"AS COMPANHIAS POMBALINAS" de António Carreira - 2ª Edição de 1983
Preço: 20 €"AS COMPANHIAS POMBALINAS" de António Carreira - 2ª Edição de 1983
Especificações
- TipoVenda
- ConcelhoCascais
- FreguesiaCarcavelos e Parede
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- Id do anunciante9
Descrição
"AS COMPANHIAS POMBALINAS"
De Grão Pará e Maranhão e Pernambuco e Paraíba
de António Carreira
2ª Edição de 1983
Editorial Presença
Coleção: Biblioteca de Textos Universitários Nº 57
426 Páginas
"As Companhias Pombalinas" de António Carreira é um livro fundamental sobre as grandes companhias monopolistas criadas durante o período do Marquês de Pombal em Portugal, focando-se nas do Grão-Pará e Maranhão, e Pernambuco e Paraíba, abordando a sua organização, impacto no Brasil Colonial e comércio. Publicado pela Editorial Presença em 1983, é uma obra de História de Portugal e do Brasil, rica em dados, mapas e análises sobre a economia e administração pombalina, sendo uma referência para entender o período colonial português.
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António Barbosa Carreira.
Nascimento: 28 Out 1905, São Filipe, Fogo, Cabo Verde
Óbito: 22 Abr 1988, Lisboa, , Lisboa, Portugal com 82 anos de idade
Encontra-se sepultado no Fogo desde 1994. Tinha o curso do Instituto Superior de Estudos Ultramarinos (então designado Altos Estudos Ultramarinos) concluido em em 1949. Reformou-se em 1954. Mais tarde, já como investigador de reconhecido mérito, estabeleceu-se em Portugal. Foi, póstumamente, em 5 de Julho de 1994, feito Oficial da Ordem do Vulcão pela República de Cabo Verde. Homem com uma grande curiosidade intelectual, na primeira fase das suas investigações debruçou-se exclusivamente sobre a actual Guiné-Bissau cujas tribos começou por estudar (fazendo uma pesquisa de campo) tendo deixado colaboração dispersa pela imprensa da então colónia. Colaborou também em várias revistas de caracter cultural como Revista do Centro de Estudos de Cabo Verde - Série de Ciências Humanas, Raízes, Ponto & Vírgula, Boletim Cultural da Guiné, Garcia de Orta, Revista Geográfica, Revista Ultramar, Revista do Centro de Estudo Demográfico do Instituto Nacional de Estatistica, Revista de História Económica e Social, Cadernos de Antropologia, etc. Publicou os seguintes trabalhos, na maioria, de carácter etnológico: Mandingas, ed. Cosmos, Lisboa, S/D, 39 p.; Costumes Mandingas, ed. Cosmos, Lisboa, 1936, 28 p.; Vida, Religião e Morte dos Mandingas, id., id., 1938, 46 p.; Mandingas da Guiné Portuguesa, id., id., 1947, 324 p.; Vida Social dos Manjacas, id., id., 1947, 184 p.; Subsídios para o estudo da língua Manjaca, id., 1947, 175 p., co-autor; Mutilações Corporais e Pinturas Cutâneas Rituais dos Negros da Guiné Portuguesa, Bissau, 1950; Movimento Natural da População não Civilizada da Circunscrição Administrativa de Cacheu; Censo geral da População não Civilizada de 1950; O fundamento dos etnónimos na Guiné Portuguesa, (Garcia de Horta, vol. 10, nº 2, 1962); Duas cartas topográficas de Graça Falcão (1894-1897) e a expansão do islamismo no rio Farim, (Garcia de Horta, vol. 11, nº 2, 1963), editado também em Separatas. Agrupamento de Estudos de Cartografia Antiga, nº 6, 24 p.; Contribuição para o estudo das mutilações genitais na Guiné Portuguesa. Do arrancamento da pele dos cadáveres e da necrofagia na Guiné Portuguesa, Lisboa, 1963, in: Estudos sobre a Etnologia do Ultramar Português, Junta de Investigações do Ultramar, Série Estudos, Ensaios e Documentos, nº 102, vol. 3; Antroponímia da Guiné Portuguesa, co-autor com Fernando Quintino, 2 vols, Lisboa, Junta de Investigações do Ultramar, 1º vol. Memória no 49, 1964, 432 p. e 2º vol., nº 52, 1966, 187 p. Depois, voltou a sua atenção para a sua terra natal e seguiram-se então os trabalhos de carácter históricos: Panaria cabo-verdiano guineense, Imprensa Portuguesa, Porto, 1969, 175 p. (2ª ed. do Instituto Caboverdeano do Livro, 1983, 226 p. + 72 extra-textos); As companhias pombalinas de navegação comércio e tráfico de escravos entre a costa africana e o nordeste brasileiro, Imprensa Nacional, Porto, 1969, 565 p.; Cabo Verde-Formação e extinção de uma sociedade escravocrata (1460-1878), Centro de Estudos da Guiné Portuguesa, Imprensa Portuguesa, Porto, 1972, 580 p. (2ª ed. do Instituto de Promoção Cultural, Praia, 2000, c/ o patrocínio do Banco de Cabo Verde); Cabo Verde - Classes sociais . Estrutura familiar . Migrações, Lisboa, 1977, Edições Ulmeiro, 88 p.; Migrações, nas ilhas de Cabo Verde, Lisboa, 1977, Univ. Nova de Lisboa, (2ª ed. do Instituto Caboverdeano do Livro, 1983, 322 p.) traduzido para o inglês por Christopher Fyje com o título "The people of the Cape Verde Islands - Explotation and Emigration", Connecticut, 1982, (printed in Hong Kong), 224 p.; Notas sobre o tráfico português de escravos, Lisboa, 1978, Univ. Nova de Lisboa, 82 p.; O tráfico português de escravos na Costa Oriental Africana nos começos do século XIX. (Estudo de um caso), Lisboa, 1979, Junta de Investigações Científicas do Ultramar, série Estudos de Antropologia Cultural e Social, nº 12
ESGOTADO NAS LIVRARIAS
ÓPTIMO ESTADO - PORTES GRÁTIS
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"As Companhias Pombalinas" de António Carreira é um livro fundamental sobre as grandes companhias monopolistas criadas durante o período do Marquês de Pombal em Portugal, focando-se nas do Grão-Pará e Maranhão, e Pernambuco e Paraíba, abordando a sua organização, impacto no Brasil Colonial e comércio. Publicado pela Editorial Presença em 1983, é uma obra de História de Portugal e do Brasil, rica em dados, mapas e análises sobre a economia e administração pombalina, sendo uma referência para entender o período colonial português.
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António Barbosa Carreira.
Nascimento: 28 Out 1905, São Filipe, Fogo, Cabo Verde
Óbito: 22 Abr 1988, Lisboa, , Lisboa, Portugal com 82 anos de idade
Encontra-se sepultado no Fogo desde 1994. Tinha o curso do Instituto Superior de Estudos Ultramarinos (então designado Altos Estudos Ultramarinos) concluido em em 1949. Reformou-se em 1954. Mais tarde, já como investigador de reconhecido mérito, estabeleceu-se em Portugal. Foi, póstumamente, em 5 de Julho de 1994, feito Oficial da Ordem do Vulcão pela República de Cabo Verde. Homem com uma grande curiosidade intelectual, na primeira fase das suas investigações debruçou-se exclusivamente sobre a actual Guiné-Bissau cujas tribos começou por estudar (fazendo uma pesquisa de campo) tendo deixado colaboração dispersa pela imprensa da então colónia. Colaborou também em várias revistas de caracter cultural como Revista do Centro de Estudos de Cabo Verde - Série de Ciências Humanas, Raízes, Ponto & Vírgula, Boletim Cultural da Guiné, Garcia de Orta, Revista Geográfica, Revista Ultramar, Revista do Centro de Estudo Demográfico do Instituto Nacional de Estatistica, Revista de História Económica e Social, Cadernos de Antropologia, etc. Publicou os seguintes trabalhos, na maioria, de carácter etnológico: Mandingas, ed. Cosmos, Lisboa, S/D, 39 p.; Costumes Mandingas, ed. Cosmos, Lisboa, 1936, 28 p.; Vida, Religião e Morte dos Mandingas, id., id., 1938, 46 p.; Mandingas da Guiné Portuguesa, id., id., 1947, 324 p.; Vida Social dos Manjacas, id., id., 1947, 184 p.; Subsídios para o estudo da língua Manjaca, id., 1947, 175 p., co-autor; Mutilações Corporais e Pinturas Cutâneas Rituais dos Negros da Guiné Portuguesa, Bissau, 1950; Movimento Natural da População não Civilizada da Circunscrição Administrativa de Cacheu; Censo geral da População não Civilizada de 1950; O fundamento dos etnónimos na Guiné Portuguesa, (Garcia de Horta, vol. 10, nº 2, 1962); Duas cartas topográficas de Graça Falcão (1894-1897) e a expansão do islamismo no rio Farim, (Garcia de Horta, vol. 11, nº 2, 1963), editado também em Separatas. Agrupamento de Estudos de Cartografia Antiga, nº 6, 24 p.; Contribuição para o estudo das mutilações genitais na Guiné Portuguesa. Do arrancamento da pele dos cadáveres e da necrofagia na Guiné Portuguesa, Lisboa, 1963, in: Estudos sobre a Etnologia do Ultramar Português, Junta de Investigações do Ultramar, Série Estudos, Ensaios e Documentos, nº 102, vol. 3; Antroponímia da Guiné Portuguesa, co-autor com Fernando Quintino, 2 vols, Lisboa, Junta de Investigações do Ultramar, 1º vol. Memória no 49, 1964, 432 p. e 2º vol., nº 52, 1966, 187 p. Depois, voltou a sua atenção para a sua terra natal e seguiram-se então os trabalhos de carácter históricos: Panaria cabo-verdiano guineense, Imprensa Portuguesa, Porto, 1969, 175 p. (2ª ed. do Instituto Caboverdeano do Livro, 1983, 226 p. + 72 extra-textos); As companhias pombalinas de navegação comércio e tráfico de escravos entre a costa africana e o nordeste brasileiro, Imprensa Nacional, Porto, 1969, 565 p.; Cabo Verde-Formação e extinção de uma sociedade escravocrata (1460-1878), Centro de Estudos da Guiné Portuguesa, Imprensa Portuguesa, Porto, 1972, 580 p. (2ª ed. do Instituto de Promoção Cultural, Praia, 2000, c/ o patrocínio do Banco de Cabo Verde); Cabo Verde - Classes sociais . Estrutura familiar . Migrações, Lisboa, 1977, Edições Ulmeiro, 88 p.; Migrações, nas ilhas de Cabo Verde, Lisboa, 1977, Univ. Nova de Lisboa, (2ª ed. do Instituto Caboverdeano do Livro, 1983, 322 p.) traduzido para o inglês por Christopher Fyje com o título "The people of the Cape Verde Islands - Explotation and Emigration", Connecticut, 1982, (printed in Hong Kong), 224 p.; Notas sobre o tráfico português de escravos, Lisboa, 1978, Univ. Nova de Lisboa, 82 p.; O tráfico português de escravos na Costa Oriental Africana nos começos do século XIX. (Estudo de um caso), Lisboa, 1979, Junta de Investigações Científicas do Ultramar, série Estudos de Antropologia Cultural e Social, nº 12
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