"AS LÁGRIMAS DE EROS" de Georges Bataille - 2ª Edição de 2015
Preço: 10 €"AS LÁGRIMAS DE EROS" de Georges Bataille - 2ª Edição de 2015
Especificações
- TipoVenda
- ConcelhoCascais
- FreguesiaCarcavelos e Parede
- Id do anúncio44319948
- Id do anunciante81CC
Descrição
"AS LÁGRIMAS DE EROS"
de Georges Bataille
Tradução e apresentação de Aníbal Fernandes
2ª Edição de 2015
SISTEMA SOLAR
126 Páginas
Ilustrado
Em As Lágrimas de Eros, que ficou como seu último texto publicado em vida (1961), Bataille reafirma em mais extenso o que já estava lateralmente enunciado por textos anteriores. Uma frase de «La Signification de l Érotisme» como que se fez pré-anúncio do programa dos seus capítulos: «Desde o berço até à morte, a sexualidade é base de uma agitação que o ingénuo pensamento comum, imbuído de idealismo, conhece mal»; em «Genèse» deixou registado o que poderia ser seu sumário: «O erotismo é um abismo. Querer iluminar-lhe a profundidade exige ao mesmo tempo grande vontade e uma lucidez tranquila, a consciência de tudo o que uma intenção tão contrária ao senso geral põe em causa; ele é, de facto, o mais horrível e também o mais sagrado»; em «La Souveraineté» referiu-se ao carácter, indissociável do comportamento erótico da humanidade, que é também central nesta sua exposição: «As proibições mantêm o mundo organizado pelo trabalho - e, possivelmente, até onde podem fazê-lo - ao abrigo da perturbação que a morte e a sexualidade imparavelmente lhe introduzem: esta animalidade em nós perdurável e, podemos acrescentar, constantemente introduzida pela vida e pela natureza que são como uma lama de onde saímos». Recorrência e confirmação, que sempre lhe foram caras, de «já tudo ter estado em tudo», sucessivas lâminas numa obra que se completa, rediz e a todo o momento reconstrói.
[ Da Introdução de Aníbal Fernandes ]
---
Georges Bataille 1897 a 1962) foi um escritor, filósofo, ensaísta e crítico francês. Entre os episódios mais marcantes da sua vida, encontra-se a mobilização para a Primeira Guerra Mundial, a adesão ao catolicismo e subsequente perda de fé, a experiência da psicanálise e o contacto com o movimento surrealista, de que posteriormente se veio a desvincular, o envolvimento com o círculo comunista democrático ou a luta contra o fascismo. A sua obra foi escrita sob o signo do excesso, do sagrado, da transgressão e do erotismo.
NOVO - PORTES GRÁTIS
de Georges Bataille
Tradução e apresentação de Aníbal Fernandes
2ª Edição de 2015
SISTEMA SOLAR
126 Páginas
Ilustrado
Em As Lágrimas de Eros, que ficou como seu último texto publicado em vida (1961), Bataille reafirma em mais extenso o que já estava lateralmente enunciado por textos anteriores. Uma frase de «La Signification de l Érotisme» como que se fez pré-anúncio do programa dos seus capítulos: «Desde o berço até à morte, a sexualidade é base de uma agitação que o ingénuo pensamento comum, imbuído de idealismo, conhece mal»; em «Genèse» deixou registado o que poderia ser seu sumário: «O erotismo é um abismo. Querer iluminar-lhe a profundidade exige ao mesmo tempo grande vontade e uma lucidez tranquila, a consciência de tudo o que uma intenção tão contrária ao senso geral põe em causa; ele é, de facto, o mais horrível e também o mais sagrado»; em «La Souveraineté» referiu-se ao carácter, indissociável do comportamento erótico da humanidade, que é também central nesta sua exposição: «As proibições mantêm o mundo organizado pelo trabalho - e, possivelmente, até onde podem fazê-lo - ao abrigo da perturbação que a morte e a sexualidade imparavelmente lhe introduzem: esta animalidade em nós perdurável e, podemos acrescentar, constantemente introduzida pela vida e pela natureza que são como uma lama de onde saímos». Recorrência e confirmação, que sempre lhe foram caras, de «já tudo ter estado em tudo», sucessivas lâminas numa obra que se completa, rediz e a todo o momento reconstrói.
[ Da Introdução de Aníbal Fernandes ]
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Georges Bataille 1897 a 1962) foi um escritor, filósofo, ensaísta e crítico francês. Entre os episódios mais marcantes da sua vida, encontra-se a mobilização para a Primeira Guerra Mundial, a adesão ao catolicismo e subsequente perda de fé, a experiência da psicanálise e o contacto com o movimento surrealista, de que posteriormente se veio a desvincular, o envolvimento com o círculo comunista democrático ou a luta contra o fascismo. A sua obra foi escrita sob o signo do excesso, do sagrado, da transgressão e do erotismo.
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