"CAPITÃES DO BRASIL" de Elaine Sanceau - 1ª Edição de 1956
Preço: 20 €"CAPITÃES DO BRASIL" de Elaine Sanceau - 1ª Edição de 1956
Especificações
- TipoVenda
- ConcelhoCascais
- FreguesiaCarcavelos e Parede
- Id do anúncio44087678
- Id do anunciante53yy
Descrição
"CAPITÃES DO BRASIL"
de Elaine Sanceau
Tradução de António Álvaro Dória
1ª Edição de 1956
Livraria Civilização Editora
Coleção Peregrina
444 Páginas
Ilustrado em extratexto com fotogravuras a preto e branco e a cores, impressas sobre papel couchê.
Este livro abrange o período entre o descobrimento oficial do Brasil por Pedro Alvares Cabral em 1500, até à morte, em 1572, do grande governador Mem de Sá,
data em que, depois dos primeiros anos atribulados da sua existência, a jovem nação brasileira, com a sobrevivência já assegurada, se encontrava com forças vitais para reagir vitoriosamente contra ocupação holandesa do século seguinte.
Os trabalhos e problemas que os primeiros povoadores tiveram de enfrentar são descritos nos 24 capítulos desta obra, que pode dividir-se em três partes:
A primeira trata do descobrimento do Brasil e explorações costeiras até ao momento em que o rei D. João III, vendo os seus direitos disputados por franceses e castelhanos,resolveu repartir em capitanias toda a extensão da costa brasileira, e distribuí-las para serem povoadas, governadas e defendidas pelos respectivos donatários.
A história individual destes donatários, heróis da Índia na sua maioria, e o seu procedimento perante esta nova e perigosa aventura, ocupa os capítulos a seguir, onde vemos um punhado de homens brancos a lutar desesperadamente para manter-se à beira da selva infestada por hordas de canibais selvagens. Abandonados aos seus próprios recursos para resistir ou sucumbir, para financiar a sua empresa ou cair na falência, para organizar a defesa contra as incursões dos selvagens da terra desconhecida e as naus bem armadas dos corsários que atacavam do mar, não admira que poucos dos primeiros capitães tivessem conseguido grandes êxitos. O rei então, vendo-se obrigado a intervir, mudou de plano, nomeando para o Brasil um Governador-Geral encarregado de organizar um forte poder central e fundar uma capital, ao mesmo tempo que enviava os missionários jesuítas para converter e civilizar os aborigenes.
Os trabalhos dos primeiros governadores para estender o domínio político sobre a terra bravia, as aventuras dos padres jesuítas entre os canibais, a fundação das grandes cidades do futuro, e o esforço reunido do poder espiritual e temporal para expulsar o francês Villegagnon e seus homens da ilha na baía do Rio de Janeiro, ocupam os restantes capítulos do livro, que termina com a descrição da pátria brasileira tal como era já no fim do século de Quinhentos.
---
Elaine Sanceau, escritora inglesa de origem francesa, nasceu em Croydon em 1896. Viveu na Suíça e no Brasil. Em 1930, fixou-se no Porto e dedicou-se ao estudo das grandes figuras da nossa História, da qual se tornou especialista. É autora, entre outras, das seguintes obras: D. Henrique, o Navegador, Afonso de Albuquerque, D. João de Castro, A Viagem de Vasco da Gama, D. João II, Capitães do Brasil. Em 1979, postumamente, foi editado o seu estudo Mulheres Portuguesas no Ultramar. Era oficial da Ordem de Santiago da Espada e da Ordem do Infante D. Henrique, membro do Instituto de Coimbra e do Centro de Estudos Históricos Ultramarinos e sócio correspondente da Academia Internacional da Cultura Portuguesa. Em outubro de 1953, foi-lhe atribuída uma bolsa de estudo para visitar as antigas fortalezas portuguesas de Ceuta, Arzila e Tânger. Em 1968 recebeu a Medalha de Ouro da Cidade do Porto, cidade onde faleceu em 1978.
ESGOTADO NAS LIVRARIAS
ÓPTIMO ESTADO - PORTES GRÁTIS
de Elaine Sanceau
Tradução de António Álvaro Dória
1ª Edição de 1956
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444 Páginas
Ilustrado em extratexto com fotogravuras a preto e branco e a cores, impressas sobre papel couchê.
Este livro abrange o período entre o descobrimento oficial do Brasil por Pedro Alvares Cabral em 1500, até à morte, em 1572, do grande governador Mem de Sá,
data em que, depois dos primeiros anos atribulados da sua existência, a jovem nação brasileira, com a sobrevivência já assegurada, se encontrava com forças vitais para reagir vitoriosamente contra ocupação holandesa do século seguinte.
Os trabalhos e problemas que os primeiros povoadores tiveram de enfrentar são descritos nos 24 capítulos desta obra, que pode dividir-se em três partes:
A primeira trata do descobrimento do Brasil e explorações costeiras até ao momento em que o rei D. João III, vendo os seus direitos disputados por franceses e castelhanos,resolveu repartir em capitanias toda a extensão da costa brasileira, e distribuí-las para serem povoadas, governadas e defendidas pelos respectivos donatários.
A história individual destes donatários, heróis da Índia na sua maioria, e o seu procedimento perante esta nova e perigosa aventura, ocupa os capítulos a seguir, onde vemos um punhado de homens brancos a lutar desesperadamente para manter-se à beira da selva infestada por hordas de canibais selvagens. Abandonados aos seus próprios recursos para resistir ou sucumbir, para financiar a sua empresa ou cair na falência, para organizar a defesa contra as incursões dos selvagens da terra desconhecida e as naus bem armadas dos corsários que atacavam do mar, não admira que poucos dos primeiros capitães tivessem conseguido grandes êxitos. O rei então, vendo-se obrigado a intervir, mudou de plano, nomeando para o Brasil um Governador-Geral encarregado de organizar um forte poder central e fundar uma capital, ao mesmo tempo que enviava os missionários jesuítas para converter e civilizar os aborigenes.
Os trabalhos dos primeiros governadores para estender o domínio político sobre a terra bravia, as aventuras dos padres jesuítas entre os canibais, a fundação das grandes cidades do futuro, e o esforço reunido do poder espiritual e temporal para expulsar o francês Villegagnon e seus homens da ilha na baía do Rio de Janeiro, ocupam os restantes capítulos do livro, que termina com a descrição da pátria brasileira tal como era já no fim do século de Quinhentos.
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Elaine Sanceau, escritora inglesa de origem francesa, nasceu em Croydon em 1896. Viveu na Suíça e no Brasil. Em 1930, fixou-se no Porto e dedicou-se ao estudo das grandes figuras da nossa História, da qual se tornou especialista. É autora, entre outras, das seguintes obras: D. Henrique, o Navegador, Afonso de Albuquerque, D. João de Castro, A Viagem de Vasco da Gama, D. João II, Capitães do Brasil. Em 1979, postumamente, foi editado o seu estudo Mulheres Portuguesas no Ultramar. Era oficial da Ordem de Santiago da Espada e da Ordem do Infante D. Henrique, membro do Instituto de Coimbra e do Centro de Estudos Históricos Ultramarinos e sócio correspondente da Academia Internacional da Cultura Portuguesa. Em outubro de 1953, foi-lhe atribuída uma bolsa de estudo para visitar as antigas fortalezas portuguesas de Ceuta, Arzila e Tânger. Em 1968 recebeu a Medalha de Ouro da Cidade do Porto, cidade onde faleceu em 1978.
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