"Chuva Braba" de Manuel Lopes - 2ª Edição de 1965
Preço: 10 €"Chuva Braba" de Manuel Lopes - 2ª Edição de 1965
Especificações
- TipoVenda
- ConcelhoCascais
- FreguesiaCarcavelos e Parede
- Id do anúncio44822190
- Id do anunciante99LL
Descrição
"Chuva Braba"
de Manuel Lopes
2ª Edição de 1965
Editora Ulisseia
Coleção Atlântida Nº 14
262 Páginas
Mané Quim, jovem camponês da Ilha de Santo Antão, vive confrontado com um dilema - aceitar o convite do padrinho e emigrara para a Amazónia, onde o espera uma terra rica, abundante em água e de colheitas fáceis e fartas, ou ficar, com a velha mãe, labutando nas ressequidas courelas, sonhando com a água que lhes dê vida.
Chuva Braba conta a história de Mané Quim dando-nos um retrato veemente desse extraordinário povo que habita Cabo Verde, com a sua doçura, a sua pureza, o seu estoicismo, o seu apego à terra, no quadro grandioso da paisagem de Santo Antão.
Sobre Chuva Braba escreveu Vitorino Nemésio: "uma pequena obra-prima da novelística islenha".
---
Manuel Lopes é um dos nomes mais destacados da história literária de Cabo Verde.
Nasceu em São Vicente em 1907. Ainda criança e após terminada a instrução primária, prosseguiu os seus estudos em Coimbra. Em 1923 estava de novo em Cabo Verde. Publicou os seus primeiros trabalhos literários no Almanaque de Lembranças Luso-Brasileiro. Colaborou nos jornais Notícias de Cabo Verde e Ressurgimento.
Em 1936 fez parte do grupo de escritores que fundou a revista Claridade, com a qual nasceu o primeiro movimento literário cabo-verdiano.
Poeta e ensaísta, notabilizou-se, contudo, pelas suas obras de ficção de que se destacam Chuva Braba (1956, Prémio Fernão Mendes Pinto), O Galo Cantou na Baía (1959, Prémio Fernão Mendes Pinto), e Os Flagelados do Vento Leste (1960, Prémio Meio Milénio do Achamento de Cabo Verde).
ESGOTADO E RARO NESTA EDIÇÃO
CAPA COM SINAIS DE USO
PORTES GRÁTIS
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Mané Quim, jovem camponês da Ilha de Santo Antão, vive confrontado com um dilema - aceitar o convite do padrinho e emigrara para a Amazónia, onde o espera uma terra rica, abundante em água e de colheitas fáceis e fartas, ou ficar, com a velha mãe, labutando nas ressequidas courelas, sonhando com a água que lhes dê vida.
Chuva Braba conta a história de Mané Quim dando-nos um retrato veemente desse extraordinário povo que habita Cabo Verde, com a sua doçura, a sua pureza, o seu estoicismo, o seu apego à terra, no quadro grandioso da paisagem de Santo Antão.
Sobre Chuva Braba escreveu Vitorino Nemésio: "uma pequena obra-prima da novelística islenha".
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Manuel Lopes é um dos nomes mais destacados da história literária de Cabo Verde.
Nasceu em São Vicente em 1907. Ainda criança e após terminada a instrução primária, prosseguiu os seus estudos em Coimbra. Em 1923 estava de novo em Cabo Verde. Publicou os seus primeiros trabalhos literários no Almanaque de Lembranças Luso-Brasileiro. Colaborou nos jornais Notícias de Cabo Verde e Ressurgimento.
Em 1936 fez parte do grupo de escritores que fundou a revista Claridade, com a qual nasceu o primeiro movimento literário cabo-verdiano.
Poeta e ensaísta, notabilizou-se, contudo, pelas suas obras de ficção de que se destacam Chuva Braba (1956, Prémio Fernão Mendes Pinto), O Galo Cantou na Baía (1959, Prémio Fernão Mendes Pinto), e Os Flagelados do Vento Leste (1960, Prémio Meio Milénio do Achamento de Cabo Verde).
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