"CADERNOS DE GUERRA (1939 a 1940)" de Jean-Paul Sartre - 1ª Edição de 1985


Especificações


Descrição

"CADERNOS DE GUERRA (1939 a 1940)"
de Jean-Paul Sartre

1ª Edição de 1985
DIFEL Editorial
340 Páginas

Jean-Paul Sartre (1905 a 1980) é dos mais importantes vultos intelectuais do nosso século. Distribui as suas ideias e o seu talento por quatro campos específicos: a filosofia, o romance (ou a novela ou o conto), o teatro e a crítica (ou o ensaio).
O seu primeiro título (em 1936) foi L' Essai sur Ia Transcendence de l' Ego. Depois: La Nausée (romance) e Les Mouches (teatro).
Fundador da filosofia existencialista, colocou sempre a questão (a si próprio e aos outros, reformulando-a periodicamente), da liberdade do homem e da sua responsabilidade.
Envolvido desde muito cedo nos problemas políticos que afectam o seu tempo, analisa o estalinismo (e a desestalinização) em Situations VI e Situations VII.
Mais tarde, envolve-se na campanha contra a guerra da Argélia, defendendo a descolonização e faz parte do Tribunal Russell durante a guerra do Vietname, para julgar os crimes de guerra americanos.
Grande polemista, deixou uma obra vasta, profunda e multifacetada.
Cadernos de Guerra (Carnets de Ia Drôle de Guerre) é uma obra póstuma, publicada em França em 1983. Nela o empenhamento, a inteligência e a sedução da escrita de Sartre afirmam a sua modernidade e o seu fulgor.

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PRÉMIO NOBEL DA LITERATURA 1964
(recusado pelo autor)

Jean-Paul Sartre nasceu em Paris a 21 de junho de 1905. Em 1924 ingressou na École Normale Supérieure, onde despertou o seu interesse pela filosofia e conheceu aquela que viria a tornar-se a sua companheira de vida, Simone de Beauvoir. Em 1938 publicou o seu primeiro romance, A Náusea, texto centrado no tema do absurdo da existência que não só alcançou imediato êxito literário como desde logo anunciou Sartre como um dos expoentes do pensamento filosófico francês do século xx. Desdobrando a sua atividade literária pelos mais diversos géneros, destacam-se da sua obra os ensaios O Ser e o Nada e Crítica da Razão Dialética, peças de teatro como As Moscas e As Mãos Sujas ou a autobiografia As Palavras. Em 1964 foi galardoado com o Prémio Nobel da Literatura, que recusou como protesto contra os valores da sociedade burguesa.
Morreu a 15 de abril de 1980, em Paris.

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