"ÁSIA PORTUGUESA" 6 volumes de Manuel de Faria e Sousa - 1ª 1dição de 1945 a 1947
Preço: 70 €"ÁSIA PORTUGUESA" 6 volumes de Manuel de Faria e Sousa - 1ª 1dição de 1945 a 1947
Especificações
- TipoVenda
- ConcelhoCascais
- FreguesiaCarcavelos e Parede
- Id do anúncio44982522
- Id do anunciante3RR
Descrição
"ÁSIA PORTUGUESA" 6 volumes
de Manuel de Faria e Sousa
Tradução de Isabel Ferreira do Amaral Pereira de Matos e Maria Vitória Garcia Santos Ferreira
Introdução de M. Lopes d´Almeida
1ª 1dição de 1945 a 1947
Livraria Civilização Editora - Porto
Coleção Biblioteca Histórica de Portugal e Brasil - Série Ultramarina Nº VI
308 + 376 + 360 + 416 + 360 + 648 Páginas
Obra ilustrada com diversas gravuras e mapas, de grande importância para o estudo da presença portuguesa no continente Asiático.
A obra que aqui se apresenta da autoria de Manuel de Faria e Sousa publicada postumamente no século XVII, descreve as conquistas e explorações dos portugueses na Ásia durante os séculos XVI e XVII. A obra é uma das mais importantes fontes históricas sobre o período das navegações portuguesas e a expansão marítima do Império Português na Ásia.
A presente edição, tem a tradução de Maria Vitória Garcia Santos Ferreira, e é composta por seis volumes.
A Ásia Portuguesa é um breviário das Décadas: não só da obra de Barros, mas também da dos seus mais imediatos continuadores, entenda-se.
Por aquela palavra exprimiu concisamente Faria e Sousa o carácter fundamental do seu «poema histórico», verdadeiro monumento erguido para glória da acção dos portugueses no mundo como pioneiros da civilização cristã. A expansão dos portugueses por todos os mares e terras as mais distantes, seu intemerato zêlo apostólico e espírito de missão ilustraram o «Templo da Fama Católica» e onde quer que tremularam as «sagradas quinas» lá ficou em depósito testemunho imorredoiro de acção heróica.
A construção do «luzido Império» português era na realidade a digna matéria historial a tentar um homem que desde a mais tenra idade amara com singularidade as letras humanas, e entre elas a História, que estimava superiormente e desejava escrever com ousada novidade.
«El argumento de los tomos que adelante aparecen, es lo que obraron los portugueses en el descubrimiento del viaje de la India por el Oceano; y los actos con que se hizieron dueños de pedaços de la Asia, tan preciosos, y dilatados que componen un luzido Imperio. Esto desde los primeros passos que se dieron para esta empresa asta oy». i
n Introdução do Volume I
---
Manuel de Faria e Sousa (Felgueiras, Pombeiro de Ribavizela, 18 de março de 1590 Madrid, 3 de junho de 1649) foi um fidalgo, humanista, escritor, poeta, crítico, historiador, filólogo e moralista português. As suas obras foram quase todas escritas em língua castelhana, pátria que adoptou. Foi Comendador da Ordem de Cristo.
Destacou-se como um dos maiores divulgadores e comentadores da obra de Luís de Camões, publicando uma célebre edição comentada de Os Lusíadas em 1639.
Dedicou-se a registar a história da expansão ibérica com obras volumosas como a Europa Portuguesa, África Portuguesa e Ásia Portuguesa
Reuniu centenas de sonetos, éclogas e madrigais reunidos na sua compilação Fuente de Aganipe y Rimas Várias. Demonstrou grande interesse por trabalhos nobiliários, traduzindo e anotando manuscritos sobre as linhagens nobres portuguesas
ESGOTADO E RARO
4º VOLUME COM VESTÍGIOS DE TER APANHADO ÁGUA MAS INTEIRAMENTE LEGÍVEL.
BOM ESTADO GERAL - PORTES GRÁTIS
de Manuel de Faria e Sousa
Tradução de Isabel Ferreira do Amaral Pereira de Matos e Maria Vitória Garcia Santos Ferreira
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308 + 376 + 360 + 416 + 360 + 648 Páginas
Obra ilustrada com diversas gravuras e mapas, de grande importância para o estudo da presença portuguesa no continente Asiático.
A obra que aqui se apresenta da autoria de Manuel de Faria e Sousa publicada postumamente no século XVII, descreve as conquistas e explorações dos portugueses na Ásia durante os séculos XVI e XVII. A obra é uma das mais importantes fontes históricas sobre o período das navegações portuguesas e a expansão marítima do Império Português na Ásia.
A presente edição, tem a tradução de Maria Vitória Garcia Santos Ferreira, e é composta por seis volumes.
A Ásia Portuguesa é um breviário das Décadas: não só da obra de Barros, mas também da dos seus mais imediatos continuadores, entenda-se.
Por aquela palavra exprimiu concisamente Faria e Sousa o carácter fundamental do seu «poema histórico», verdadeiro monumento erguido para glória da acção dos portugueses no mundo como pioneiros da civilização cristã. A expansão dos portugueses por todos os mares e terras as mais distantes, seu intemerato zêlo apostólico e espírito de missão ilustraram o «Templo da Fama Católica» e onde quer que tremularam as «sagradas quinas» lá ficou em depósito testemunho imorredoiro de acção heróica.
A construção do «luzido Império» português era na realidade a digna matéria historial a tentar um homem que desde a mais tenra idade amara com singularidade as letras humanas, e entre elas a História, que estimava superiormente e desejava escrever com ousada novidade.
«El argumento de los tomos que adelante aparecen, es lo que obraron los portugueses en el descubrimiento del viaje de la India por el Oceano; y los actos con que se hizieron dueños de pedaços de la Asia, tan preciosos, y dilatados que componen un luzido Imperio. Esto desde los primeros passos que se dieron para esta empresa asta oy». i
n Introdução do Volume I
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Manuel de Faria e Sousa (Felgueiras, Pombeiro de Ribavizela, 18 de março de 1590 Madrid, 3 de junho de 1649) foi um fidalgo, humanista, escritor, poeta, crítico, historiador, filólogo e moralista português. As suas obras foram quase todas escritas em língua castelhana, pátria que adoptou. Foi Comendador da Ordem de Cristo.
Destacou-se como um dos maiores divulgadores e comentadores da obra de Luís de Camões, publicando uma célebre edição comentada de Os Lusíadas em 1639.
Dedicou-se a registar a história da expansão ibérica com obras volumosas como a Europa Portuguesa, África Portuguesa e Ásia Portuguesa
Reuniu centenas de sonetos, éclogas e madrigais reunidos na sua compilação Fuente de Aganipe y Rimas Várias. Demonstrou grande interesse por trabalhos nobiliários, traduzindo e anotando manuscritos sobre as linhagens nobres portuguesas
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Raul Ribeiro
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Localização
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