"EMIGRANTES" de Ferreira de Castro - Ilustrações de Júlio Pomar - AUTOGRAFADO PELO AUTOR


Especificações


Descrição

"EMIGRANTES"
de Ferreira de Castro

AUTOGRAFADO PELO AUTOR

COM UM POSFÁCIO DO AUTOR ESCRITO ESPECIALMENTE PARA ESTA EDIÇÃO.

Ilustrações de Júlio Pomar

PORTUGÁLIA Editora
Edição Comemorativa dos Cinquenta Anos de Vida Literária de Ferreira de Castro (1916 a 1966)
302 Páginas

A edição de 1966 de "Emigrantes" de Ferreira de Castro, ilustrada por Júlio Pomar e publicada pela Portugália Editora, é uma luxuosa edição comemorativa (1916 a 1966) dos 50 anos de vida literária do autor. Com 300 páginas e ilustrações coloridas, esta obra foi comercializada num estojo próprio.

Para comemorar os 50 anos de vida literária de Ferreira de Castro, a Portugália Editora lançou uma edição especial de cuidada execução gráfica e de maior formato, da obra de uma das figuras cimeiras da literatura portuguesa do século XX. Com realização gráfica de Câmara Leme, a impressão foi executada sobre papel especialmente fabricado para esta edição e enriquecida com magníficas ilustrações coloridas do mestre Júlio Pomar especialmente concebidas para o efeito.

O volume foi apresentado dentro de uma caixa própria onde aparece reproduzido um busto do romancista feito pelo escultor António Duarte e ainda a figura de um guitarrista pintado por Pomar.

É considerada uma peça de coleção.

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José Maria Ferreira de Castro nasceu em Ossela, Oliveira de Azeméis, a 24 de maio de 1898. Oriundo de uma família de camponeses pobres, fica órfão de pai aos oito anos e emigra, em 1911, com doze anos e a instrução primária, para o Brasil. Por algumas semanas trabalha em Belém do Pará, mas não tarda a ser expedido para o interior da selva amazónica. Permanece ali quase quatro anos, tempo em que escreve contos e crónicas que envia para jornais do Brasil e de Portugal. Com 14 anos redige Criminoso por Ambição, o seu primeiro romance que, mais tarde, aquando do seu regresso a Belém do Pará, em 1916, publica em fascículos e vende de porta em porta. Lança-se igualmente no jornalismo, colaborando assiduamente em jornais e revistas do Brasil.
Já senhor de grande fama no jornalismo brasileiro, decide, após o intenso contacto com os seus compatriotas lhe ter feito renascer as saudades da pátria, regressar a Portugal em 1919 com apenas quatrocentos escudos no bolso. O êxito obtido no Pará é, contudo, totalmente ignorado em Portugal. Vive períodos de absoluta miséria e passa dias inteiros sem comer quando reinicia a sua dupla faina de repórter e escritor. Em 1934, decidirá abandonar o jornalismo, devido à censura prévia nos tempos difíceis da ditadura.
Ferreira de Castro foi, por diversas vezes, proposto para o Prémio Nobel e, por outras, recusou sê-lo, em detrimento de outros escritores portugueses.
Ferreira de Castro morre no Porto a 29 de junho de 1974. Apenas um ano antes a UNESCO anunciava que «A Selva» estava entre os dez romances mais lidos em todo o mundo.

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