"DOMINGO À TARDE" de Fernando Namora - 1ª Edição de 1961 - Exemplar numerado e assinado pelo Autor
Preço: 20 €"DOMINGO À TARDE" de Fernando Namora - 1ª Edição de 1961 - Exemplar numerado e assinado pelo Autor
Especificações
- TipoVenda
- ConcelhoCascais
- FreguesiaCarcavelos e Parede
- Id do anúncio44905822
- Id do anunciante54OO
Descrição
"DOMINGO À TARDE"
de Fernando Namora
Prémio José Lins do Rego
1ª Edição de 1961
Livro do Brasil - Lisboa
262 Páginas
Capa dura
Exemplar numerado e assinado pelo Autor, sendo este o Exemplar Nº1878
A personagem central de Domingo à Tarde é, pois, como seria de prever, um médico; desde logo, trata se de uma personalidade desagradável, irascível, cínica, imbuída de si mesma, o que é agravado pelo facto de pertencer ao serviço mais indesejado do seu hospital, o das doenças malignas.
O livro de Fernando Namora, Domingo à Tarde, revela a importância da relação médico-doente não só para o bem-estar do doente, mas também para a evolução e aperfeiçoamento profissional do médico.
Jorge, um médico de oncologia dos anos 60, perante a dificuldade de lidar com as angústias e maus prognósticos dos seus doentes, mantinha uma postura distante e fria perante o seu paciente, de forma a proteger-se e a não se envolver emocionalmente. Tomando uma posição aparentemente desinteressada, a personagem de Jorge leva o leitor a refletir e a questionar a posição do médico perante o doente e a forma mais correta de encarar as várias situações com as quais um médico se debate diariamente.
Após conhecer Clarisse, o médico compreende e envolve-se nas dores do doente, sentindo-as na sua própria pele. Desta feita, com esta paixão imprevista, Jorge, pela primeira vez, tenta salvar a vida da sua doente que sofre de leucemia.
Nesta obra, ao longo de toda a evolução do romance, o leitor compreende a importância da relação médico-doente, o componente humano imprescindível que todos os médicos devem conquistar diariamente.
---
FERNANDO NAMORA
Romancista, ensaísta, poeta e também pintor (1919 a 1989). Detentor de uma obra vasta e multifacetada, iniciou-se na prosa em 1938 com As Sete Partidas do Mundo, ficção em moldes presencistas. Notabilizou-se com Fogo na Noite Escura (1943). Mais tarde, em 1948, escreveu a 1ª série de Retalhos da Vida de um Médico, e em 1963 escreveu a 2ª série. Trata-se de uma obra marcada pela vivência da sua profissão de clínico. Em 1954 saiu O Trigo e o Joio. Nessa mesma década sofreu Namora a influência do existencialismo, visível em obras como O Homem Disfarçado (1957) e Cidade Solitária (1959). O Rio Triste, publicado em 1982, é, porventura, um dos seus melhores romances.
ESGOTADO NAS LIVRARIAS
ÓPTIMO ESTADO - PORTES GRÁTIS
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A personagem central de Domingo à Tarde é, pois, como seria de prever, um médico; desde logo, trata se de uma personalidade desagradável, irascível, cínica, imbuída de si mesma, o que é agravado pelo facto de pertencer ao serviço mais indesejado do seu hospital, o das doenças malignas.
O livro de Fernando Namora, Domingo à Tarde, revela a importância da relação médico-doente não só para o bem-estar do doente, mas também para a evolução e aperfeiçoamento profissional do médico.
Jorge, um médico de oncologia dos anos 60, perante a dificuldade de lidar com as angústias e maus prognósticos dos seus doentes, mantinha uma postura distante e fria perante o seu paciente, de forma a proteger-se e a não se envolver emocionalmente. Tomando uma posição aparentemente desinteressada, a personagem de Jorge leva o leitor a refletir e a questionar a posição do médico perante o doente e a forma mais correta de encarar as várias situações com as quais um médico se debate diariamente.
Após conhecer Clarisse, o médico compreende e envolve-se nas dores do doente, sentindo-as na sua própria pele. Desta feita, com esta paixão imprevista, Jorge, pela primeira vez, tenta salvar a vida da sua doente que sofre de leucemia.
Nesta obra, ao longo de toda a evolução do romance, o leitor compreende a importância da relação médico-doente, o componente humano imprescindível que todos os médicos devem conquistar diariamente.
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Romancista, ensaísta, poeta e também pintor (1919 a 1989). Detentor de uma obra vasta e multifacetada, iniciou-se na prosa em 1938 com As Sete Partidas do Mundo, ficção em moldes presencistas. Notabilizou-se com Fogo na Noite Escura (1943). Mais tarde, em 1948, escreveu a 1ª série de Retalhos da Vida de um Médico, e em 1963 escreveu a 2ª série. Trata-se de uma obra marcada pela vivência da sua profissão de clínico. Em 1954 saiu O Trigo e o Joio. Nessa mesma década sofreu Namora a influência do existencialismo, visível em obras como O Homem Disfarçado (1957) e Cidade Solitária (1959). O Rio Triste, publicado em 1982, é, porventura, um dos seus melhores romances.
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