendo um papel polémico de oposição aos neorrealistas. Na década seguinte seria um defensor da arte abstrata, cujo primeiro salão nacional organizou, na Galeria de Março, que dirigiu entre 1952 e 1954. Publicou os seus primeiros artigos de crítica de arte no Horizonte, Jornal das Artes, tendo a partir daí uma extensa colaboração em jornais e revistas da especialidade de onde podem destacar-se: Unicórnio (1951 a 1956); Art d Aujourd hui; KWY; Colóquio/Artes (que dirigiu entre 1970 e 1996); etc. Dirigiu o Centro Cultural Português em Paris (1980-86). O seu nome também consta na lista de colaboradores da Revista Municipal (1939 a 1973) publicada pela Câmara Municipal de Lisboa.
Lecionou na Sociedade Nacional de Belas Artes. Foi professor catedrático da Universidade Nova de Lisboa (desde 1974), onde criou os primeiros mestrados de História de Arte do país. Antigo presidente da Academia Nacional de Belas Artes, membro do Comité Internacional d Histoire de l Art e presidente de honra da Association Internationale des Critiques d Art.
Autor de referência na área das artes visuais e da cultura em Portugal, entre as suas obras destacam-se os estudos sobre a arte em Portugal nos Séculos XIX e XX, as monografias sobre Amadeo de Souza-Cardoso e Almada Negreiros, além de outros volumes de ensaios de interpretação e reflexão histórica, sociológica e estética sobre problemas da arte contemporânea.
Na domínio da ficção, publicou um primeiro romance em 1949, Natureza Morta, seguindo-se, em 1958, um livro de contos. Depois de um prolongado interregno, voltou a publicar com mais regularidade, podendo nomear-se obras como Buridan (2002), A Bela Angevina (2005), José e os Outros (2006), Ricardo Coração de Leão (2007), João sem Terra (2008) e A Guerra e a Paz (2010).
ESGOTADOS NAS LIVRARIAS
BOM ESTADO - PORTES GRÁTIS
de José-Augusto França
1ª Edição de 1966
Livraria Bertrand
482 + 506 Páginas
Dimensões: 190 x 230 x 60 mm
Encadernações em tela com Gravação a ouro sobre vermelho na lombada.
Profusamente Ilustrados com imagens a negro e a cores no texto e em extratexto
Obra impressa sobre papel couché
Volume I. Primeira Parte (1780 a 1835) e Segunda Parte (1835 a 1880)
Volume II. Terceira Parte (1880 a 1910) e Quarta Parte (depois de 1910)
Primeiro volume abrange de 1780 a 1880 com o Neoclassicismo e o Romantismo. O segundo volume abrange desde 1880 até 1910 com o Naturalismo e uma análise do cruzamento da gerações depois de 1910; e ainda considerações finais sobre o legado artístico do século XIX.
Síntese histórica original do ponto de vista metodológico que procura enquadrar as problemáticas da história da arte portuguesa do século XIX com outros aspectos da manifestação histórica do homem como as mentalidades e a cultura, resultando numa obra essencial da bibliografia de arte portuguesa.
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José Augusto Rodrigues França (1922 a 2021) nasceu em Tomar, a 16 de novembro de 1922, foi um historiador, sociólogo e crítico de arte português.
Licenciado em Ciências Histórico Filosóficas pela Faculdade de Letras de Lisboa (1944). Partiu para Paris como bolseiro do estado francês em 1959 (até 1963), tendo estudado com Pierre Francastel. Obteve os graus de doutor em História pela Universidade de Paris em 1962 "Une Ville des Lumères: la Lisbonne de Pombal" , e de doutor em letras pela mesma universidade em 1969 "Le Romantisme au Portugal".
O seu interesse pela pintura manifestou-se em 1946 na sequência de viagens a Espanha e Paris, tendo realizado outras viagens à Europa e às Américas até se fixar em Paris em 1959. Nas décadas de 1940 e 1950 foi uma das figuras mais dinâmicas e influentes da vida cultural portuguesa. Entre 1947 e 1949 participou nas atividades do Grupo Surrealista de Lisboa, tendo um papel polémico de oposição aos neorrealistas. Na década seguinte seria um defensor da arte abstrata, cujo primeiro salão nacional organizou, na Galeria de Março, que dirigiu entre 1952 e 1954. Publicou os seus primeiros artigos de crítica de arte no Horizonte, Jornal das Artes, tendo a partir daí uma extensa colaboração em jornais e revistas da especialidade de onde podem destacar-se: Unicórnio (1951 a 1956); Art d Aujourd hui; KWY; Colóquio/Artes (que dirigiu entre 1970 e 1996); etc. Dirigiu o Centro Cultural Português em Paris (1980-86). O seu nome também consta na lista de colaboradores da Revista Municipal (1939 a 1973) publicada pela Câmara Municipal de Lisboa.
Lecionou na Sociedade Nacional de Belas Artes. Foi professor catedrático da Universidade Nova de Lisboa (desde 1974), onde criou os primeiros mestrados de História de Arte do país. Antigo presidente da Academia Nacional de Belas Artes, membro do Comité Internacional d Histoire de l Art e presidente de honra da Association Internationale des Critiques d Art.
Autor de referência na área das artes visuais e da cultura em Portugal, entre as suas obras destacam-se os estudos sobre a arte em Portugal nos Séculos XIX e XX, as monografias sobre Amadeo de Souza-Cardoso e Almada Negreiros, além de outros volumes de ensaios de interpretação e reflexão histórica, sociológica e estética sobre problemas da arte contemporânea.
Na domínio da ficção, publicou um primeiro romance em 1949, Natureza Morta, seguindo-se, em 1958, um livro de contos. Depois de um prolongado interregno, voltou a publicar com mais regularidade, podendo nomear-se obras como Buridan (2002), A Bela Angevina (2005), José e os Outros (2006), Ricardo Coração de Leão (2007), João sem Terra (2008) e A Guerra e a Paz (2010).
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