"AS APARIÇÕES DE FÁTIMA" de Costa Brochado - 1ª Edição de 1952
Preço: 12 €"AS APARIÇÕES DE FÁTIMA" de Costa Brochado - 1ª Edição de 1952
Especificações
- TipoVenda
- ConcelhoCascais
- FreguesiaCarcavelos e Parede
- Id do anúncio45377744
- Id do anunciante52XX
Descrição
"AS APARIÇÕES DE FÁTIMA"
de Costa Brochado
1ª Edição de 1952
Portugália Editora
172 Páginas
A 1.ª edição do livro As Aparições de Fátima, da autoria do historiador e escritor Costa Brochado (Idalino da Costa Brochado), foi publicada em 1952 pela conceituada Portugália Editora, em Lisboa.
Esta obra reveste-se de grande interesse para colecionadores, bibliófilos e investigadores da temática das aparições e do contexto religioso e social português de meados do século XX.
---
Costa Brochado
[Vilarinho/Santo Tirso, 1904 - Lisboa, 1989]
Historiador e jornalista. De seu nome completo Idalino Ferreira da Costa Brochado, frequentou o curso do antigo Instituto Técnico do Porto. Foi redactor do jornal O Comércio do Porto, tendo colaborado também no Diário de Notícias e nas revistas Rumo e Brotéria. Dirigiu o jornal académico Alvor do Porvir, as revistas Terra e Sangue Novo e o jornal A Verdade.
Foi secretário-geral da Associação de Jornalistas e Homens de Letras do Porto e membro da Academia Portuguesa da História. Foi ainda membro da Comissão Promotora do Centenário da Morte de S. João de Deus e da Comissão Nacional e Executiva do V Centenário da Morte do Infante D. Henrique, assim como secretário-geral da Assembleia Nacional durante o regime da ditadura. As suas obras dividem-se entre ensaios de natureza histórica, política e mesmo religiosa.
Foi homem de confiança e secretário particular de Salazar, membro de comissões políticas e comemorativas do regime e autor de uma extensa obra escrita. Os seus textos cobrem a historiografia de figuras e eventos da história de Portugal centrais para o regime de Salazar, bem como da religião católica e da política. Defendeu a ideia de um Estado Social, em oposição ao que chamava "desordem republicana". Rejeitou o comunismo, o demoliberalismo e o liberalismo. Considerava que o corporativismo católico do Papa Leão XIII se manifestava no corporativismo de Salazar. De acordo com o historiador Luís Reis Torgal, Brochado foi um "prático, defensor de 'verdades'" e, "para ele, a 'única verdade política' era Salazar". Pela sua vasta produção intelectual e comprometimento político, teve um papel na condução espiritual da sociedade do seu tempo.
ESGOTADO NAS LIVRARIAS
BOM ESTADO - PORTES GRÁTIS
de Costa Brochado
1ª Edição de 1952
Portugália Editora
172 Páginas
A 1.ª edição do livro As Aparições de Fátima, da autoria do historiador e escritor Costa Brochado (Idalino da Costa Brochado), foi publicada em 1952 pela conceituada Portugália Editora, em Lisboa.
Esta obra reveste-se de grande interesse para colecionadores, bibliófilos e investigadores da temática das aparições e do contexto religioso e social português de meados do século XX.
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Costa Brochado
[Vilarinho/Santo Tirso, 1904 - Lisboa, 1989]
Historiador e jornalista. De seu nome completo Idalino Ferreira da Costa Brochado, frequentou o curso do antigo Instituto Técnico do Porto. Foi redactor do jornal O Comércio do Porto, tendo colaborado também no Diário de Notícias e nas revistas Rumo e Brotéria. Dirigiu o jornal académico Alvor do Porvir, as revistas Terra e Sangue Novo e o jornal A Verdade.
Foi secretário-geral da Associação de Jornalistas e Homens de Letras do Porto e membro da Academia Portuguesa da História. Foi ainda membro da Comissão Promotora do Centenário da Morte de S. João de Deus e da Comissão Nacional e Executiva do V Centenário da Morte do Infante D. Henrique, assim como secretário-geral da Assembleia Nacional durante o regime da ditadura. As suas obras dividem-se entre ensaios de natureza histórica, política e mesmo religiosa.
Foi homem de confiança e secretário particular de Salazar, membro de comissões políticas e comemorativas do regime e autor de uma extensa obra escrita. Os seus textos cobrem a historiografia de figuras e eventos da história de Portugal centrais para o regime de Salazar, bem como da religião católica e da política. Defendeu a ideia de um Estado Social, em oposição ao que chamava "desordem republicana". Rejeitou o comunismo, o demoliberalismo e o liberalismo. Considerava que o corporativismo católico do Papa Leão XIII se manifestava no corporativismo de Salazar. De acordo com o historiador Luís Reis Torgal, Brochado foi um "prático, defensor de 'verdades'" e, "para ele, a 'única verdade política' era Salazar". Pela sua vasta produção intelectual e comprometimento político, teve um papel na condução espiritual da sociedade do seu tempo.
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