"Breve História do Indivíduo" de Tom Thomas - 1ª Edição de 1997
Preço: 10 €"Breve História do Indivíduo" de Tom Thomas - 1ª Edição de 1997
Especificações
- TipoVenda
- ConcelhoCascais
- FreguesiaCarcavelos e Parede
- Id do anúncio43632033
- Id do anunciante98pp
Descrição
"Breve História do Indivíduo"
de Tom Thomas
1ª Edição de 1997
Edições Dinossauro
198 Páginas
Por que, nas sociedades contemporâneas, a liberdade individual é exaltada como o valor supremo e os indivíduos se encontram, na maioria das vezes, negados, esmagados, alienados em sua realidade cotidiana ? Foi para a elucidação desta notável contradição que Tom Thomas concentrou. Retomando as intuições deslumbrantes de Marx sobre este assunto, espalhadas por toda a sua obra, ele pinta amplamente uma história da individualidade, desde as sociedades primitivas até os dias atuais. Recorda em particular como o desenvolvimento das relações de mercado, então capitalistas, emancipou simultaneamente os indivíduos das relações pessoais de dependência, ao isolá-los uns dos outros, tornando-os mutuamente indiferentes e rivais, ao mesmo tempo que os coloca dependentes destas « abstrações concretas » que têm os nomes mercadoria, moeda, capital, preço, lucro, etc.
Contradição que só pode exacerbar a exigência de autonomia individual ao ritmo da socialização das forças produtivas, e em particular da ciência, para conduzir ao projecto de uma sociedade em que « o livre desenvolvimento de cada pessoa será a condição para o livre desenvolvimento de todos os », utilizar os termos pelos quais, a partir do Manifesto, Marx e Engels definiram o comunismo. Projecto de que as tremendas perspectivas de redução das horas de trabalho necessárias abertas pelas novas tecnologias estão a arrancar o domínio da utopia.
---
Tom Thomas, economista, urbanista e ativista. É autor de inúmeras obras de análise política.
ESGOTADO NAS LIVRARIAS
COMO NOVO - PORTES GRÁTIS
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Por que, nas sociedades contemporâneas, a liberdade individual é exaltada como o valor supremo e os indivíduos se encontram, na maioria das vezes, negados, esmagados, alienados em sua realidade cotidiana ? Foi para a elucidação desta notável contradição que Tom Thomas concentrou. Retomando as intuições deslumbrantes de Marx sobre este assunto, espalhadas por toda a sua obra, ele pinta amplamente uma história da individualidade, desde as sociedades primitivas até os dias atuais. Recorda em particular como o desenvolvimento das relações de mercado, então capitalistas, emancipou simultaneamente os indivíduos das relações pessoais de dependência, ao isolá-los uns dos outros, tornando-os mutuamente indiferentes e rivais, ao mesmo tempo que os coloca dependentes destas « abstrações concretas » que têm os nomes mercadoria, moeda, capital, preço, lucro, etc.
Contradição que só pode exacerbar a exigência de autonomia individual ao ritmo da socialização das forças produtivas, e em particular da ciência, para conduzir ao projecto de uma sociedade em que « o livre desenvolvimento de cada pessoa será a condição para o livre desenvolvimento de todos os », utilizar os termos pelos quais, a partir do Manifesto, Marx e Engels definiram o comunismo. Projecto de que as tremendas perspectivas de redução das horas de trabalho necessárias abertas pelas novas tecnologias estão a arrancar o domínio da utopia.
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