"A VIDA NOVA" - Romance de Orhan Pamuk - 4ª Edição de 2007 - Nobel de 2006


Especificações


Descrição

"A VIDA NOVA" - Romance
de Orhan Pamuk

4ª Edição de 2007
Editorial Presença
Coleção: Grandes Narrativas Nº 336
293 Páginas

Após ter conquistado a distinção máxima na área da literatura, ao ter vencido o Prémio Nobel da Literatura, edição 2006, Orhan Pamuk, já publicado em Portugal com "A Cidadela Branca" e "Os Jardins da Memória", lança novo romance. "A Vida Nova" tornou-se num dos livros mais lidos de sempre na Turquia, sendo também aguardado com grande expectativa em Portugal. Nesta parábola sobre o amor, a literatura e a identidade, vamos ao encontro de Osman, um jovem estudante universitário. Obcecado com um livro mágico que trata da natureza perigosa do amor e da personalidade abandona a casa, a família e os estudos. A bela Janan irá tornar-se a sua companheira na busca pelo significado dos segredos mais obscuros do livro. Dá-se assim início a uma odisseia pelo coração da Turquia, onde o perigo se esconde a cada esquina e onde o amor não é um refúgio. Uma obra-prima da literatura universal.

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PRÉMIO NOBEL DA LITERATURA 2006

Orhan Pamuk nasceu a 7 de junho de 1952, em Istambul, no seio de família próspera da classe média turca. Formou-se em Arquitetura na Universidade Técnica de Istambul e em Jornalismo na Universidade de Istambul, mas nunca exerceu nenhuma destas profissões. Entre 1985 e 1988 viveu nos Estados Unidos da América onde frequentou a Universidade de Columbia, em Nova Iorque, e também a Universidade do Iowa durante um curto período de tempo. Vive atualmente em Istambul.
No seu país natal, Pamuk é um reputado comentador, embora se defina principalmente como um autor de ficção sem compromissos políticos. Algumas das posições assumidas publicamente valeram-lhe o título de persona non grata para alguns dos seus compatriotas. Foi o primeiro autor no mundo islâmico a condenar abertamente a fatwa contra Salman Rushdie e a tornar público o seu apoio ao escritor turco Yasar Kemal quando este foi julgado e condenado pelas autoridades turcas, em 1995. O próprio Pamuk foi perseguido pela justiça por "insulto aberto à nação turca" depois de ter afirmado, numa entrevista a um jornal suíço, que 30.000 Curdos e um milhão de Arménios foram mortos na Turquia. A queixa, que gerou protestos a nível internacional, acabou por ser retirada no início de 2006.

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