"A MALCASTRADA" de Emma Santos - 1ª Edição de 1975 - AFRODITE


Especificações


Descrição

"A MALCASTRADA"
de Emma Santos

Prefácio de Roger Gentis

Tradução de Eva Caldeira e Manuel João Gomes

Capa de Nuno Amorim

1ª Edição de 1975
EDIÇÕES AFRODITE/Fernando Ribeiro de Mello
Coleção Extra-Coleção
154 Páginas

A escrita dos loucos.
A loucura escrita.
Como Nerval, como Artaud, como Jarry.
A escrita dos doentes contra os médicos.
Contra a repressão.
A escrita anti-normal. EMMA SANTOS.
Apesar do ensurdecedor falatório dos psiquiatras a loucura continuou felizmente a falar em voz cada vez mais alta na produção literária, poética e romanesca destes dois últimos séculos.
O Movimento de Libertação dos Loucos.
A luta da loucura contra a normalidade.
O desmascarar da Psiquiatria e instituições opressivas.
A condenação dos psiquiatras e quejandos.
A escrita anormal, da sub-humanidade.
A palavra nova anti-linguagem.
Como Holderlin, Nerval, Nietzsche, Jarry, Strindberg, Poe, Roussel, Faulkner, Artaud, Lowry, Emma Santos e tantos outros, todos chanfrados, esquizofrénicos, paranóicos, neuróticos, até à medula, cozidos e recozidos pelo álcool, bela amostra dessa sub-humanidade que de ordinário é despejada nos asilos.
Contra a sexualidade normal, contra a instituição familiar.
A escrita da mulher louca.
O Movimento de Libertação das Loucas.
O movimento anti-patriarcal.
A anti-psiquiatria, a contra-sexualidade.
Uma palavra nova.

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Emma Santos é um pseudónimo (nascida na década de 1940 e falecida em 1983), portanto, trata-se sobretudo de uma história sobre a loucura. Ela chegou a interpretar a si mesma em uma peça em 1976, que resultou em "Le Théâtre" (O Teatro), ainda encenada hoje, como em 1978 no Théâtre des Osses em Friburgo e na primavera de 2000 no Guichet Montparnasse.

Marie-Annick Legoff, conhecida como Emma Santos, era uma jovem bretã que vivia em Paris em 1978. Passou dez anos de sua vida internada em um hospital psiquiátrico. Para evitar sucumbir ao inferno dos medicamentos, agarrava-se ao lápis, ao papel, à escrita. Escrevia para não morrer. Cada vez que saía do asilo por breves períodos "lá fora", aproveitava a oportunidade para publicar seus livros. Publicou oito livros, cada um relatando uma parte dessa história trágica. A escrita de Emma Santos é surpreendente. O estilo é cru, as frases curtas. Ela transmite com igual habilidade a tortura da terapia de eletrochoque e os prazeres dos alucinógenos. O diretor parisiense Claude Régy a incumbiu de adaptar essa história para o teatro. Assim nasceu *Le Théâtre d'Emma Santos*, publicado pela Editions des Femmes, um monólogo que ela própria estreou em Paris, em 1976, no Carré Thorigny.

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