"A Arte em Portugal no Século XX" de José-Augusto França - 1ª Edição de 1974
Especificações
- TipoVenda
- ConcelhoCascais
- FreguesiaCarcavelos e Parede
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- Id do anunciante11TT
Descrição
"A Arte em Portugal no Século XX"
de José-Augusto França
1ª Edição de 1974
Livraria Bertrand
642 Páginas
Dimensões: 190 x 230 x 40 mm
Encadernações em tela com Gravação a ouro sobre vermelho na lombada.
Profusamente Ilustrados com imagens a negro e a cores no texto e em extratexto
Obra impressa sobre papel couché
A Arte em Portugal no Século XX, escrita pelo prestigiado historiador e crítico José-Augusto França, é considerada o primeiro estudo sistemático e a obra de referência indispensável sobre a evolução artística contemporânea portuguesa. Publicada originalmente em 1974, esta monografia fundamental mapeia a produção nacional desde as primeiras propostas modernistas da década de 1910 até ao início dos anos 1960, estabelecendo o cânone historiográfico da arte no país.
O livro adota uma estrutura tripartida, dividida por blocos geracionais e dinâmicas socioculturais:
Os anos 10 e 20:
Dedicados ao nascimento do Modernismo português, impulsionado pela geração de Amadeo de Souza-Cardoso, Santa-Rita Pintor e as primeiras provocações da revista Orpheu.
Os anos 30 e 40:
Focados na consolidação institucional do Modernismo através da política do Secretariado da Propaganda Nacional (SPN) do Estado Novo e na emergência de movimentos de oposição, como o Neorrealismo.
Os anos 40 e 50:
Retratam o surgimento do Surrealismo movimento no qual o próprio José-Augusto França participou ativamente no Grupo Surrealista de Lisboa e as subsequentes batalhas pela afirmação do Abstracionismo.
A narrativa estende-se de forma detalhada até à transição para a década de 1960, encerrando simbolicamente com a análise da composição monumental Começar, painel realizado por Almada Negreiros para a sede da Fundação Calouste Gulbenkian.
---
José Augusto Rodrigues França (1922 a 2021) nasceu em Tomar, a 16 de novembro de 1922, foi um historiador, sociólogo e crítico de arte português.
Licenciado em Ciências Histórico Filosóficas pela Faculdade de Letras de Lisboa (1944). Partiu para Paris como bolseiro do estado francês em 1959 (até 1963), tendo estudado com Pierre Francastel. Obteve os graus de doutor em História pela Universidade de Paris em 1962 "Une Ville des Lumères: la Lisbonne de Pombal" , e de doutor em letras pela mesma universidade em 1969 "Le Romantisme au Portugal".
O seu interesse pela pintura manifestou-se em 1946 na sequência de viagens a Espanha e Paris, tendo realizado outras viagens à Europa e às Américas até se fixar em Paris em 1959. Nas décadas de 1940 e 1950 foi uma das figuras mais dinâmicas e influentes da vida cultural portuguesa. Entre 1947 e 1949 participou nas atividades do Grupo Surrealista de Lisboa, tendo um papel polémico de oposição aos neorrealistas. Na década seguinte seria um defensor da arte abstrata, cujo primeiro salão nacional organizou, na Galeria de Março, que dirigiu entre 1952 e 1954. Publicou os seus primeiros artigos de crítica de arte no Horizonte, Jornal das Artes, tendo a partir daí uma extensa colaboração em jornais e revistas da especialidade de onde podem destacar-se: Unicórnio (1951 a 1956); Art d Aujourd hui; KWY; Colóquio/Artes (que dirigiu entre 1970 e 1996); etc. Dirigiu o Centro Cultural Português em Paris (1980-86). O seu nome também consta na lista de colaboradores da Revista Municipal (1939 a 1973) publicada pela Câmara Municipal de Lisboa.
Lecionou na Sociedade Nacional de Belas Artes. Foi professor catedrático da Universidade Nova de Lisboa (desde 1974), onde criou os primeiros mestrados de História de Arte do país. Antigo presidente da Academia Nacional de Belas Artes, membro do Comité Internacional d Histoire de l Art e presidente de honra da Association Internationale des Critiques d Art.
Autor de referência na área das artes visuais e da cultura em Portugal, entre as suas obras destacam-se os estudos sobre a arte em Portugal nos Séculos XIX e XX, as monografias sobre Amadeo de Souza-Cardoso e Almada Negreiros, além de outros volumes de ensaios de interpretação e reflexão histórica, sociológica e estética sobre problemas da arte contemporânea.
Na domínio da ficção, publicou um primeiro romance em 1949, Natureza Morta, seguindo-se, em 1958, um livro de contos. Depois de um prolongado interregno, voltou a publicar com mais regularidade, podendo nomear-se obras como Buridan (2002), A Bela Angevina (2005), José e os Outros (2006), Ricardo Coração de Leão (2007), João sem Terra (2008) e A Guerra e a Paz (2010).
ESGOTADOS NAS LIVRARIAS
BOM ESTADO - PORTES GRÁTIS
de José-Augusto França
1ª Edição de 1974
Livraria Bertrand
642 Páginas
Dimensões: 190 x 230 x 40 mm
Encadernações em tela com Gravação a ouro sobre vermelho na lombada.
Profusamente Ilustrados com imagens a negro e a cores no texto e em extratexto
Obra impressa sobre papel couché
A Arte em Portugal no Século XX, escrita pelo prestigiado historiador e crítico José-Augusto França, é considerada o primeiro estudo sistemático e a obra de referência indispensável sobre a evolução artística contemporânea portuguesa. Publicada originalmente em 1974, esta monografia fundamental mapeia a produção nacional desde as primeiras propostas modernistas da década de 1910 até ao início dos anos 1960, estabelecendo o cânone historiográfico da arte no país.
O livro adota uma estrutura tripartida, dividida por blocos geracionais e dinâmicas socioculturais:
Os anos 10 e 20:
Dedicados ao nascimento do Modernismo português, impulsionado pela geração de Amadeo de Souza-Cardoso, Santa-Rita Pintor e as primeiras provocações da revista Orpheu.
Os anos 30 e 40:
Focados na consolidação institucional do Modernismo através da política do Secretariado da Propaganda Nacional (SPN) do Estado Novo e na emergência de movimentos de oposição, como o Neorrealismo.
Os anos 40 e 50:
Retratam o surgimento do Surrealismo movimento no qual o próprio José-Augusto França participou ativamente no Grupo Surrealista de Lisboa e as subsequentes batalhas pela afirmação do Abstracionismo.
A narrativa estende-se de forma detalhada até à transição para a década de 1960, encerrando simbolicamente com a análise da composição monumental Começar, painel realizado por Almada Negreiros para a sede da Fundação Calouste Gulbenkian.
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José Augusto Rodrigues França (1922 a 2021) nasceu em Tomar, a 16 de novembro de 1922, foi um historiador, sociólogo e crítico de arte português.
Licenciado em Ciências Histórico Filosóficas pela Faculdade de Letras de Lisboa (1944). Partiu para Paris como bolseiro do estado francês em 1959 (até 1963), tendo estudado com Pierre Francastel. Obteve os graus de doutor em História pela Universidade de Paris em 1962 "Une Ville des Lumères: la Lisbonne de Pombal" , e de doutor em letras pela mesma universidade em 1969 "Le Romantisme au Portugal".
O seu interesse pela pintura manifestou-se em 1946 na sequência de viagens a Espanha e Paris, tendo realizado outras viagens à Europa e às Américas até se fixar em Paris em 1959. Nas décadas de 1940 e 1950 foi uma das figuras mais dinâmicas e influentes da vida cultural portuguesa. Entre 1947 e 1949 participou nas atividades do Grupo Surrealista de Lisboa, tendo um papel polémico de oposição aos neorrealistas. Na década seguinte seria um defensor da arte abstrata, cujo primeiro salão nacional organizou, na Galeria de Março, que dirigiu entre 1952 e 1954. Publicou os seus primeiros artigos de crítica de arte no Horizonte, Jornal das Artes, tendo a partir daí uma extensa colaboração em jornais e revistas da especialidade de onde podem destacar-se: Unicórnio (1951 a 1956); Art d Aujourd hui; KWY; Colóquio/Artes (que dirigiu entre 1970 e 1996); etc. Dirigiu o Centro Cultural Português em Paris (1980-86). O seu nome também consta na lista de colaboradores da Revista Municipal (1939 a 1973) publicada pela Câmara Municipal de Lisboa.
Lecionou na Sociedade Nacional de Belas Artes. Foi professor catedrático da Universidade Nova de Lisboa (desde 1974), onde criou os primeiros mestrados de História de Arte do país. Antigo presidente da Academia Nacional de Belas Artes, membro do Comité Internacional d Histoire de l Art e presidente de honra da Association Internationale des Critiques d Art.
Autor de referência na área das artes visuais e da cultura em Portugal, entre as suas obras destacam-se os estudos sobre a arte em Portugal nos Séculos XIX e XX, as monografias sobre Amadeo de Souza-Cardoso e Almada Negreiros, além de outros volumes de ensaios de interpretação e reflexão histórica, sociológica e estética sobre problemas da arte contemporânea.
Na domínio da ficção, publicou um primeiro romance em 1949, Natureza Morta, seguindo-se, em 1958, um livro de contos. Depois de um prolongado interregno, voltou a publicar com mais regularidade, podendo nomear-se obras como Buridan (2002), A Bela Angevina (2005), José e os Outros (2006), Ricardo Coração de Leão (2007), João sem Terra (2008) e A Guerra e a Paz (2010).
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