"A Derrocada do Império Vátua e Mousinho d'Albuquerque" de Francisco Toscano e Julião Quintinha - 2ª Edição de 1930
Preço: 25 €"A Derrocada do Império Vátua e Mousinho d'Albuquerque" de Francisco Toscano e Julião Quintinha - 2ª Edição de 1930
Especificações
- TipoVenda
- ConcelhoCascais
- FreguesiaCarcavelos e Parede
- Id do anúncio44788363
- Id do anunciante31LL
Descrição
"A Derrocada do Império Vátua e Mousinho d'Albuquerque"
de Francisco Toscano e Julião Quintinha
2ª Edição de 1930
Editora Portugal Ultramar
474 Páginas
Ilustrado com cerca de 60 fotogravuras e mapas em extratexto
"A Derrocada do Império Vátua e Mousinho d'Albuquerque" refere-se tipicamente a uma obra histórica de referência e ao evento militar que marcou o fim do Império de Gaza (ou Império Vátua), liderado pelo imperador Gungunhana.
O livro homónimo, escrito por Francisco Toscano e Julião Quintinha, publicado originalmente na década de 1930. A obra é um estudo detalhado da história colonial de Moçambique, focando-se na campanha militar portuguesa contra as forças de Gungunhana.
A derrocada do império ocorreu no final do século XIX, culminando num dos momentos mais emblemáticos da presença colonial portuguesa em África.
A 28 de dezembro de 1895, o oficial de cavalaria Joaquim Augusto Mouzinho de Albuquerque entrou na aldeia sagrada de Chaimite e capturou Gungunhana sem resistência armada significativa.
Mouzinho de Albuquerque tornou-se um herói nacional em Portugal pela audácia da operação, que utilizou um pequeno contingente de tropas para prender o soberano no seu último reduto.
A captura marcou o colapso efetivo do domínio Nguni (Vátua) no sul de Moçambique, permitindo a consolidação da administração colonial portuguesa na região.
O imperador foi levado para Lisboa como um "troféu de guerra" e posteriormente exilado na Ilha Terceira, nos Açores, onde faleceu em 1906.
A figura de Mouzinho de Albuquerque e este episódio foram amplamente utilizados pela propaganda estatal portuguesa, especialmente durante o Estado Novo, para exaltar o esforço de ocupação e pacificação dos territórios ultramarinos.
---
Julião Quintinha (Silves, 9 de Dezembro de 1886 Lisboa, 23 de Julho de 1968) foi um jornalista e escritor que desempenhou importante papel na direcção das associações que deram origem à Casa da Imprensa de Lisboa.
Esteve ligado às organizações operárias e ao anarco-sindicalismo. Na área jornalística colaborou na II série da revista Alma nova (1915 a 1918), Renovação (1925 a 1926) Contemporânea (1915 a 1926).
Fez parte do Grande Oriente Lusitano, tendo sido iniciado em 1912 em Portimão, com o nome simbólico de Danton.
Viajou pelas colónias portuguesas da África Ocidental, de onde escreveu África misteriosa: crónicas e impressões duma viagem jornalística nas colónias da África Portuguesa em 1928. Continuou a sua viagem em direcção ao Mar Vermelho, seguindo depois, para o Egipto. De lá escreveu A derrocada do Império Vátua, em parceria com Francisco Toscano.
Julião Quintinha foi um dos autores mais agraciados nos concursos literários da Agência Geral das Colónias:
a obra África misteriosa recebeu o terceiro lugar em 1928;
a obra Oiro africano ficou empatada na segunda categoria com Augusto Casimiro em 1929;
a obra A derrocada do Império Vátua, em co-autoria com Francisco Toscano, venceu a primeira categoria de 1930.
ESGOTADO E RARO
CAPA COM SINAIS DE USO, MIOLO BOM
PORTES GRÁTIS
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2ª Edição de 1930
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"A Derrocada do Império Vátua e Mousinho d'Albuquerque" refere-se tipicamente a uma obra histórica de referência e ao evento militar que marcou o fim do Império de Gaza (ou Império Vátua), liderado pelo imperador Gungunhana.
O livro homónimo, escrito por Francisco Toscano e Julião Quintinha, publicado originalmente na década de 1930. A obra é um estudo detalhado da história colonial de Moçambique, focando-se na campanha militar portuguesa contra as forças de Gungunhana.
A derrocada do império ocorreu no final do século XIX, culminando num dos momentos mais emblemáticos da presença colonial portuguesa em África.
A 28 de dezembro de 1895, o oficial de cavalaria Joaquim Augusto Mouzinho de Albuquerque entrou na aldeia sagrada de Chaimite e capturou Gungunhana sem resistência armada significativa.
Mouzinho de Albuquerque tornou-se um herói nacional em Portugal pela audácia da operação, que utilizou um pequeno contingente de tropas para prender o soberano no seu último reduto.
A captura marcou o colapso efetivo do domínio Nguni (Vátua) no sul de Moçambique, permitindo a consolidação da administração colonial portuguesa na região.
O imperador foi levado para Lisboa como um "troféu de guerra" e posteriormente exilado na Ilha Terceira, nos Açores, onde faleceu em 1906.
A figura de Mouzinho de Albuquerque e este episódio foram amplamente utilizados pela propaganda estatal portuguesa, especialmente durante o Estado Novo, para exaltar o esforço de ocupação e pacificação dos territórios ultramarinos.
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Julião Quintinha (Silves, 9 de Dezembro de 1886 Lisboa, 23 de Julho de 1968) foi um jornalista e escritor que desempenhou importante papel na direcção das associações que deram origem à Casa da Imprensa de Lisboa.
Esteve ligado às organizações operárias e ao anarco-sindicalismo. Na área jornalística colaborou na II série da revista Alma nova (1915 a 1918), Renovação (1925 a 1926) Contemporânea (1915 a 1926).
Fez parte do Grande Oriente Lusitano, tendo sido iniciado em 1912 em Portimão, com o nome simbólico de Danton.
Viajou pelas colónias portuguesas da África Ocidental, de onde escreveu África misteriosa: crónicas e impressões duma viagem jornalística nas colónias da África Portuguesa em 1928. Continuou a sua viagem em direcção ao Mar Vermelho, seguindo depois, para o Egipto. De lá escreveu A derrocada do Império Vátua, em parceria com Francisco Toscano.
Julião Quintinha foi um dos autores mais agraciados nos concursos literários da Agência Geral das Colónias:
a obra África misteriosa recebeu o terceiro lugar em 1928;
a obra Oiro africano ficou empatada na segunda categoria com Augusto Casimiro em 1929;
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Lisboa - Cascais - Carcavelos e Parede
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