"A Vida Material" de Marguerite Duras - 1ª Edição de 1987


Especificações


Descrição

"A Vida Material"
de Marguerite Duras

1ª Edição de 1987
DIFEL Editorial
168 Páginas

A Vida Materialinaugura um género novo: arrumável em qualquer parte entre a confissão diarística e o andamento de uma crónica, suspenso entre L' Été 80 e Outside. Reúne textos ditos a Jérôme Beaujour (co-autor, com Jean Mascolo, dos posfácios à edição crítica em vídeo dos filmes de Duras); esses textos, ela abreviou-os, reescreveu-os, e apresenta-os assim: «Nenhum reflecte o que eu penso em geral do assunto abordado porque eu não penso nada em geral de nada, a não ser da injustiça social. O livro representa, quando muito, o que eu penso certas vezes, em certos dias, de certas coisas. Portanto representa também o que eu penso».
As pessoas geralmente quando pensam tendem a produzir um número importante de lugares comuns, Marguerite Duras nunca.
É possível entrarmos no universo dela, ou ficarmos no outro, o das banalidades, inúteis e excedentárias: há universos que não são compatíveis, como na ficção científica. Duras tem essa faculdade de fazer com que, falando da Vida Material da arrumação e de uma casa, das mulheres, dos homens, dos livros e dos amantes, da homossexualidade e da morte tudo o resto passe a ser tão insignificante que se torna inverosímil. E que no fim faça impressão ver a calma com que os outros continuam a viver. A violência da calma.

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Escritora, cineasta e dramaturga, Marguerite Duras (Marguerite Donnadieu) nasceu no Vietname em 1914 e morreu em 1996, em França. Foi uma das mais relevantes escritoras francesas da segunda metade do século XX. A sua obra, habitada por personagens em busca de amor até aos limites da loucura ou do crime, foi visceralmente marcada pela juventude passada na Indochina. Entre os seus muitos livros, como A Dor, Uma Barragem contra o Pacífico, Moderato Cantabile, para mencionar apenas alguns, o seu romance autobiográfico O Amante foi adaptado ao cinema. Marguerite Duras também assinou o argumento do filme Hiroshima, Meu Amor, levado à tela por Alain Resnais.

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