"ARTE PORTUGUESA 1992" de Rui-Mário Gonçalves - 1ª Edição de 1992
Preço: 25 €"ARTE PORTUGUESA 1992" de Rui-Mário Gonçalves - 1ª Edição de 1992
Especificações
- TipoVenda
- ConcelhoCascais
- FreguesiaCarcavelos e Parede
- Id do anúncio44737751
- Id do anunciante94JJ
Descrição
"ARTE PORTUGUESA 1992"
de Rui-Mário Gonçalves
Texto em alemão e português.
1ª Edição de 1992
Vista Point Verlag - Köln
314 Páginas
Dimensões: 240 x 320 x 25 mm.
Brochado
Profusamente ilustrado.
As reproduções são de grande qualidade técnica.
Em 1992, o crítico e historiador Rui-Mário Gonçalves (1934 a 2014) publicou e comissariou obras fundamentais para a historiografia da arte contemporânea em Portugal:
Arte Portuguesa 1992
Esta é a obra principal associada diretamente a este ano e autor. Trata-se de um catálogo/livro bilingue (Português/Alemão) publicado pela editora Vista Point Verlag. Foi concebido como o catálogo de uma importante exposição de arte portuguesa contemporânea.
A obra possui cerca de 314 páginas e é profusamente ilustrada, servindo como um levantamento do panorama artístico nacional da época.
O projeto foi comissariado e estruturado por Rui-Mário Gonçalves, refletindo o seu papel central como divulgador das artes plásticas.
Belíssimo catálogo onde são reproduzidas obras de, entre muitos outros, Ângelo de Sousa, Álvaro Lapa, Graça Morais, José de Guimarães, Paula Rego, Helena Almeida, Mário Eloy e muitos outros pintores.
---
Rui Mário Gonçalves (Abragão, Penafiel, 12 de outubro de 1934 Lisboa, 2 de maio de 2014) foi um professor, crítico e historiador de arte português.
Irmão de Eurico Gonçalves. Licenciado em Ciências Físico-Químicas pela Universidade de Lisboa, Rui Mário Gonçalves interessou-se desde muito cedo pelas artes plásticas, tendo promovido, no âmbito das associações académicas, diversas exposições didáticas e exposições coletivas de artistas portugueses, entre as quais a Primeira Retrospetiva da Pintura Não-Figurativa Portuguesa (1958).
Iniciou atividade como crítico de arte em 1961. Em 1963 a Fundação Calouste Gulbenkian atribuiu-lhe o Prémio Gulbenkian de Crítica de Arte; nesse mesmo ano partiu para Paris como bolseiro dessa fundação, tendo estudado com Pierre Francastel e outros mestres de renome internacional, regressando a Portugal três anos mais tarde. Desde então desenvolveu diversas atividades de promoção e divulgação de artes plásticas, entre as quais: participação na organização de numerosas exposições de arte moderna, elaboração de catálogos, redação de prefácios e ensaios, colaboração em vários órgãos de comunicação social. Colaborou em jornais como A Capital; Expresso; Diário de Notícias; Jornal de Letras, Artes e Ideias; e em revistas da especialidade, nomeadamente: Arquitetura; Colóquio; Colóquio/Artes e na revista Arte Opinião (1978 a 1982). Manteve dois programas quinzenais na RDP (Antena 2): As Cores e as Formas (l980-89); A Dádiva das Formas (l995 a 2000).
Lecionou no Curso de Formação Artística da Sociedade Nacional de Belas Artes entre 1967 e 1986. Foi docente nas Escolas de Teatro e de Cinema do Conservatório Nacional de Lisboa entre 1972 e 1977. Professor Catedrático Jubilado da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, onde iniciou atividade docente em 1974, no Departamento de Literaturas Românicas.
Foi membro do Conselho Técnico da Cooperativa Gravura, vice-presidente da Sociedade Nacional de Belas Artes e presidente da secção portuguesa da AICA (Associação Internacional de Críticos de Arte). No final da década de 1960 dirigiu a galeria de arte da Livraria Buchholz, Lisboa. Proferiu inúmeras palestras e conferências, dentro e fora do país; assinou trabalhos em dicionários e enciclopédias; traduziu obras de diversos historiadores de arte; foi autor de vários livros de História da Arte e de monografias sobre artistas.
Entre as suas obras podem destacar-se: Pintura e Escultura em Portugal, l940 a 1980 em (1980); O Imaginário da Cidade de Lisboa (1985); Dez Anos de Artes Plásticas e Arquitetura 1974-84 (em colaboração com Francisco da Silva Dias, 1985); O Fantástico na Arte Portuguesa Contemporânea (1986); Pioneiros da Modernidade (1986); De 1945 à Atualidade (1986); Cem Pintores Portugueses do Século XX (1986); Arte Portuguesa em 1992 de (1992); Arte Portuguesa nos Anos 50 de (1996); O Que Há de Português na Arte Moderna Portuguesa (1998); A Arte Portuguesa do Século XX (1998); Vontade de Mudança (2004). Entre as suas monografias sobre artistas plásticos portugueses destacam-se: António Dacosta (1983), Almada Negreiros (2005), Amadeo de Souza-Cardoso (2006), Cruzeiro Seixas (2007).
Rui Mário Gonçalves tinha não apenas um vasto conhecimento mas também uma invulgar capacidade de comunicação, "uma qualidade de presença rara e entusiástica. Em público ou em privado tinha um raro condão, entusiasmava-se e entusiasmava, na rua ou no café, em intermináveis conversas ao falar de pintura e de artistas, as figuras do passado estavam ali conosco, porque elas faziam parte do seu viver e passavam imediatamente a fazer parte do nosso".
Morreu a 2 de Maio de 2014 aos 79 anos de idade
ESGOTADO NAS LIVRARIAS
COMO NOVO - PORTES GRÁTIS
de Rui-Mário Gonçalves
Texto em alemão e português.
1ª Edição de 1992
Vista Point Verlag - Köln
314 Páginas
Dimensões: 240 x 320 x 25 mm.
Brochado
Profusamente ilustrado.
As reproduções são de grande qualidade técnica.
Em 1992, o crítico e historiador Rui-Mário Gonçalves (1934 a 2014) publicou e comissariou obras fundamentais para a historiografia da arte contemporânea em Portugal:
Arte Portuguesa 1992
Esta é a obra principal associada diretamente a este ano e autor. Trata-se de um catálogo/livro bilingue (Português/Alemão) publicado pela editora Vista Point Verlag. Foi concebido como o catálogo de uma importante exposição de arte portuguesa contemporânea.
A obra possui cerca de 314 páginas e é profusamente ilustrada, servindo como um levantamento do panorama artístico nacional da época.
O projeto foi comissariado e estruturado por Rui-Mário Gonçalves, refletindo o seu papel central como divulgador das artes plásticas.
Belíssimo catálogo onde são reproduzidas obras de, entre muitos outros, Ângelo de Sousa, Álvaro Lapa, Graça Morais, José de Guimarães, Paula Rego, Helena Almeida, Mário Eloy e muitos outros pintores.
---
Rui Mário Gonçalves (Abragão, Penafiel, 12 de outubro de 1934 Lisboa, 2 de maio de 2014) foi um professor, crítico e historiador de arte português.
Irmão de Eurico Gonçalves. Licenciado em Ciências Físico-Químicas pela Universidade de Lisboa, Rui Mário Gonçalves interessou-se desde muito cedo pelas artes plásticas, tendo promovido, no âmbito das associações académicas, diversas exposições didáticas e exposições coletivas de artistas portugueses, entre as quais a Primeira Retrospetiva da Pintura Não-Figurativa Portuguesa (1958).
Iniciou atividade como crítico de arte em 1961. Em 1963 a Fundação Calouste Gulbenkian atribuiu-lhe o Prémio Gulbenkian de Crítica de Arte; nesse mesmo ano partiu para Paris como bolseiro dessa fundação, tendo estudado com Pierre Francastel e outros mestres de renome internacional, regressando a Portugal três anos mais tarde. Desde então desenvolveu diversas atividades de promoção e divulgação de artes plásticas, entre as quais: participação na organização de numerosas exposições de arte moderna, elaboração de catálogos, redação de prefácios e ensaios, colaboração em vários órgãos de comunicação social. Colaborou em jornais como A Capital; Expresso; Diário de Notícias; Jornal de Letras, Artes e Ideias; e em revistas da especialidade, nomeadamente: Arquitetura; Colóquio; Colóquio/Artes e na revista Arte Opinião (1978 a 1982). Manteve dois programas quinzenais na RDP (Antena 2): As Cores e as Formas (l980-89); A Dádiva das Formas (l995 a 2000).
Lecionou no Curso de Formação Artística da Sociedade Nacional de Belas Artes entre 1967 e 1986. Foi docente nas Escolas de Teatro e de Cinema do Conservatório Nacional de Lisboa entre 1972 e 1977. Professor Catedrático Jubilado da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, onde iniciou atividade docente em 1974, no Departamento de Literaturas Românicas.
Foi membro do Conselho Técnico da Cooperativa Gravura, vice-presidente da Sociedade Nacional de Belas Artes e presidente da secção portuguesa da AICA (Associação Internacional de Críticos de Arte). No final da década de 1960 dirigiu a galeria de arte da Livraria Buchholz, Lisboa. Proferiu inúmeras palestras e conferências, dentro e fora do país; assinou trabalhos em dicionários e enciclopédias; traduziu obras de diversos historiadores de arte; foi autor de vários livros de História da Arte e de monografias sobre artistas.
Entre as suas obras podem destacar-se: Pintura e Escultura em Portugal, l940 a 1980 em (1980); O Imaginário da Cidade de Lisboa (1985); Dez Anos de Artes Plásticas e Arquitetura 1974-84 (em colaboração com Francisco da Silva Dias, 1985); O Fantástico na Arte Portuguesa Contemporânea (1986); Pioneiros da Modernidade (1986); De 1945 à Atualidade (1986); Cem Pintores Portugueses do Século XX (1986); Arte Portuguesa em 1992 de (1992); Arte Portuguesa nos Anos 50 de (1996); O Que Há de Português na Arte Moderna Portuguesa (1998); A Arte Portuguesa do Século XX (1998); Vontade de Mudança (2004). Entre as suas monografias sobre artistas plásticos portugueses destacam-se: António Dacosta (1983), Almada Negreiros (2005), Amadeo de Souza-Cardoso (2006), Cruzeiro Seixas (2007).
Rui Mário Gonçalves tinha não apenas um vasto conhecimento mas também uma invulgar capacidade de comunicação, "uma qualidade de presença rara e entusiástica. Em público ou em privado tinha um raro condão, entusiasmava-se e entusiasmava, na rua ou no café, em intermináveis conversas ao falar de pintura e de artistas, as figuras do passado estavam ali conosco, porque elas faziam parte do seu viver e passavam imediatamente a fazer parte do nosso".
Morreu a 2 de Maio de 2014 aos 79 anos de idade
ESGOTADO NAS LIVRARIAS
COMO NOVO - PORTES GRÁTIS
Raul Ribeiro
Anunciante desde Abr. 2013
Tempo de resposta superior a 1 hora Último acesso há mais de 3 horas
Tempo de resposta superior a 1 hora Último acesso há mais de 3 horas
Serviços adicionais
Verifique as melhores opções de crédito ou seguro para o seu caso.
Localização
Lisboa - Cascais - Carcavelos e Parede
Raul Ribeiro
Anunciante desde Abr. 2013
Tempo de resposta superior a 1 hora Último acesso há mais de 3 horas
Tempo de resposta superior a 1 hora Último acesso há mais de 3 horas









