"FERAS NO POVOADO" - Memórias dum Guerrilheiro Cabralista de Joaquim Gomes Monteiro - 1ª Edição de 1947


Especificações


Descrição

"FERAS NO POVOADO"
Memórias dum Guerrilheiro Cabralista
de Joaquim Gomes Monteiro

Capa e Ilustrações de página inteira de Stuart Carvalhais

1ª Edição de 1947
Empresa Nacional de Publicidade
340 Páginas

Romance histórico.

Primeira edição, desta interessante obra de Joaquim Gomes Monteiro, que aborda um dos períodos das lutas e guerrilhas liberais. Livro dividido em três partes:
1.ª parte - Quando os Lobos Uivam
2.ª parte - Em Plena era Cabralina
3.ª parte - O Assentar da Vasa

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Gomes Monteiro nasceu em Boticas a 5 de Junho de 1893, filho de Joaquim Maria Monteiro Chaves, também natural de Eiró, abastado comerciante e industrial, com negócios em Ramos, Rio de Janeiro, Brasil, onde esteve estabelecido durante quarenta anos, e de Mafalda Gomes de Vilarinho Seco, lugar das Alturas.

Cedo foi Gomes Monteiro para o Porto, onde frequentou o Liceu. Com 19 anos de idade inicia as suas lides jornalísticas. Em 1912 dirige "A Voz de Leça", para no ano seguinte, orientar e praticamente dirigir "Notícias de Cantanhede".

No Porto, vive na Casa Amarela, na Rua Oliveira Monteiro, que pertencia a seus familiares e onde foi acolhido, após a sua saída de Boticas. Em 1913 a 1914 colabora no Jornal "A Manhã"

Após o seu regresso a Lisboa, em 1915, depois de ter participado em Angola, nas campanhas do sul da Colónia, entrou para o Diário "A Situação", chegando a Chefe de Redacção. Seguidamente, transfere-se para a redacção do "Século"e passa para o "Diário de Notícias". Começa por ser redactor, sobe profissionalmente e estava no arquivo quando a morte o leva.

A sua obra mais emblemática, "Feras no Povoado", é um interessante e preciso relato da vida no Barroso, com especial incidência em Eiró Boticas, editado em 1947, pela Empresa Nacional de Publicidade, este romance sobre Boticas e as suas gentes tem ilustrações de Stuart de Carvalhais representando a Vila, como era em 1940.

O escritor, ensaísta, historiador e jornalista morre a 8 de Dezembro de 1950, com 57 anos, na Freguesia de S. Sebastião da Pedreira, Lisboa.

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