"Acusação e Defesa em Monsanto" de Otelo Saraiva de Carvalho - 1ª Edição de 1987
Preço: 5 €"Acusação e Defesa em Monsanto" de Otelo Saraiva de Carvalho - 1ª Edição de 1987
Especificações
- TipoVenda
- ConcelhoCascais
- FreguesiaCarcavelos e Parede
- Id do anúncio44900546
- Id do anunciante32OO
Descrição
"Acusação e Defesa em Monsanto"
de Otelo Saraiva de Carvalho
1ª Edição de 1987
Editorial Inquérito
236 Páginas
Há quem afirme que sentar Otelo Saraiva de Carvalho no banco dos réus corresponde a julgar o 25 de Abril. O que é que, evidentemente, uma falácia. No mínimo, um exagero, pois que a grandeza do acto transcende largamente a figura do homem que o praticou, por mais emblemática que ela seja. Uns dirão que será, em qualquer caso, uma perseguição política. Outros chamar-lhe-ão um acto normal de justiça num Estado de direito.
Do que ninguém duvida é de que, pela sua importância, o processo que neste momento caminha para o epílogo no Tribunal de Monsanto ficará a constituir um marco na galeria dos grandes casos jurídico-políticos portugueses. Acusação e Defesa em Monsanto representa um contributo importante para o esclarecimento do intrincado processo que envolveu Otelo Saraiva de Carvalho com as FP25. Neste livro, Otelo baliza o passado próximo, expôe-se, confronta-se com a acusação e apresenta a sua defesa. Define as suas posições, perante o tribunal, perante a opinião pública, perante a História.
Otelo Saraiva de Carvalho, figura destacada do processo que conduziu à democratização de Portugal, militar que se entregou por inteiro ao serviço de uma causa, teve desde o 25 de Abril um papel relevante, mesmo que controverso, na cena política portuguesa. O seu julgamento constitui, por isso, um facto político importante, sejam quais forem os fundamentos legais que a ele tenham conduzido.
---
Otelo Saraiva de Carvalho nasceu em 1936, em Lourenço Marques (Maputo), Moçambique. Cumpriu três missões durante a guerra colonial (Angola, 1961/63 e 1965/67, e Guiné, 1970-73). Com a publicação do Decreto-Lei nº 353/73, que afetava ética e materialmente, a maioria dos capitães do Quadro Permanente, foi um dos principais impulsionadores do Movimento dos Capitães, que contestava o referido decreto.
Em Março de 1974, enquanto responsável pelo sector operacional da Comissão Coordenadora e Executiva do Movimento, elaborou o plano de operações militares do 25 de Abril, que iria dirigir a partir de um posto de comando clandestino, instalado no quartel do Regimento de Engenharia nº 1 da Pontinha.
Faleceu no dia 25 de julho de 2021.
BOM ESTADO - PORTES GRÁTIS
de Otelo Saraiva de Carvalho
1ª Edição de 1987
Editorial Inquérito
236 Páginas
Há quem afirme que sentar Otelo Saraiva de Carvalho no banco dos réus corresponde a julgar o 25 de Abril. O que é que, evidentemente, uma falácia. No mínimo, um exagero, pois que a grandeza do acto transcende largamente a figura do homem que o praticou, por mais emblemática que ela seja. Uns dirão que será, em qualquer caso, uma perseguição política. Outros chamar-lhe-ão um acto normal de justiça num Estado de direito.
Do que ninguém duvida é de que, pela sua importância, o processo que neste momento caminha para o epílogo no Tribunal de Monsanto ficará a constituir um marco na galeria dos grandes casos jurídico-políticos portugueses. Acusação e Defesa em Monsanto representa um contributo importante para o esclarecimento do intrincado processo que envolveu Otelo Saraiva de Carvalho com as FP25. Neste livro, Otelo baliza o passado próximo, expôe-se, confronta-se com a acusação e apresenta a sua defesa. Define as suas posições, perante o tribunal, perante a opinião pública, perante a História.
Otelo Saraiva de Carvalho, figura destacada do processo que conduziu à democratização de Portugal, militar que se entregou por inteiro ao serviço de uma causa, teve desde o 25 de Abril um papel relevante, mesmo que controverso, na cena política portuguesa. O seu julgamento constitui, por isso, um facto político importante, sejam quais forem os fundamentos legais que a ele tenham conduzido.
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Otelo Saraiva de Carvalho nasceu em 1936, em Lourenço Marques (Maputo), Moçambique. Cumpriu três missões durante a guerra colonial (Angola, 1961/63 e 1965/67, e Guiné, 1970-73). Com a publicação do Decreto-Lei nº 353/73, que afetava ética e materialmente, a maioria dos capitães do Quadro Permanente, foi um dos principais impulsionadores do Movimento dos Capitães, que contestava o referido decreto.
Em Março de 1974, enquanto responsável pelo sector operacional da Comissão Coordenadora e Executiva do Movimento, elaborou o plano de operações militares do 25 de Abril, que iria dirigir a partir de um posto de comando clandestino, instalado no quartel do Regimento de Engenharia nº 1 da Pontinha.
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