"A VOLTA AO MUNDO" de Ferreira de Castro - Edição Especial de 1944
Preço: 100 €"A VOLTA AO MUNDO" de Ferreira de Castro - Edição Especial de 1944
Especificações
- TipoVenda
- ConcelhoCascais
- FreguesiaCarcavelos e Parede
- Id do anúncio44930102
- Id do anunciante35PP
Descrição
"A VOLTA AO MUNDO"
de Ferreira de Castro
Edição Especial de 1944
Empresa Nacional de Publicidade
680 Páginas
Dimensões: 240 x 320 x 65 mm-
Encadernação com lombada e cantos em pele, nervos e ferros a ouro na lombada.
Ilustrado no texto com fotografias e mapas a preto e branco e xilogravuras a cores. Extratexto com gravuras e estampas inéditas dos pintores: Carlos Botelho (Mesopotamia e Nova Iorque), Bernardo Marques (Alger), Júlio Pomar (Grécia), Jorge Barradas (Birmânia), Júlio Amorim (Índia), Maria Keil (Indochina), Roberto Araújo (Japão) e Varela Aldemira (China), protegidas por uma folha de papel vegetal. As estampas estão coladas apenas em um dos lados, em local predestinado. Ornamentado com belíssimas iniciais e cabeções alegóricos, a cores.
Magnífica obra publicada em 17 fascículos, entre fins de 1941 e 1944, sendo um modelo das mais avançadas técnicas tipográficas e de impressão de gravuras, assim como da execução de belas encadernações comerciais. É um obra-prima da literatura de viagens escrita com um estilo jornalístico caracterizado pela simplicidade e pelo rigor. Nela o autor mostra grande sensibilidade relativamente à condição da mulher nas diferentes civilizações, nota a pobreza, que existe em todos os países e as características mais marcantes de cada território que visitou. A obra tem outra característica que a valoriza - o facto de registar uma época da história universal, que seria profundamente alterada pela Segunda Guerra Mundial,
A viagem decorreu, em 1939. Ferreira de Castro embarcou, com a esposa, Muriel, para uma peregrinação ao redor do planeta, que daria origem uma série de artigos no jornal 'A Noite', do Rio de Janeiro, e depois a esta obra. Nela descreve a Grécia, Turquia, Mesopotâmia (atual Iraque), Índia, Birmânia, península de Malaca, Bornéu, Sião, Indochina (Laos, Camboja e Vitname), China, Japão, Honolulu e os Estados Unidos da América. Partiu do rio Tejo, em Lisboa, no navio Saturnia, a primeira das vinte embarcações em que teria lugar, nos meses seguintes, para completar a fascinante viagem.
---
José Maria Ferreira de Castro nasceu em Ossela, Oliveira de Azeméis, a 24 de maio de 1898. Oriundo de uma família de camponeses pobres, fica órfão de pai aos oito anos e emigra, em 1911, com doze anos e a instrução primária, para o Brasil. Por algumas semanas trabalha em Belém do Pará, mas não tarda a ser expedido para o interior da selva amazónica. Permanece ali quase quatro anos, tempo em que escreve contos e crónicas que envia para jornais do Brasil e de Portugal. Com 14 anos redige Criminoso por Ambição, o seu primeiro romance que, mais tarde, aquando do seu regresso a Belém do Pará, em 1916, publica em fascículos e vende de porta em porta. Lança-se igualmente no jornalismo, colaborando assiduamente em jornais e revistas do Brasil.
Já senhor de grande fama no jornalismo brasileiro, decide, após o intenso contacto com os seus compatriotas lhe ter feito renascer as saudades da pátria, regressar a Portugal em 1919 com apenas quatrocentos escudos no bolso. O êxito obtido no Pará é, contudo, totalmente ignorado em Portugal. Vive períodos de absoluta miséria e passa dias inteiros sem comer quando reinicia a sua dupla faina de repórter e escritor. Em 1934, decidirá abandonar o jornalismo, devido à censura prévia nos tempos difíceis da ditadura.
Ferreira de Castro foi, por diversas vezes, proposto para o Prémio Nobel e, por outras, recusou sê-lo, em detrimento de outros escritores portugueses.
Ferreira de Castro morre no Porto a 29 de junho de 1974. Apenas um ano antes a UNESCO anunciava que «A Selva» estava entre os dez romances mais lidos em todo o mundo.
ESGOTADO E RARO
ÓPTIMO ESTADO - PORTES GRÁTIS
de Ferreira de Castro
Edição Especial de 1944
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680 Páginas
Dimensões: 240 x 320 x 65 mm-
Encadernação com lombada e cantos em pele, nervos e ferros a ouro na lombada.
Ilustrado no texto com fotografias e mapas a preto e branco e xilogravuras a cores. Extratexto com gravuras e estampas inéditas dos pintores: Carlos Botelho (Mesopotamia e Nova Iorque), Bernardo Marques (Alger), Júlio Pomar (Grécia), Jorge Barradas (Birmânia), Júlio Amorim (Índia), Maria Keil (Indochina), Roberto Araújo (Japão) e Varela Aldemira (China), protegidas por uma folha de papel vegetal. As estampas estão coladas apenas em um dos lados, em local predestinado. Ornamentado com belíssimas iniciais e cabeções alegóricos, a cores.
Magnífica obra publicada em 17 fascículos, entre fins de 1941 e 1944, sendo um modelo das mais avançadas técnicas tipográficas e de impressão de gravuras, assim como da execução de belas encadernações comerciais. É um obra-prima da literatura de viagens escrita com um estilo jornalístico caracterizado pela simplicidade e pelo rigor. Nela o autor mostra grande sensibilidade relativamente à condição da mulher nas diferentes civilizações, nota a pobreza, que existe em todos os países e as características mais marcantes de cada território que visitou. A obra tem outra característica que a valoriza - o facto de registar uma época da história universal, que seria profundamente alterada pela Segunda Guerra Mundial,
A viagem decorreu, em 1939. Ferreira de Castro embarcou, com a esposa, Muriel, para uma peregrinação ao redor do planeta, que daria origem uma série de artigos no jornal 'A Noite', do Rio de Janeiro, e depois a esta obra. Nela descreve a Grécia, Turquia, Mesopotâmia (atual Iraque), Índia, Birmânia, península de Malaca, Bornéu, Sião, Indochina (Laos, Camboja e Vitname), China, Japão, Honolulu e os Estados Unidos da América. Partiu do rio Tejo, em Lisboa, no navio Saturnia, a primeira das vinte embarcações em que teria lugar, nos meses seguintes, para completar a fascinante viagem.
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José Maria Ferreira de Castro nasceu em Ossela, Oliveira de Azeméis, a 24 de maio de 1898. Oriundo de uma família de camponeses pobres, fica órfão de pai aos oito anos e emigra, em 1911, com doze anos e a instrução primária, para o Brasil. Por algumas semanas trabalha em Belém do Pará, mas não tarda a ser expedido para o interior da selva amazónica. Permanece ali quase quatro anos, tempo em que escreve contos e crónicas que envia para jornais do Brasil e de Portugal. Com 14 anos redige Criminoso por Ambição, o seu primeiro romance que, mais tarde, aquando do seu regresso a Belém do Pará, em 1916, publica em fascículos e vende de porta em porta. Lança-se igualmente no jornalismo, colaborando assiduamente em jornais e revistas do Brasil.
Já senhor de grande fama no jornalismo brasileiro, decide, após o intenso contacto com os seus compatriotas lhe ter feito renascer as saudades da pátria, regressar a Portugal em 1919 com apenas quatrocentos escudos no bolso. O êxito obtido no Pará é, contudo, totalmente ignorado em Portugal. Vive períodos de absoluta miséria e passa dias inteiros sem comer quando reinicia a sua dupla faina de repórter e escritor. Em 1934, decidirá abandonar o jornalismo, devido à censura prévia nos tempos difíceis da ditadura.
Ferreira de Castro foi, por diversas vezes, proposto para o Prémio Nobel e, por outras, recusou sê-lo, em detrimento de outros escritores portugueses.
Ferreira de Castro morre no Porto a 29 de junho de 1974. Apenas um ano antes a UNESCO anunciava que «A Selva» estava entre os dez romances mais lidos em todo o mundo.
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