"ECOS DA MINHA TERRA" - Dramas Angolanos de Óscar Ribas - 1ª Edição de 1952
Preço: 30 €"ECOS DA MINHA TERRA" - Dramas Angolanos de Óscar Ribas - 1ª Edição de 1952
Especificações
- TipoVenda
- ConcelhoCascais
- FreguesiaCarcavelos e Parede
- Id do anúncio45201905
- Id do anunciante92VV
Descrição
"ECOS DA MINHA TERRA"
Dramas Angolanos
de Óscar Ribas
1ª Edição de 1952
Edição do Autor - Distribuição Lello & Cª Ldª.
XX + 188 Páginas
Ecos da minha terra: dramas angolanos é uma das obras mais marcantes do escritor e etnólogo angolano Óscar Bento Ribas, publicada originalmente em 1952. O livro destaca-se como um pilar essencial na fixação e divulgação da literatura oral, dos costumes e da identidade cultural de Angola.
Preservação cultural:
O livro recolhe narrativas tradicionais, ritos e vivências do povo angolano.
Língua Kimbundu:
Integra termos e expressões originais desta língua nacional africana, registando o património linguístico local.
Tradição oral:
Óscar Ribas utilizou relatos de familiares e informantes locais para documentar histórias transmitidas entre gerações.
Construção da identidade:
A análise dos contos da obra revela uma forte ligação à afirmação do nacionalismo e das matrizes culturais nativas.
---
Oscar Bento Ribas é um escritor angolano.
Ribas nasceu em 1909 em Luanda, filho de Arnaldo Gonçalves Ribas (que era português) e Maria de Conceição Bento Faria (angolana). Suas primeiras publicações foram dois romances: Nuvens que passam, em 1927, e Resgate de uma falta, em 1929.
Em 1950 publicou: Flores e espinhos e Uanga e em 1952 Ecos da minha terra.
Foi agraciado com a Medalha Gonçalves Dias da Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro em 1968.
Faleceu em Lisboa, em 2004.
Considerado fundador da ficção literária angolana, Óscar Ribas iniciou a sua atividade literária ainda estudante do Liceu.
Nuvens que ficam verdes (novela, 1927)
Resgate de uma falta de educação (novela, 1929)
Flores e espinhos Uanga (1950)
Ecos da minha terra (1952)
Em toda a produção literária posterior, Óscar Ribas demonstra na verdade uma propensão pouco comum entre os escritores da sua geração e mesmo em gerações posteriores. Revela-se profundamente preocupado com os temas da literatura oral, filologia, religião tradicional e filosofia dos povos de língua kimbundo. Destas preocupações resultam a sua bibliografia dos anos 60:
Uanga Feitiço (romance folclórico, 1969)
Ilundo Espíritos e Ritos Angolanos (1958, 1975)
Missosso, 3 volumes (1961, 1962, 1964)
Alimentação regional angolana (1965)
Izomba Associativismo e recreio (1965)
Sunguilando Contos tradicionais angolanos (1967, 1989)
Kilandukilu Contos e instantâneos (1973)
Tudo isto aconteceu Romance autobiográfico (1975)
Cultuando as musas (poesia, 1992)
Dicionário de regionalismos angolanos (1994)
ESGOTADO E RARO
BOM ESTADO - PORTES GRÁTIS
Dramas Angolanos
de Óscar Ribas
1ª Edição de 1952
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Ecos da minha terra: dramas angolanos é uma das obras mais marcantes do escritor e etnólogo angolano Óscar Bento Ribas, publicada originalmente em 1952. O livro destaca-se como um pilar essencial na fixação e divulgação da literatura oral, dos costumes e da identidade cultural de Angola.
Preservação cultural:
O livro recolhe narrativas tradicionais, ritos e vivências do povo angolano.
Língua Kimbundu:
Integra termos e expressões originais desta língua nacional africana, registando o património linguístico local.
Tradição oral:
Óscar Ribas utilizou relatos de familiares e informantes locais para documentar histórias transmitidas entre gerações.
Construção da identidade:
A análise dos contos da obra revela uma forte ligação à afirmação do nacionalismo e das matrizes culturais nativas.
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Oscar Bento Ribas é um escritor angolano.
Ribas nasceu em 1909 em Luanda, filho de Arnaldo Gonçalves Ribas (que era português) e Maria de Conceição Bento Faria (angolana). Suas primeiras publicações foram dois romances: Nuvens que passam, em 1927, e Resgate de uma falta, em 1929.
Em 1950 publicou: Flores e espinhos e Uanga e em 1952 Ecos da minha terra.
Foi agraciado com a Medalha Gonçalves Dias da Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro em 1968.
Faleceu em Lisboa, em 2004.
Considerado fundador da ficção literária angolana, Óscar Ribas iniciou a sua atividade literária ainda estudante do Liceu.
Nuvens que ficam verdes (novela, 1927)
Resgate de uma falta de educação (novela, 1929)
Flores e espinhos Uanga (1950)
Ecos da minha terra (1952)
Em toda a produção literária posterior, Óscar Ribas demonstra na verdade uma propensão pouco comum entre os escritores da sua geração e mesmo em gerações posteriores. Revela-se profundamente preocupado com os temas da literatura oral, filologia, religião tradicional e filosofia dos povos de língua kimbundo. Destas preocupações resultam a sua bibliografia dos anos 60:
Uanga Feitiço (romance folclórico, 1969)
Ilundo Espíritos e Ritos Angolanos (1958, 1975)
Missosso, 3 volumes (1961, 1962, 1964)
Alimentação regional angolana (1965)
Izomba Associativismo e recreio (1965)
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