"DESCOLONIZAÇÃO PORTUGUESA" O Malogro de Dois Planos de Carlos Dugos - 1ª Edição de 1975
Preço: 10 €"DESCOLONIZAÇÃO PORTUGUESA" O Malogro de Dois Planos de Carlos Dugos - 1ª Edição de 1975
Especificações
- TipoVenda
- ConcelhoCascais
- FreguesiaCarcavelos e Parede
- Id do anúncio45115756
- Id do anunciante98SS
Descrição
"DESCOLONIZAÇÃO PORTUGUESA"
O Malogro de Dois Planos
de Carlos Dugos
1ª Edição de 1975
Edições Acrópole
Coleção Análise Nº 3
126 Páginas
"Descolonização Portuguesa - O Malogro de Dois Planos" é um ensaio publicado em 1975 pelo escritor Carlos Dugos. A obra argumenta que o processo de independência das colónias falhou devido ao fracasso de duas estratégias opostas: a da ala spinolista (liderada por António de Spínola) e a da ala comunista.
O livro analisa como a transição rápida do Império Português em África (sobretudo Angola e Moçambique) foi gerida por visões ideológicas inconciliáveis pós-25 de Abril de 1974:
O plano spinolista:
Defendia uma descolonização gradual e planeada, apostando na criação de uma comunidade luso-brasileira ou numa federação de estados autónomos. Previa a manutenção de fortes laços económicos e a transição ordeira, mas falhou por subestimar a força dos movimentos de libertação e a sua exigência de independência imediata e total.
O plano comunista:
Favorecia uma rutura rápida, transferindo o poder sem transições para os movimentos de libertação locais que Portugal considerava legítimos, numa altura em que a extrema-esquerda tinha forte influência no MFA (Movimento das Forças Armadas). Este rumo resultou num caos militar, precipitou o êxodo dos chamados "retornados" e contribuiu para o eclodir de guerras civis prolongadas nos novos países, como em Angola.
Para Dugos, ambos os projetos falharam em proteger os interesses a longo prazo das populações locais e dos cidadãos portugueses, culminando num processo conturbado e num abandono abrupto.
---
Carlos Dugos nasceu em Lisboa, em 1942.
Em 1958 foi viver para Lourenço Marques, então capital de Moçambique, regressando a Portugal em 1967.
Entre 1962 e 1974 exerceu o jornalismo em Moçambique, República da África do Sul e Portugal.
A partir de 1974 dedicou-se exclusivamente à pintura, atividade que praticou ininterruptamente desde 1958 até ao presente.
Realizou dezenas de exposições individuais em Portugal e no estrangeiro, existindo álbuns gráficos dedicados a quatro dos seus ciclos de trabalhos: Jogos Reais em Vinte Pinturas - Hugin, Editores, Lisboa, 2001; Lisboa - os Mitos da Memória - ed. ACD, Lisboa, 2006; O Eterno Feminino ed. Museu da Água, Coimbra, 2008 e Vieira - o Verbo e a Luz - ed. Centro de Estudos de Filosofia UC, Lisboa, 2008.
Desde 1976 dedicou-se ao estudo da metafísica ocidental com particular incidência nas questões simbólicas.
Neste âmbito proferiu palestras e conferências a convite de várias instituições.
Em 1999 Hugin, Editores, Lisboa, publicou o seu ensaio de caráter metafísico Tradição e Simbólica do Princípio Real 154 pp.
Em 2012 é publicado o seu romance O Ferro de Marcar Escravos - Createspace, USA.
ESGOTADO NAS LIVRARIAS
BOM ESTADO - PORTES GRÁTIS
O Malogro de Dois Planos
de Carlos Dugos
1ª Edição de 1975
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"Descolonização Portuguesa - O Malogro de Dois Planos" é um ensaio publicado em 1975 pelo escritor Carlos Dugos. A obra argumenta que o processo de independência das colónias falhou devido ao fracasso de duas estratégias opostas: a da ala spinolista (liderada por António de Spínola) e a da ala comunista.
O livro analisa como a transição rápida do Império Português em África (sobretudo Angola e Moçambique) foi gerida por visões ideológicas inconciliáveis pós-25 de Abril de 1974:
O plano spinolista:
Defendia uma descolonização gradual e planeada, apostando na criação de uma comunidade luso-brasileira ou numa federação de estados autónomos. Previa a manutenção de fortes laços económicos e a transição ordeira, mas falhou por subestimar a força dos movimentos de libertação e a sua exigência de independência imediata e total.
O plano comunista:
Favorecia uma rutura rápida, transferindo o poder sem transições para os movimentos de libertação locais que Portugal considerava legítimos, numa altura em que a extrema-esquerda tinha forte influência no MFA (Movimento das Forças Armadas). Este rumo resultou num caos militar, precipitou o êxodo dos chamados "retornados" e contribuiu para o eclodir de guerras civis prolongadas nos novos países, como em Angola.
Para Dugos, ambos os projetos falharam em proteger os interesses a longo prazo das populações locais e dos cidadãos portugueses, culminando num processo conturbado e num abandono abrupto.
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Carlos Dugos nasceu em Lisboa, em 1942.
Em 1958 foi viver para Lourenço Marques, então capital de Moçambique, regressando a Portugal em 1967.
Entre 1962 e 1974 exerceu o jornalismo em Moçambique, República da África do Sul e Portugal.
A partir de 1974 dedicou-se exclusivamente à pintura, atividade que praticou ininterruptamente desde 1958 até ao presente.
Realizou dezenas de exposições individuais em Portugal e no estrangeiro, existindo álbuns gráficos dedicados a quatro dos seus ciclos de trabalhos: Jogos Reais em Vinte Pinturas - Hugin, Editores, Lisboa, 2001; Lisboa - os Mitos da Memória - ed. ACD, Lisboa, 2006; O Eterno Feminino ed. Museu da Água, Coimbra, 2008 e Vieira - o Verbo e a Luz - ed. Centro de Estudos de Filosofia UC, Lisboa, 2008.
Desde 1976 dedicou-se ao estudo da metafísica ocidental com particular incidência nas questões simbólicas.
Neste âmbito proferiu palestras e conferências a convite de várias instituições.
Em 1999 Hugin, Editores, Lisboa, publicou o seu ensaio de caráter metafísico Tradição e Simbólica do Princípio Real 154 pp.
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