"EMA" de Maria Teresa Horta - 2ª Edição de 1985
Preço: 15 €"EMA" de Maria Teresa Horta - 2ª Edição de 1985
Especificações
- TipoVenda
- ConcelhoCascais
- FreguesiaCarcavelos e Parede
- Id do anúncio45383634
- Id do anunciante58XX
Descrição
"EMA"
de Maria Teresa Horta
2ª Edição de 1985
Edições Rolim
Coleção Aleph
132 Páginas
A mulher vagueia no universo repressivo da casa. Poderia ser a mesma onde a avó fora morta pelo avô, ou de onde a mãe saíra, louca, para o hospital psiquiátrico. Ema é o nome de todas elas. Como o da antepassada tomada pelo terror após ter parido uma menina, sem dar ao homem com quem casara um filho varão.
É esse espaço de violência que vai alimentando o ódio na paixão que a última das Emas tem pelo marido. Um ódio crescente que a impele, implacável, para a vingança, para o assassínio dele. Uma morte desfrutada, dir-se-ia gozada, por um olhar onde, apesar de tudo, a paixão perdura..
+
Em Setembro de 1984, Maria Teresa Horta entregou o original do romance «Ema» à editora Loy Rolim. O livro foi publicado em Novembro desse ano. Editado numa fase em que as obras de MTH eram acolhidas pelo mais espesso silêncio mediático, o livro foi saudado na altura apenas por Maria de Fátima Bonifácio, no corajoso artigo «Pax Masculina» publicado no «Expresso» em 22/12/1984. Como todas as criações de MTH, «Ema» esgotou-se, porém, rapidamente, o que levou a Editorial Rolim a avançar, logo em Janeiro seguinte, com uma segunda edição de 2.000 exemplares. E, até hoje, por aí se ficou. Entretanto, no estrangeiro e sobretudo no Brasil, «Ema» era estudada e tornava-se objecto de artigos e de dissertações académicas.
---
Maria Teresa de Mascarenhas Horta Barros (Lisboa, 20 de maio de 1937 - 4 de fevereiro de 2025) foi uma escritora, jornalista e poetisa portuguesa, frequentou a Faculdade de Letras de Lisboa e é conhecida como uma das mais destacadas feministas portuguesas. Estreou-se na poesia em 1960 a sua obra poética foi coligida em Poesia Reunida (Dom Quixote, 2009), obra que lhe valeu o Prémio Máxima Vida Literária. Em 2012 publicou As Palavras do Corpo Antologia de Poesia Erótica, no ano seguinte, A Dama e o Unicórnio, em 2016, Anunciações, vencedor do Prémio Autores SPA / Melhor Livro de Poesia 2017, Poesis (2017), Estranhezas (2018) e a antologia Eu sou a Minha Poesia (2019), o seu mais recente livro. É ainda autora dos romances Ambas as Mãos Sobre o Corpo, Ema (Prémio Ficção Revista Mulheres) e Paixão Segundo Constança H., e coautora com Maria Isabel Barreno e Maria Velho da Costa, de Novas Cartas Portuguesas. Ao seu romance As Luzes de Leonor, a Marquesa de Alorna, uma sedutora de anjos, poetas e heróis (2011), foram atribuídos os prémios D. Dinis e Máxima de Literatura.
ESGOTADO E RARO NESTA EDIÇÃO
BOM ESTADO - PORTES GRÁTIS
de Maria Teresa Horta
2ª Edição de 1985
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A mulher vagueia no universo repressivo da casa. Poderia ser a mesma onde a avó fora morta pelo avô, ou de onde a mãe saíra, louca, para o hospital psiquiátrico. Ema é o nome de todas elas. Como o da antepassada tomada pelo terror após ter parido uma menina, sem dar ao homem com quem casara um filho varão.
É esse espaço de violência que vai alimentando o ódio na paixão que a última das Emas tem pelo marido. Um ódio crescente que a impele, implacável, para a vingança, para o assassínio dele. Uma morte desfrutada, dir-se-ia gozada, por um olhar onde, apesar de tudo, a paixão perdura..
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Em Setembro de 1984, Maria Teresa Horta entregou o original do romance «Ema» à editora Loy Rolim. O livro foi publicado em Novembro desse ano. Editado numa fase em que as obras de MTH eram acolhidas pelo mais espesso silêncio mediático, o livro foi saudado na altura apenas por Maria de Fátima Bonifácio, no corajoso artigo «Pax Masculina» publicado no «Expresso» em 22/12/1984. Como todas as criações de MTH, «Ema» esgotou-se, porém, rapidamente, o que levou a Editorial Rolim a avançar, logo em Janeiro seguinte, com uma segunda edição de 2.000 exemplares. E, até hoje, por aí se ficou. Entretanto, no estrangeiro e sobretudo no Brasil, «Ema» era estudada e tornava-se objecto de artigos e de dissertações académicas.
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Maria Teresa de Mascarenhas Horta Barros (Lisboa, 20 de maio de 1937 - 4 de fevereiro de 2025) foi uma escritora, jornalista e poetisa portuguesa, frequentou a Faculdade de Letras de Lisboa e é conhecida como uma das mais destacadas feministas portuguesas. Estreou-se na poesia em 1960 a sua obra poética foi coligida em Poesia Reunida (Dom Quixote, 2009), obra que lhe valeu o Prémio Máxima Vida Literária. Em 2012 publicou As Palavras do Corpo Antologia de Poesia Erótica, no ano seguinte, A Dama e o Unicórnio, em 2016, Anunciações, vencedor do Prémio Autores SPA / Melhor Livro de Poesia 2017, Poesis (2017), Estranhezas (2018) e a antologia Eu sou a Minha Poesia (2019), o seu mais recente livro. É ainda autora dos romances Ambas as Mãos Sobre o Corpo, Ema (Prémio Ficção Revista Mulheres) e Paixão Segundo Constança H., e coautora com Maria Isabel Barreno e Maria Velho da Costa, de Novas Cartas Portuguesas. Ao seu romance As Luzes de Leonor, a Marquesa de Alorna, uma sedutora de anjos, poetas e heróis (2011), foram atribuídos os prémios D. Dinis e Máxima de Literatura.
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Raul Ribeiro
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