"DIÁRIO" de Sebastião da Gama - 10ª Edição de 1996
Preço: 12 €"DIÁRIO" de Sebastião da Gama - 10ª Edição de 1996
Especificações
- TipoVenda
- ConcelhoCascais
- FreguesiaCarcavelos e Parede
- Id do anúncio44106124
- Id do anunciante96yy
Descrição
"DIÁRIO"
de Sebastião da Gama
Prefácio de Hernâni Cidade
10ª Edição de 1996
Edições Ática
Coleção Obras Completas de Sebastião da Gama
234 Páginas
Para ser professor, também é preciso ter as mãos purificadas. A toda a hora temos de tocar em flores. A toda hora a Poesia nos visita.
O aluno acredita em nós e não deve acreditar em vão. Impõe-se-nos que mereçamos, com a nossa, a pureza dos nossos alunos; que a nossa alimente a deles, a mantenha.
Sejamos a lição em pessoa que é isso mais importante e mais eficaz que sermos o papel onde a lição está escrita; e possamos dizer, sem constrangimento: Deixai-as vir a mim, as criancinhas
Registo quotidiano das suas experiências enquanto estagiário do Ensino Técnico, revela-nos as duas faces de uma mesma fisionomia espiritual - professor e poeta - e como se integravam na realidade concreta de uma alma singular que punha em tudo a alegria da dádiva pura. É também o testemunho dos seus sinceros propósitos enquanto professor, amplamente efectivados na sua breve actividade docente.
---
Sebastião Artur Cardoso da Gama nasceu em 1924 e morreu em 1952. Foi poeta e professor. A sua obra encontra-se ligada à Serra da Arrábida, onde vivia, que tomou por motivo poético de primeiro plano (desde logo no seu livro de estreia, Serra-Mãe, de 1945), e à sua tragédia pessoal motivada pela tuberculose. Além da obra citada, merecem referência Cabo da Boa Esperança (1951) e Campo Aberto (1950). O seu Diário, editado postumamente em 1958, é um interessantíssimo testemunho da sua experiência como docente e uma valiosa reflexão sobre o ensino, escrita numa prosa de grande qualidade.
ESGOTADO NESTA EDIÇÃO
ÓPTIMO ESTADO - PORTES GRÁTIS
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Para ser professor, também é preciso ter as mãos purificadas. A toda a hora temos de tocar em flores. A toda hora a Poesia nos visita.
O aluno acredita em nós e não deve acreditar em vão. Impõe-se-nos que mereçamos, com a nossa, a pureza dos nossos alunos; que a nossa alimente a deles, a mantenha.
Sejamos a lição em pessoa que é isso mais importante e mais eficaz que sermos o papel onde a lição está escrita; e possamos dizer, sem constrangimento: Deixai-as vir a mim, as criancinhas
Registo quotidiano das suas experiências enquanto estagiário do Ensino Técnico, revela-nos as duas faces de uma mesma fisionomia espiritual - professor e poeta - e como se integravam na realidade concreta de uma alma singular que punha em tudo a alegria da dádiva pura. É também o testemunho dos seus sinceros propósitos enquanto professor, amplamente efectivados na sua breve actividade docente.
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Sebastião Artur Cardoso da Gama nasceu em 1924 e morreu em 1952. Foi poeta e professor. A sua obra encontra-se ligada à Serra da Arrábida, onde vivia, que tomou por motivo poético de primeiro plano (desde logo no seu livro de estreia, Serra-Mãe, de 1945), e à sua tragédia pessoal motivada pela tuberculose. Além da obra citada, merecem referência Cabo da Boa Esperança (1951) e Campo Aberto (1950). O seu Diário, editado postumamente em 1958, é um interessantíssimo testemunho da sua experiência como docente e uma valiosa reflexão sobre o ensino, escrita numa prosa de grande qualidade.
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