"BARRANCO DE CEGOS" de Alves Redol - 2ª Edição s/d
Preço: 20 €"BARRANCO DE CEGOS" de Alves Redol - 2ª Edição s/d
Especificações
- TipoVenda
- ConcelhoCascais
- FreguesiaCarcavelos e Parede
- Id do anúncio44845329
- Id do anunciante72MM
Descrição
"BARRANCO DE CEGOS"
de Alves Redol
2ª Edição revista pelo autor s/d
Portugália Editora
Coleção Contemporânea Nº 29
404 Páginas
Um dos livros básicos do neorrealismo português, Barranco de Cegos é mais uma manifestação da fidelidade de Alves Redol as raízes que o prendem ao povo, que retratou por recurso a uma arte realista e desmistificadora, mas encadeada, nesta obra, numa invulgar tessitura de todas as suas possibilidades estilísticas e morais Povo ainda e sempre, surge neste romance um outro ou novo quadro social que Redol explora em profundidade a história de uma família de grandes proprietários ribatejanos com fundas reminiscências feudais, encabeçada pela figura poderosa de um Diogo Relvas, tipo distinto na literatura portuguesa de todos os tempos, velho lavrador cruel e bondoso, tirano e, não obstante tocado pela necessidade de justiça, a um tempo humano e desumano.
Todo este quadro é desenhado numa linguagem límpida e voraz, doseada no populismo e no símbolo poético, rude e delicada, tão apta na descrição das grandes panorâmicas como sagaz na subtileza
dos recortes humanos.
---
Escritor português, natural de Vila Franca de Xira, António Alves Redol nasceu a 29 de dezembro de 1911 e faleceu 29 de novembro de 1969. Figura central do Neorrealismo português, foi autor de uma vasta obra ficcional, que inclui o teatro e o conto.
Filho de um pequeno comerciante ribatejano, obteve um curso comercial e, cedo, teve de se iniciar no mundo do trabalho. Ainda jovem, partiu para Angola à procura de melhores condições de trabalho, mas lá conheceu a pobreza e o desemprego. De regresso a Portugal, à capital, desenvolveu várias atividades profissionais e enveredou nos meandros da oposição ao Estado Novo ingressando no Partido Comunista. De início, tornou-se colaborador do jornal O Diabo, mas a sua veia literária acabaria por se manifestar em 1939. Empenhado na luta de resistência ao regime salazarista, compreendeu a literatura como forma de intervenção social e, nesse mesmo ano, surgiu o seu primeiro romance, Gaibéus, cujo assunto, relacionado com problemas sócio-económicos vividos pelos ceifeiros, fez desta obra o marco do aparecimento do Neorrealismo.
A sua literatura não se caracteriza pela escrita de histórias ficcionadas, mas essencialmente pela abordagem da realidade social e de experiências vividas.
ESGOTADO NESTA 2ª EDIÇÃO
COM UMA ASSINATURA DE POSSE NA 1ª PÁGINA EM BRANCO DO LIVRO
BOM ESTADO - PORTES GRÁTIS
de Alves Redol
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Um dos livros básicos do neorrealismo português, Barranco de Cegos é mais uma manifestação da fidelidade de Alves Redol as raízes que o prendem ao povo, que retratou por recurso a uma arte realista e desmistificadora, mas encadeada, nesta obra, numa invulgar tessitura de todas as suas possibilidades estilísticas e morais Povo ainda e sempre, surge neste romance um outro ou novo quadro social que Redol explora em profundidade a história de uma família de grandes proprietários ribatejanos com fundas reminiscências feudais, encabeçada pela figura poderosa de um Diogo Relvas, tipo distinto na literatura portuguesa de todos os tempos, velho lavrador cruel e bondoso, tirano e, não obstante tocado pela necessidade de justiça, a um tempo humano e desumano.
Todo este quadro é desenhado numa linguagem límpida e voraz, doseada no populismo e no símbolo poético, rude e delicada, tão apta na descrição das grandes panorâmicas como sagaz na subtileza
dos recortes humanos.
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Escritor português, natural de Vila Franca de Xira, António Alves Redol nasceu a 29 de dezembro de 1911 e faleceu 29 de novembro de 1969. Figura central do Neorrealismo português, foi autor de uma vasta obra ficcional, que inclui o teatro e o conto.
Filho de um pequeno comerciante ribatejano, obteve um curso comercial e, cedo, teve de se iniciar no mundo do trabalho. Ainda jovem, partiu para Angola à procura de melhores condições de trabalho, mas lá conheceu a pobreza e o desemprego. De regresso a Portugal, à capital, desenvolveu várias atividades profissionais e enveredou nos meandros da oposição ao Estado Novo ingressando no Partido Comunista. De início, tornou-se colaborador do jornal O Diabo, mas a sua veia literária acabaria por se manifestar em 1939. Empenhado na luta de resistência ao regime salazarista, compreendeu a literatura como forma de intervenção social e, nesse mesmo ano, surgiu o seu primeiro romance, Gaibéus, cujo assunto, relacionado com problemas sócio-económicos vividos pelos ceifeiros, fez desta obra o marco do aparecimento do Neorrealismo.
A sua literatura não se caracteriza pela escrita de histórias ficcionadas, mas essencialmente pela abordagem da realidade social e de experiências vividas.
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