"Expressão de Novos Contornos e Manchas de Cor" de Escultor Martins Correia - 1ª Edição de 1990
Preço: 30 €"Expressão de Novos Contornos e Manchas de Cor" de Escultor Martins Correia - 1ª Edição de 1990
Especificações
- TipoVenda
- ConcelhoCascais
- FreguesiaCarcavelos e Parede
- Id do anúncio44706662
- Id do anunciante83II
Descrição
"Expressão de Novos Contornos e Manchas de Cor"
de Escultor Martins Correia
1ª Edição de 1990
Editado: Cunha e Duarte na Golegã.
36 Páginas
Ilustrado
"Expressão de Novos Contornos e Manchas de Cor" refere-se a um invulgar catálogo de exposição de 1990 do escultor português Martins Correia, destacando a sua pioneira utilização de cor em esculturas de bronze (bronze policromado) e a sua expressão artística que explora formas e manchas coloridas, combinando a tridimensionalidade da escultura com a bidimensionalidade da pintura para criar obras únicas, um traço distintivo do artista conhecido como o "escultor da cor".
Catálogo (1990): Publicado em Golegã, este catálogo é uma peça gráfica notável, com uma execução de alta qualidade, usando cartolinas dobradas e um atilho, focado na sua abordagem inovadora à cor na escultura.
Bronze Policromado: Martins Correia foi um dos primeiros (se não o único) em Portugal a aplicar cor diretamente no bronze, criando um diálogo entre escultura e pintura, algo visível em retratos e medalhas.
Estilo Artístico: Ele procurava liberdade nas formas e cores, usando contornos alongados e manchas de cor fortes, mediterrânicas, para expressar sentimentos humanos, como visto também nos seus painéis de azulejos (Estação Picoas, Metropolitano de Lisboa) e pinturas.
---
Joaquim Martins Correia (Golegã, 1910 a 1999) foi um professor e escultor português.
Pertence à segunda geração de artistas modernistas portugueses.
Órfão desde pequeno, por morte dos pais, vitimados pela gripe pneumónica, ingressou na Casa Pia em Novembro de 1922, onde concluiu o curso industrial. Recebeu uma bolsa de estudo para frequentar a Escola de Belas Artes de Lisboa, onde se diplomou em escultura e onde viria a exercer atividade docente.
Foi professor do Ensino Técnico Profissional na Escola Rafael Bordalo Pinheiro, Caldas da Rainha (1936 a 1938), e em Lisboa, nas Escolas Marquês de Pombal (1938 a 1939), Machado de Castro (1939 a 1940), Afonso Domingues (1940 a 1941) e António Arroio (1941 a 1942).
Começou a expor no ano de 1938. Desde essa altura participou em inúmeras mostras coletivas: Exposição do Mundo Português, Lisboa (1940); Exposições de Arte Moderna do S.P.N./S.N.I.; diversos salões da Sociedade Nacional de Belas Artes; I e na II Exposições de Artes Plásticas da Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa (1957, 1961); etc.
A sua produção escultórica inclui diversos retratos (Ana Hatherly, Natália Correia, etc.). Entre as suas obras de estatuária podem destacar-se os monumentos a Camões (Goa) e a Garcia de Orta (Instituto de Medicina Tropical, Lisboa, 1958), onde o seu "sentido de estilização, marcado um amaneiramento de inspiração algo italianizante, por lembrança fiel dos anos 40", o levou a originais soluções decorativas "que alijeiram por vezes as suas figuras de solene compromisso oficial".
Além da escultura dedicou-se também à ilustração, desenho e pintura; em 1951, passou a colaborar nos fascículos de cultura Acto, onde António Quadros e Orlando Vitorino eram directores e tinham sido os fundadores, e foi o autor de painéis de azulejos na estação de metropolitano Picoas, Lisboa (1995).
Está representado em coleções públicas e privadas, nomeadamente: Museu do Chiado, Lisboa; Museu Soares dos Reis, Porto; Museu José Malhoa, Caldas da Rainha; Museu de Pintura e Escultura Martins Correia, Golegã; etc.
Entre os prémios que recebeu podem destacar-se: Prémios Soares dos Reis (1942) e Manuel Pereira (1943 e 1948); Prémio Diário de Notícias (1957); etc. Foi agraciado com as insígnias de Oficial da Ordem da Instrução Pública (1957) e da Ordem Militar de Sant'Iago da Espada (Oficial em 1982 e Grande-Oficial em 1990).
Na comemoração do centenário do nascimento do escultor foi editado o livro de Gabriela Carvalho Martins Correia - Laureatus (2011); a publicação inclui dezenas de imagens de obras, uma fotobiografia, contribuições de Jorge Sampaio, Natália Correia, Marçal Grilo, Mário Soares e Urbano Tavares Rodrigues, entre outros.
ESGOTADO E MUITO RARO
ÓPTIMO ESTADO - PORTES GRÁTIS
de Escultor Martins Correia
1ª Edição de 1990
Editado: Cunha e Duarte na Golegã.
36 Páginas
Ilustrado
"Expressão de Novos Contornos e Manchas de Cor" refere-se a um invulgar catálogo de exposição de 1990 do escultor português Martins Correia, destacando a sua pioneira utilização de cor em esculturas de bronze (bronze policromado) e a sua expressão artística que explora formas e manchas coloridas, combinando a tridimensionalidade da escultura com a bidimensionalidade da pintura para criar obras únicas, um traço distintivo do artista conhecido como o "escultor da cor".
Catálogo (1990): Publicado em Golegã, este catálogo é uma peça gráfica notável, com uma execução de alta qualidade, usando cartolinas dobradas e um atilho, focado na sua abordagem inovadora à cor na escultura.
Bronze Policromado: Martins Correia foi um dos primeiros (se não o único) em Portugal a aplicar cor diretamente no bronze, criando um diálogo entre escultura e pintura, algo visível em retratos e medalhas.
Estilo Artístico: Ele procurava liberdade nas formas e cores, usando contornos alongados e manchas de cor fortes, mediterrânicas, para expressar sentimentos humanos, como visto também nos seus painéis de azulejos (Estação Picoas, Metropolitano de Lisboa) e pinturas.
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Joaquim Martins Correia (Golegã, 1910 a 1999) foi um professor e escultor português.
Pertence à segunda geração de artistas modernistas portugueses.
Órfão desde pequeno, por morte dos pais, vitimados pela gripe pneumónica, ingressou na Casa Pia em Novembro de 1922, onde concluiu o curso industrial. Recebeu uma bolsa de estudo para frequentar a Escola de Belas Artes de Lisboa, onde se diplomou em escultura e onde viria a exercer atividade docente.
Foi professor do Ensino Técnico Profissional na Escola Rafael Bordalo Pinheiro, Caldas da Rainha (1936 a 1938), e em Lisboa, nas Escolas Marquês de Pombal (1938 a 1939), Machado de Castro (1939 a 1940), Afonso Domingues (1940 a 1941) e António Arroio (1941 a 1942).
Começou a expor no ano de 1938. Desde essa altura participou em inúmeras mostras coletivas: Exposição do Mundo Português, Lisboa (1940); Exposições de Arte Moderna do S.P.N./S.N.I.; diversos salões da Sociedade Nacional de Belas Artes; I e na II Exposições de Artes Plásticas da Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa (1957, 1961); etc.
A sua produção escultórica inclui diversos retratos (Ana Hatherly, Natália Correia, etc.). Entre as suas obras de estatuária podem destacar-se os monumentos a Camões (Goa) e a Garcia de Orta (Instituto de Medicina Tropical, Lisboa, 1958), onde o seu "sentido de estilização, marcado um amaneiramento de inspiração algo italianizante, por lembrança fiel dos anos 40", o levou a originais soluções decorativas "que alijeiram por vezes as suas figuras de solene compromisso oficial".
Além da escultura dedicou-se também à ilustração, desenho e pintura; em 1951, passou a colaborar nos fascículos de cultura Acto, onde António Quadros e Orlando Vitorino eram directores e tinham sido os fundadores, e foi o autor de painéis de azulejos na estação de metropolitano Picoas, Lisboa (1995).
Está representado em coleções públicas e privadas, nomeadamente: Museu do Chiado, Lisboa; Museu Soares dos Reis, Porto; Museu José Malhoa, Caldas da Rainha; Museu de Pintura e Escultura Martins Correia, Golegã; etc.
Entre os prémios que recebeu podem destacar-se: Prémios Soares dos Reis (1942) e Manuel Pereira (1943 e 1948); Prémio Diário de Notícias (1957); etc. Foi agraciado com as insígnias de Oficial da Ordem da Instrução Pública (1957) e da Ordem Militar de Sant'Iago da Espada (Oficial em 1982 e Grande-Oficial em 1990).
Na comemoração do centenário do nascimento do escultor foi editado o livro de Gabriela Carvalho Martins Correia - Laureatus (2011); a publicação inclui dezenas de imagens de obras, uma fotobiografia, contribuições de Jorge Sampaio, Natália Correia, Marçal Grilo, Mário Soares e Urbano Tavares Rodrigues, entre outros.
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