"A Vida Quotidiana em Portugal ao Tempo do Terramoto" de Suzanne Chantal - 1ª Edição de 1965
Preço: 12 €"A Vida Quotidiana em Portugal ao Tempo do Terramoto" de Suzanne Chantal - 1ª Edição de 1965
Especificações
- TipoVenda
- ConcelhoCascais
- FreguesiaCarcavelos e Parede
- Id do anúncio44905216
- Id do anunciante51OO
Descrição
"A Vida Quotidiana em Portugal ao Tempo do Terramoto"
de Suzanne Chantal
Prémio História da Academia Francesa
1ª Edição de 1965
Livros do Brasil - Lisboa
Coleção A Vida Quotidiana Nº 23
302 Páginas
No dia 1 de Novembro de 1755, por uma bela manhã de Sol, quando os sinos tocavam para a missa, Lisboa foi sacudida por um violento terramoto. A catástrofe emocionou o Mundo e despertou o País do sonho das suas grandezas: o comércio na mão dos ingleses, os ofícios abandonados, as terras em pousio. Neste panorama sombrio ergue-se a figura de Pombal. A vida organiza-se nas ruínas e o ministro de D. José decide dar-lhe novas bases: libertar Portugal da tutela do estrangeiro, de uma nobreza decadente e de um clero todo-poderoso. O quotidiano permanecia, porém, marcado pela sensualidade, pelas superstições e pelo culto do segredo, sendo uma fonte de admirações para os viajantes. Festas galantes alternavam com intrigas tenebrosas e processos cujas proporções trágicas chocavam as consciências. Contudo, a vida quotidiana seguia um ritmo amável e cerimonioso, despreocupado, contraditório: a maior frugalidade aliava-se a uma gulodice refinada, o fausto adaptava-se também ao desconforto, e a dignidade continuava viva, tanto no coração do nobre como no do plebeu. Quadro colorido e aliciante, esta obra vem descrever, com inteligência, sensibilidade e simpatia o dia-a-dia dos homens de todas as classes e condições, num dos períodos mais fecundos da história portuguesa.
---
Suzanne Chantal é uma jornalista e romancista francesa , nascida Suzanne Yvonne Marie Beaujoin em Paris .9 de junho de 1908 e morreu em 16 de maio de 1994 em Portugal.
Suzanne Chantal foi primeiro crítica de cinema e depois editora-chefe da Cinémonde até 1934. Ela legendou filmes e trabalhou para Gaston Gallimard no escritório editorial do semanário literário Marianne entre 1937 e 1939.
Casada em 1949 com o jornalista português José Augusto (dos Santos), que foi correspondente de vários jornais e estações de rádio portuguesas, ela também assina textos com os nomes Suzanne Dos Santos, Suzanne Grace ou Michel Gérac (anagrama de Grace, provavelmente em homenagem ao marido).
Em 1972, a Academia Francesa concedeu-lhe o prémio Dumas-Millier pelo conjunto da sua obra dedicada a Portugal.
ESGOTADO NAS LIVRARIAS
BOM ESTADO - PORTES GRÁTIS
de Suzanne Chantal
Prémio História da Academia Francesa
1ª Edição de 1965
Livros do Brasil - Lisboa
Coleção A Vida Quotidiana Nº 23
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No dia 1 de Novembro de 1755, por uma bela manhã de Sol, quando os sinos tocavam para a missa, Lisboa foi sacudida por um violento terramoto. A catástrofe emocionou o Mundo e despertou o País do sonho das suas grandezas: o comércio na mão dos ingleses, os ofícios abandonados, as terras em pousio. Neste panorama sombrio ergue-se a figura de Pombal. A vida organiza-se nas ruínas e o ministro de D. José decide dar-lhe novas bases: libertar Portugal da tutela do estrangeiro, de uma nobreza decadente e de um clero todo-poderoso. O quotidiano permanecia, porém, marcado pela sensualidade, pelas superstições e pelo culto do segredo, sendo uma fonte de admirações para os viajantes. Festas galantes alternavam com intrigas tenebrosas e processos cujas proporções trágicas chocavam as consciências. Contudo, a vida quotidiana seguia um ritmo amável e cerimonioso, despreocupado, contraditório: a maior frugalidade aliava-se a uma gulodice refinada, o fausto adaptava-se também ao desconforto, e a dignidade continuava viva, tanto no coração do nobre como no do plebeu. Quadro colorido e aliciante, esta obra vem descrever, com inteligência, sensibilidade e simpatia o dia-a-dia dos homens de todas as classes e condições, num dos períodos mais fecundos da história portuguesa.
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Suzanne Chantal é uma jornalista e romancista francesa , nascida Suzanne Yvonne Marie Beaujoin em Paris .9 de junho de 1908 e morreu em 16 de maio de 1994 em Portugal.
Suzanne Chantal foi primeiro crítica de cinema e depois editora-chefe da Cinémonde até 1934. Ela legendou filmes e trabalhou para Gaston Gallimard no escritório editorial do semanário literário Marianne entre 1937 e 1939.
Casada em 1949 com o jornalista português José Augusto (dos Santos), que foi correspondente de vários jornais e estações de rádio portuguesas, ela também assina textos com os nomes Suzanne Dos Santos, Suzanne Grace ou Michel Gérac (anagrama de Grace, provavelmente em homenagem ao marido).
Em 1972, a Academia Francesa concedeu-lhe o prémio Dumas-Millier pelo conjunto da sua obra dedicada a Portugal.
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