"CRÓNICA DE D. DINIS" de Rui de Pina - 1ª Edição de 1945
Preço: 25 €"CRÓNICA DE D. DINIS" de Rui de Pina - 1ª Edição de 1945
Especificações
- TipoVenda
- ConcelhoCascais
- FreguesiaCarcavelos e Parede
- Id do anúncio45400537
- Id do anunciante81XX
Descrição
"CRÓNICA DE D. DINIS"
Segundo o códice inédito nº 891 da Biblioteca Publica Municipal do Pôrto, seguida da versão actualizada da edição Ferreiriana de 1726
de Rui de Pina
Biblioteca Histórica de Portugal e Brasil Publicada Sob a Direcção do Visconde de Lagoa da Academia Portuguesa de História
1ª Edição de 1945
Livraria Civilização
Colecção "Biblioteca Histórica - Série Régia"
342 Páginas
D. Dinis de Portugal, o Lavrador e o Rei-Trovador (Lisboa, 9 de outubro de 1261 Santarém, 7 de janeiro de 1325), foi Rei de Portugal e do Algarve de 1279 até à sua morte. Era o filho mais velho do rei D. Afonso III de Portugal e sua segunda esposa D. Beatriz de Castela.
Foi grande amante das artes e letras. Tendo sido um famoso trovador, cultivou cantigas de amigo, de amor e a sátira, contribuindo para o desenvolvimento da poesia trovadoresca na Península Ibérica. Pensa-se ter sido o primeiro monarca português verdadeiramente alfabetizado, tendo assinado sempre com o nome completo.
---
Rui de Pina (Guarda, c. 1440 Guarda, 1522) foi um cronista e diplomata português.
Ao serviço de D. João II, foi incumbido de várias missões diplomáticas, de entre as quais ao Vaticano e se destaca a representação dos interesses portugueses em Barcelona, após a viagem de descoberta de Colombo, procurando delimitar, em negociações que prenunciavam já o Tratado de Tordesilhas, os domínios destinados a Portugal e aqueles destinados a Espanha.
Foi nomeado o nono cronista-mor do reino, guarda-mor da Torre do Tombo e da livraria régia por D. Manuel, em 1497, cargo que ocupou até à sua morte em 1522. A atividade cronística desenvolve-se pelo menos desde 1490, data em que D. João II lhe atribui uma tença para escrever e assentar os feitos famosos asy nossos como de nossos Reynos.
É por vezes acusado de se ter aproveitado de algumas das crónicas desaparecidas de Fernão Lopes.
Mas, de todas as polémicas que envolvem a sua extensa obra, desde o seu mérito como historiador, cuja voz suportou fundamentalmente a versão oficial dos acontecimentos históricos, até aos problemas que decorrem da estrutura e fontes das suas crónicas, apenas se depreende que a obra de Rui de Pina ainda não mereceu um estudo exaustivo que contemple também o estudo estilístico comparativo das suas crónicas e dos textos dos autores de quem é pretenso plagiário ou recompilador.
ESGOTADO NAS LIVRARIAS
BOM ESTADO - PORTES GRÁTIS
Segundo o códice inédito nº 891 da Biblioteca Publica Municipal do Pôrto, seguida da versão actualizada da edição Ferreiriana de 1726
de Rui de Pina
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D. Dinis de Portugal, o Lavrador e o Rei-Trovador (Lisboa, 9 de outubro de 1261 Santarém, 7 de janeiro de 1325), foi Rei de Portugal e do Algarve de 1279 até à sua morte. Era o filho mais velho do rei D. Afonso III de Portugal e sua segunda esposa D. Beatriz de Castela.
Foi grande amante das artes e letras. Tendo sido um famoso trovador, cultivou cantigas de amigo, de amor e a sátira, contribuindo para o desenvolvimento da poesia trovadoresca na Península Ibérica. Pensa-se ter sido o primeiro monarca português verdadeiramente alfabetizado, tendo assinado sempre com o nome completo.
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Rui de Pina (Guarda, c. 1440 Guarda, 1522) foi um cronista e diplomata português.
Ao serviço de D. João II, foi incumbido de várias missões diplomáticas, de entre as quais ao Vaticano e se destaca a representação dos interesses portugueses em Barcelona, após a viagem de descoberta de Colombo, procurando delimitar, em negociações que prenunciavam já o Tratado de Tordesilhas, os domínios destinados a Portugal e aqueles destinados a Espanha.
Foi nomeado o nono cronista-mor do reino, guarda-mor da Torre do Tombo e da livraria régia por D. Manuel, em 1497, cargo que ocupou até à sua morte em 1522. A atividade cronística desenvolve-se pelo menos desde 1490, data em que D. João II lhe atribui uma tença para escrever e assentar os feitos famosos asy nossos como de nossos Reynos.
É por vezes acusado de se ter aproveitado de algumas das crónicas desaparecidas de Fernão Lopes.
Mas, de todas as polémicas que envolvem a sua extensa obra, desde o seu mérito como historiador, cuja voz suportou fundamentalmente a versão oficial dos acontecimentos históricos, até aos problemas que decorrem da estrutura e fontes das suas crónicas, apenas se depreende que a obra de Rui de Pina ainda não mereceu um estudo exaustivo que contemple também o estudo estilístico comparativo das suas crónicas e dos textos dos autores de quem é pretenso plagiário ou recompilador.
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