"A Formação da Classe Operária Portuguesa" Antologia da Imprensa Operária (1850 a 1934) de Maria Filomena Mónica
Preço: 17 €"A Formação da Classe Operária Portuguesa" Antologia da Imprensa Operária (1850 a 1934) de Maria Filomena Mónica
Especificações
- TipoVenda
- ConcelhoCascais
- FreguesiaCarcavelos e Parede
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Descrição
"A Formação da Classe Operária Portuguesa"
Antologia da Imprensa Operária (1850 a 1934)
de Maria Filomena Mónica
1ª Edição de 1982
Fundação Calouste Gulbenkian
Coleção: Manuais Universitários
548 Páginas
Ilustrado em extratexto
A obra A Formação da Classe Operária Portuguesa: Antologia da Imprensa Operária (1850 a 1934), da autoria de Maria Filomena Mónica, é um marco no estudo da história social e do trabalho em Portugal.
Publicada originalmente em 1982 pela Fundação Calouste Gulbenkian, esta obra analisa o desenvolvimento do operariado português através de uma vasta recolha de textos da imprensa da época.
O livro foca-se no período entre 1850 e 1934, cobrindo a transição da monarquia constitucional para a Primeira República e o início do Estado Novo.
A autora utiliza jornais e publicações criadas pelos próprios trabalhadores como fonte primária para compreender as suas reivindicações, ideologias e vida quotidiana.
Analisa a organização sindical, a resistência à industrialização capitalista e a influência de correntes políticas como o socialismo, o anarquismo e o sindicalismo revolucionário no movimento operário português.
Maria Filomena Mónica procura fugir a uma visão puramente económica ou política, focando-se na história social e na formação de uma identidade de classe.
---
Maria Filomena Mónica nasceu em Lisboa, em 1943. É licenciada em Filosofia pela Universidade de Lisboa (1969) e doutorada em Oxford (1978). Investigadora emérita do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa, cronista e repórter na imprensa, coautora de séries para a televisão, Maria Filomena Mónica escreveu uma longa lista de livros, entre os quais se contam Educação e Sociedade no Portugal de Salazar (1978), sua tese de doutoramento; Vida Moderna (1997); Os Filhos de Rousseau (1997); Fontes Pereira de Melo (1999); O Filho da Rainha Gorda (2004); Bilhete de Identidade (2005); Cesário Verde (2007); Eça de Queirós (2009); Os Pobres (2016); e Os Ricos (2018), Nunca Dancei num Coreto (2018), O Olhar do Outro (2020), O Meu País (2020), Uma Estranha Amizade: Eça de Queiroz e Ramalho Ortigão (2021), Duas Mulheres (2022), Os Livros da Minha Vida (2023), O Político e o Cientista: Sócrates e Boaventura (2023) e Viagem de Inverno (2024). Atualmente, é investigadora emérita do ICS da Universidade de Lisboa.
ESGOTADO NAS LIVRARIAS
´BOM ESTADO - PORTES GRÁTIS
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A obra A Formação da Classe Operária Portuguesa: Antologia da Imprensa Operária (1850 a 1934), da autoria de Maria Filomena Mónica, é um marco no estudo da história social e do trabalho em Portugal.
Publicada originalmente em 1982 pela Fundação Calouste Gulbenkian, esta obra analisa o desenvolvimento do operariado português através de uma vasta recolha de textos da imprensa da época.
O livro foca-se no período entre 1850 e 1934, cobrindo a transição da monarquia constitucional para a Primeira República e o início do Estado Novo.
A autora utiliza jornais e publicações criadas pelos próprios trabalhadores como fonte primária para compreender as suas reivindicações, ideologias e vida quotidiana.
Analisa a organização sindical, a resistência à industrialização capitalista e a influência de correntes políticas como o socialismo, o anarquismo e o sindicalismo revolucionário no movimento operário português.
Maria Filomena Mónica procura fugir a uma visão puramente económica ou política, focando-se na história social e na formação de uma identidade de classe.
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Maria Filomena Mónica nasceu em Lisboa, em 1943. É licenciada em Filosofia pela Universidade de Lisboa (1969) e doutorada em Oxford (1978). Investigadora emérita do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa, cronista e repórter na imprensa, coautora de séries para a televisão, Maria Filomena Mónica escreveu uma longa lista de livros, entre os quais se contam Educação e Sociedade no Portugal de Salazar (1978), sua tese de doutoramento; Vida Moderna (1997); Os Filhos de Rousseau (1997); Fontes Pereira de Melo (1999); O Filho da Rainha Gorda (2004); Bilhete de Identidade (2005); Cesário Verde (2007); Eça de Queirós (2009); Os Pobres (2016); e Os Ricos (2018), Nunca Dancei num Coreto (2018), O Olhar do Outro (2020), O Meu País (2020), Uma Estranha Amizade: Eça de Queiroz e Ramalho Ortigão (2021), Duas Mulheres (2022), Os Livros da Minha Vida (2023), O Político e o Cientista: Sócrates e Boaventura (2023) e Viagem de Inverno (2024). Atualmente, é investigadora emérita do ICS da Universidade de Lisboa.
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