"A Ideia de História" de R. G. Collingwood - 1ª Edição s/d (1969?)
Preço: 15 €"A Ideia de História" de R. G. Collingwood - 1ª Edição s/d (1969?)
Especificações
- TipoVenda
- ConcelhoCascais
- FreguesiaCarcavelos e Parede
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- Id do anunciante16
Descrição
"A Ideia de História"
de R. G. Collingwood
1ª Edição s/d (1969?)
Editorial Presença
Coleção Biblioteca Histórica
496 Páginas
«A Ideia de História» é o melhor trabalho até agora divulgado do grande filósofo, historicista e arqueologista de Oxford, R.G. Collingwood. Este ensaio foi originalmente publicado após a morte do autor, em 1946, depois de ter sido composto a partir dos manuscritos deixados por Collingwood. O seu espólio ainda permanece incompleto, uma vez que muitos documentos encontram-se hoje irremediavelmente perdidos. Este importante trabalho examina como a ideia de história tem evoluido desde o tempo de Heródoto até ao século XX, no qual Collingwood partilha com o leitor a sua própria perspectiva sobre o que de facto é a História. Principiando pela análise das concepções teocráticas e mitológicas dos alvores da História, Collingwood oferece-nos em seguida um estudo rigoroso dos fundamentos da historiografia grega, romana, medieval, renascentista, iluminista, romântica e da história científica dos nossos dias. Deste último período, vemos analisado o pensamento de Marx, Dilthey, Spengler, Bergson, Croce e outros. Nesta edição revista, encontram-se os textos mais relevantes sobre a Filosofia da História, portanto, essenciais para uma perfeita compreensão do seu pensamento, e, em particular, sobre a interpretação correcta da sua teoria de "Ideia de História". Desta obra se poderá dizer, em síntese, que, revelando um profundo conhecimento na matéria, nos proporciona uma panorâmica completa do pensamento histórico e das suas diferentes correntes, o que a impõe como instrumento indispensável de estudo e de consulta.
---
Robin George Collingwood (22 de fevereiro de 1889 9 de janeiro de 1943) foi um filósofo, historiador e arqueólogo britânico.
Filho do académico William Gershom Collingwood, professor de Belas Artes na Universidade de Reading, ingressou na Universidade de Oxford em 1908, onde estudou Filosofia, foi apontado como "guardião" do Pembroke College em 1912. Collingwood, que realizaria todas as suas atividades na referida instituição, tornou-se conhecido por seu trabalho sobre a história antiga, devido às inúmeras escavações dirigidas entre 1911 a 1934. Sofreu influência de idealistas italianos como Benedetto Croce, Giovanni Gentile e Guido de Ruggiero, este último era um amigo íntimo. Outras importantes influencias foram as de Immanuel Kant, Giambattista Vico, F. H. Bradley, Alfred North Whitehead e Samuel Alexander.
Durante boa parte da vida dedicou-se a estudar a relação entre História e Filosofia. O pensador Inglês defendeu com veemência a necessidade, de acordo com sua opinião, de unirmos o conceito de experiência metafísica a temas clássicos da História. Suas teorias epistemológicas, que foram descritas como "intelectuais" pela crítica, foram em grande parte incluídas nos volumes intitulados Ensaio sobre o método filosófico (1933), Ensaio sobre a metafísica (1940), Ensaio sobre a filosofia da história, A Ideia de História (1946) e Princípios da filosofia artística. Entre 1911 e 1934, Collingwood concentrou seus estudos na área da arqueologia, publicando obras como A Arqueologia da Bretanha Romana, em 1930, e Bretanha Romana e os Assentamentos Ingleses, em 1936. Simultaneamente, publicou vários estudos sobre a figura de Croce e escreveu uma Autobiografia (1939). No campo da teoria da história, Collingwood é mais conhecido por sua obra póstuma, The Idea of History. Nesse trabalho fragmentado, aleatoriamente editado e apenas parcialmente revisado pelo autor, foi agregado uma segunda parte, intitulada Epilegômenos, cujos textos são de origem diversa.
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BOM ESTADO - PORTES GRÁTIS
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«A Ideia de História» é o melhor trabalho até agora divulgado do grande filósofo, historicista e arqueologista de Oxford, R.G. Collingwood. Este ensaio foi originalmente publicado após a morte do autor, em 1946, depois de ter sido composto a partir dos manuscritos deixados por Collingwood. O seu espólio ainda permanece incompleto, uma vez que muitos documentos encontram-se hoje irremediavelmente perdidos. Este importante trabalho examina como a ideia de história tem evoluido desde o tempo de Heródoto até ao século XX, no qual Collingwood partilha com o leitor a sua própria perspectiva sobre o que de facto é a História. Principiando pela análise das concepções teocráticas e mitológicas dos alvores da História, Collingwood oferece-nos em seguida um estudo rigoroso dos fundamentos da historiografia grega, romana, medieval, renascentista, iluminista, romântica e da história científica dos nossos dias. Deste último período, vemos analisado o pensamento de Marx, Dilthey, Spengler, Bergson, Croce e outros. Nesta edição revista, encontram-se os textos mais relevantes sobre a Filosofia da História, portanto, essenciais para uma perfeita compreensão do seu pensamento, e, em particular, sobre a interpretação correcta da sua teoria de "Ideia de História". Desta obra se poderá dizer, em síntese, que, revelando um profundo conhecimento na matéria, nos proporciona uma panorâmica completa do pensamento histórico e das suas diferentes correntes, o que a impõe como instrumento indispensável de estudo e de consulta.
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Robin George Collingwood (22 de fevereiro de 1889 9 de janeiro de 1943) foi um filósofo, historiador e arqueólogo britânico.
Filho do académico William Gershom Collingwood, professor de Belas Artes na Universidade de Reading, ingressou na Universidade de Oxford em 1908, onde estudou Filosofia, foi apontado como "guardião" do Pembroke College em 1912. Collingwood, que realizaria todas as suas atividades na referida instituição, tornou-se conhecido por seu trabalho sobre a história antiga, devido às inúmeras escavações dirigidas entre 1911 a 1934. Sofreu influência de idealistas italianos como Benedetto Croce, Giovanni Gentile e Guido de Ruggiero, este último era um amigo íntimo. Outras importantes influencias foram as de Immanuel Kant, Giambattista Vico, F. H. Bradley, Alfred North Whitehead e Samuel Alexander.
Durante boa parte da vida dedicou-se a estudar a relação entre História e Filosofia. O pensador Inglês defendeu com veemência a necessidade, de acordo com sua opinião, de unirmos o conceito de experiência metafísica a temas clássicos da História. Suas teorias epistemológicas, que foram descritas como "intelectuais" pela crítica, foram em grande parte incluídas nos volumes intitulados Ensaio sobre o método filosófico (1933), Ensaio sobre a metafísica (1940), Ensaio sobre a filosofia da história, A Ideia de História (1946) e Princípios da filosofia artística. Entre 1911 e 1934, Collingwood concentrou seus estudos na área da arqueologia, publicando obras como A Arqueologia da Bretanha Romana, em 1930, e Bretanha Romana e os Assentamentos Ingleses, em 1936. Simultaneamente, publicou vários estudos sobre a figura de Croce e escreveu uma Autobiografia (1939). No campo da teoria da história, Collingwood é mais conhecido por sua obra póstuma, The Idea of History. Nesse trabalho fragmentado, aleatoriamente editado e apenas parcialmente revisado pelo autor, foi agregado uma segunda parte, intitulada Epilegômenos, cujos textos são de origem diversa.
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