"GANDAIA" - Romance de Romeu Correia - 1ª Edição de 1952
Preço: 15 €"GANDAIA" - Romance de Romeu Correia - 1ª Edição de 1952
Especificações
- TipoVenda
- ConcelhoCascais
- FreguesiaCarcavelos e Parede
- Id do anúncio45460032
- Id do anunciante66YY
Descrição
"GANDAIA" - Romance
de Romeu Correia
1ª Edição de 1952
Guimarâes Editores
284 Páginas
"Gandaia" é um romance de cariz neorrealista publicado por Romeu Correia em 1952. A obra foca-se na vivência e nas dificuldades das classes trabalhadoras da Margem Sul do Tejo, mais concretamente na zona do Ginjal, em Almada, um cenário profundamente ligado à infância e às memórias do próprio autor.
O livro retrata a vida dura dos tanoeiros da região que, na tentativa de melhorar as suas condições de trabalho e subsistência, decidem unir-se e fundar uma cooperativa. No entanto, este projeto enfrenta o forte boicote e oposição dos poderosos donos dos armazéns de vinho locais.
Inserido na corrente do neorrealismo português, o romance destaca-se pela denúncia social, pelo retrato cru da pobreza e pela forte ligação à identidade popular e operária da região de Almada.
---
Romeu Correia (Almada, 1917 a 1996) foi escritor e dramaturgo. Colaborou em várias publicações como o suplemento cultural de O Comércio do Porto, Vértice, Sílex e Jornal Record, mas foi como ficcionista e dramaturgo que se destacou, inserindo-se inicialmente na corrente Neorrealista.
As suas obras são marcadas por uma forte ligação às fontes da literatura oral popular, e decorrem frequentemente em ambientes como os do circo, das feiras, do teatro de fantoches ou outros grupos marginais à sociedade, aliando, porém, estas características a técnicas dramáticas do teatro de vanguarda. Paralelamente à carreira literária, Romeu Correia foi atleta de competição em atletismo, chegando a ser campeão de boxe amador.
É autor das peças teatrais Casaco de Fogo (1953), Céu da Minha Rua (1955), O Vagabundo das Mãos de Ouro (1960), Bocage (1965), Cravo Espanhol (1970), entre outras. No género romance assinou obras como Trapo Azul (1948), Calamento (1950), Bonecos de Luz (1961), Tritão (1982) e Cais do Ginjal (1989). Ao longo da sua carreira obteve as seguintes distinções: Prémio da Crítica Teatral (1962), Óscar de Honra da Casa da Imprensa (1962), Prémio da Imprensa Regional (1965), Prémio da Casa da Imprensa (1972), Prémio Académico Ricardo Malheiros (1976) e o Prémio 25 de Abril da Associação de Críticos de Teatro (1984).
Nos últimos anos da sua vida, Romeu Correia foi um dos dramaturgos mais representados por grupos amadores e profissionais de teatro em Portugal.
ESGOTADO E RARO
BOM ESTADO - PORTES GRÁTIS
de Romeu Correia
1ª Edição de 1952
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"Gandaia" é um romance de cariz neorrealista publicado por Romeu Correia em 1952. A obra foca-se na vivência e nas dificuldades das classes trabalhadoras da Margem Sul do Tejo, mais concretamente na zona do Ginjal, em Almada, um cenário profundamente ligado à infância e às memórias do próprio autor.
O livro retrata a vida dura dos tanoeiros da região que, na tentativa de melhorar as suas condições de trabalho e subsistência, decidem unir-se e fundar uma cooperativa. No entanto, este projeto enfrenta o forte boicote e oposição dos poderosos donos dos armazéns de vinho locais.
Inserido na corrente do neorrealismo português, o romance destaca-se pela denúncia social, pelo retrato cru da pobreza e pela forte ligação à identidade popular e operária da região de Almada.
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Romeu Correia (Almada, 1917 a 1996) foi escritor e dramaturgo. Colaborou em várias publicações como o suplemento cultural de O Comércio do Porto, Vértice, Sílex e Jornal Record, mas foi como ficcionista e dramaturgo que se destacou, inserindo-se inicialmente na corrente Neorrealista.
As suas obras são marcadas por uma forte ligação às fontes da literatura oral popular, e decorrem frequentemente em ambientes como os do circo, das feiras, do teatro de fantoches ou outros grupos marginais à sociedade, aliando, porém, estas características a técnicas dramáticas do teatro de vanguarda. Paralelamente à carreira literária, Romeu Correia foi atleta de competição em atletismo, chegando a ser campeão de boxe amador.
É autor das peças teatrais Casaco de Fogo (1953), Céu da Minha Rua (1955), O Vagabundo das Mãos de Ouro (1960), Bocage (1965), Cravo Espanhol (1970), entre outras. No género romance assinou obras como Trapo Azul (1948), Calamento (1950), Bonecos de Luz (1961), Tritão (1982) e Cais do Ginjal (1989). Ao longo da sua carreira obteve as seguintes distinções: Prémio da Crítica Teatral (1962), Óscar de Honra da Casa da Imprensa (1962), Prémio da Imprensa Regional (1965), Prémio da Casa da Imprensa (1972), Prémio Académico Ricardo Malheiros (1976) e o Prémio 25 de Abril da Associação de Críticos de Teatro (1984).
Nos últimos anos da sua vida, Romeu Correia foi um dos dramaturgos mais representados por grupos amadores e profissionais de teatro em Portugal.
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