"DEMOCRACIA" de António Sérgio - 2ª Edição de 1974
Preço: 10 €"DEMOCRACIA" de António Sérgio - 2ª Edição de 1974
Especificações
- TipoVenda
- ConcelhoCascais
- FreguesiaCarcavelos e Parede
- Id do anúncio44737605
- Id do anunciante92JJ
Descrição
"DEMOCRACIA"
de António Sérgio
Edição crítica orientada por Castelo Branco Chaves, Vitorino de Magalhães Godinho, Rui Grácio e Joel Serrão
Organizada por Idalina Sá da Costa e Augusto Abelaira
2ª Edição de 1974
Livraria Sá da Costa Editora
Coleção: Clássicos Sá da Costa
XII + 392 Páginas
Diálogos de Doutrina Democrática
Alocução aos Socialistas
Cartas do Terceiro Homem
Iniciamos a publicação dos escritos políticos de António Sérgio com o presente volume onde se reúnem alguns dos textos mais significativos que directamente abordam o problema da Democracia, preocupação dominante do pensamento político, económico, social e pedagógico do Autor. O tema, que é aliás o título de uma das obras presentes, justifica o título geral que adoptámos para este volume.
Constituem-no quatro obras publicadas isoladamente pelo Autor ao longo de mais de vinte anos: Diálogos de Doutrina Democrática, 1933?; Democracia, 1934; Alocução aos Socialistas no Banquete do Primeiro de Maio de 1947, e Cartas do Terceiro Homem (Porta-voz das «Pedras Vivas» do «Pais Real»), 1953, 1954, 1957.
A organização do presente volume obedeceu a um critério cronológico que permite ao leitor aperceber-se mais facilmente das linhas gerais de evolução, ou concluir mesmo pela invariabilidade, do pensamento político de Sérgio ao longo desses anos.
Da Presente Edição
---
António Sérgio
(n.1883/09/03 m.1969/01/24)
Foi dos pensadores mais marcantes do Portugal contemporâneo, com uma vasta obra que se estende da teoria do conhecimento, à filosofia política e à filosofia da educação, passando pela filosofia da história. Escritor, pensador e pedagogo português, nascido em Damão (1883/09/03), Índia, a sua vida foi dedicada à reforma educacional em Portugal. Filho de um almirante, em virtude de este ter sido Governador do Congo Português, passou a sua meninice em África, e só depois veio radicar-se em Lisboa (1893). Foi para a Escola Naval, mas deixou a Marinha pouco depois de publicar Notas sobre os sonetos e as tendências de Antero de Quental (1908). As suas actividades políticas cedo começaram a surgir, revelando-o um democrata convicto.
Autor assistemático e um dos mestres do polemismo português, permaneceu no entanto sempre fiel a uma via que rotulou de idealismo racionalista e crítico. Sobre as razões do polemismo, entendeu-o sobretudo como uma via de combate no panorama das ideias do seu tempo. Sob o ponto de vista dos conteúdos doutrinários, Sérgio encontrou a filosofia a partir de sua formação de engenheiro, ou seja, a partir da geometria analítica e da física matemática. Não era apenas de filosofia da ciência que se tratava, tratava-se fundamentalmente de uma filosofia com profundas implicações humanas e sociais, regendo o comportamento e a acção de cada um no todo social de que faz parte. Daí uma doutrina cooperativista a nível da economia; uma doutrina democrática a nível da organização política da sociedade; uma filosofia da educação e uma concepção da pedagogia que encara a criança e o jovem como seres activos e criadores; assim, finalmente, uma teoria da cultura e uma teoria da história que o lançou em polémicas célebres sobre os rumos de Portugal.
Defendeu que é no indivíduo, em cada indivíduo, que a unidade da consciência se manifesta: «caminhe-se para a liberdade através da liberdade»! Neste contexto formulou a sua doutrina sobre o socialismo cooperativista, surgindo-lhe o cooperativismo como a forma de organização social mais consentânea com a sua concepção do homem como ser activo e criador. Com a proclamação da República (1910/10/05), passou a trabalhar a favor da reforma da educação no nosso país. Assim, foi um dos fundadores do movimento denominado Renascença Portuguesa, fundamentalmente voltado para as questões educacionais. Criou e dirigiu também várias revistas e jornais que tratavam do assunto, como a revista Pela Grei (1918). Titular da pasta de Instrução Pública (1923), no ministério reformista de Álvaro de Castro. Com a ascensão de Salazar ao poder, foi obrigado a exilar-se em Paris., depois em Madrid, de onde regressou a Portugal depois de ter sido abrangido por uma amnistia.
Morreu em Lisboa a 24 de Janeiro de 1969.
Dos seus livros mais importantes destacam-se: Educação cívica (1915) e os oito volumes de Ensaios (1920 a 1958).
ESGOTADOS NAS LIVRARIAS
BOM ESTADO - PORTES GRÁTIS
de António Sérgio
Edição crítica orientada por Castelo Branco Chaves, Vitorino de Magalhães Godinho, Rui Grácio e Joel Serrão
Organizada por Idalina Sá da Costa e Augusto Abelaira
2ª Edição de 1974
Livraria Sá da Costa Editora
Coleção: Clássicos Sá da Costa
XII + 392 Páginas
Diálogos de Doutrina Democrática
Alocução aos Socialistas
Cartas do Terceiro Homem
Iniciamos a publicação dos escritos políticos de António Sérgio com o presente volume onde se reúnem alguns dos textos mais significativos que directamente abordam o problema da Democracia, preocupação dominante do pensamento político, económico, social e pedagógico do Autor. O tema, que é aliás o título de uma das obras presentes, justifica o título geral que adoptámos para este volume.
Constituem-no quatro obras publicadas isoladamente pelo Autor ao longo de mais de vinte anos: Diálogos de Doutrina Democrática, 1933?; Democracia, 1934; Alocução aos Socialistas no Banquete do Primeiro de Maio de 1947, e Cartas do Terceiro Homem (Porta-voz das «Pedras Vivas» do «Pais Real»), 1953, 1954, 1957.
A organização do presente volume obedeceu a um critério cronológico que permite ao leitor aperceber-se mais facilmente das linhas gerais de evolução, ou concluir mesmo pela invariabilidade, do pensamento político de Sérgio ao longo desses anos.
Da Presente Edição
---
António Sérgio
(n.1883/09/03 m.1969/01/24)
Foi dos pensadores mais marcantes do Portugal contemporâneo, com uma vasta obra que se estende da teoria do conhecimento, à filosofia política e à filosofia da educação, passando pela filosofia da história. Escritor, pensador e pedagogo português, nascido em Damão (1883/09/03), Índia, a sua vida foi dedicada à reforma educacional em Portugal. Filho de um almirante, em virtude de este ter sido Governador do Congo Português, passou a sua meninice em África, e só depois veio radicar-se em Lisboa (1893). Foi para a Escola Naval, mas deixou a Marinha pouco depois de publicar Notas sobre os sonetos e as tendências de Antero de Quental (1908). As suas actividades políticas cedo começaram a surgir, revelando-o um democrata convicto.
Autor assistemático e um dos mestres do polemismo português, permaneceu no entanto sempre fiel a uma via que rotulou de idealismo racionalista e crítico. Sobre as razões do polemismo, entendeu-o sobretudo como uma via de combate no panorama das ideias do seu tempo. Sob o ponto de vista dos conteúdos doutrinários, Sérgio encontrou a filosofia a partir de sua formação de engenheiro, ou seja, a partir da geometria analítica e da física matemática. Não era apenas de filosofia da ciência que se tratava, tratava-se fundamentalmente de uma filosofia com profundas implicações humanas e sociais, regendo o comportamento e a acção de cada um no todo social de que faz parte. Daí uma doutrina cooperativista a nível da economia; uma doutrina democrática a nível da organização política da sociedade; uma filosofia da educação e uma concepção da pedagogia que encara a criança e o jovem como seres activos e criadores; assim, finalmente, uma teoria da cultura e uma teoria da história que o lançou em polémicas célebres sobre os rumos de Portugal.
Defendeu que é no indivíduo, em cada indivíduo, que a unidade da consciência se manifesta: «caminhe-se para a liberdade através da liberdade»! Neste contexto formulou a sua doutrina sobre o socialismo cooperativista, surgindo-lhe o cooperativismo como a forma de organização social mais consentânea com a sua concepção do homem como ser activo e criador. Com a proclamação da República (1910/10/05), passou a trabalhar a favor da reforma da educação no nosso país. Assim, foi um dos fundadores do movimento denominado Renascença Portuguesa, fundamentalmente voltado para as questões educacionais. Criou e dirigiu também várias revistas e jornais que tratavam do assunto, como a revista Pela Grei (1918). Titular da pasta de Instrução Pública (1923), no ministério reformista de Álvaro de Castro. Com a ascensão de Salazar ao poder, foi obrigado a exilar-se em Paris., depois em Madrid, de onde regressou a Portugal depois de ter sido abrangido por uma amnistia.
Morreu em Lisboa a 24 de Janeiro de 1969.
Dos seus livros mais importantes destacam-se: Educação cívica (1915) e os oito volumes de Ensaios (1920 a 1958).
ESGOTADOS NAS LIVRARIAS
BOM ESTADO - PORTES GRÁTIS
Raul Ribeiro
Anunciante desde Abr. 2013
Tempo de resposta superior a 1 hora Último acesso há mais de 15 minutos
Tempo de resposta superior a 1 hora Último acesso há mais de 15 minutos
Serviços adicionais
Verifique as melhores opções de crédito ou seguro para o seu caso.
Localização
Lisboa - Cascais - Carcavelos e Parede
Raul Ribeiro
Anunciante desde Abr. 2013
Tempo de resposta superior a 1 hora Último acesso há mais de 15 minutos
Tempo de resposta superior a 1 hora Último acesso há mais de 15 minutos

