"Guiné 1963 a 1974: Os Movimentos Independentistas, O Islão e o Poder Português" de Francisco Proença Garcia - 1ª Edição de 2000
Preço: 12 €"Guiné 1963 a 1974: Os Movimentos Independentistas, O Islão e o Poder Português" de Francisco Proença Garcia - 1ª Edição de 2000
Especificações
- TipoVenda
- ConcelhoCascais
- FreguesiaCarcavelos e Parede
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Descrição
"Guiné 1963 a 1974: Os Movimentos Independentistas, O Islão e o Poder Português"
de Francisco Proença Garcia
Com dedicatória e Autógrafo do Autor
1ª Edição de 2000
Comissão Portuguesa de História Militar/Universidade Portucalense
256 Páginas
Esta obra de Francisco Proença Garcia, publicada no ano 2000 pela Comissão Portuguesa de História Militar, analisa a complexa interação entre a resistência anticolonial, a influência religiosa islâmica e a administração portuguesa durante a Guerra Colonial na Guiné.
Contexto Internacional e Regional: Examina como a descolonização global e as tensões da Guerra Fria influenciaram o conflito.Papel do Islão e das Confrarias: Destaca como as confrarias islâmicas (como a Qadiriyya e a Tijaniyya) funcionaram como mecanismos de poder e coesão social que ultrapassavam as fronteiras formais da colonização.
Estratégia do Poder Português: Aborda a tentativa de Portugal em cooptar líderes religiosos (como os Fulas) para contrariar a influência do PAIGC, utilizando a religião como uma ferramenta de contra-subversão.
Movimentos Independentistas: Foca na ascensão do PAIGC sob Amílcar Cabral e na politização das diversas etnias guineenses para a luta armada iniciada em 1963.O livro é considerado uma referência para compreender como a Guerra na Guiné não foi apenas um confronto militar, mas um embate de influências ideológicas e religiosas profundas.
A presente dissertação que tem por tema Guiné 1963 a 1974: Os Movimentos Independentistas, o Islão e o Poder Português , partiu do interesse pelo estudo dos comportamentos de mecanismos políticos e sócio-religiosos que ultrapassavam as fronteiras das colonizações europeias, no contexto integrador da Guiné, num dos períodos mais conturbados da História Contemporânea, ligado ao processo internacional de descolonização. Semelhante objectivo insere-se no vasto âmbito das Relações Internacionais: transcendendo um espaço político formal, ele compreende relações entre forças políticas, agindo aos níveis interno/externo e entidades de que as mesmas estão, ou não, formalmente dependentes no exterior do território, bem como relações entre forças sócio-religiosas distribuídas por soberanias diferentes, sobre o conjunto se exercendo pressões ideológicas concorrentes ou antagónicas no panorama internacional.
---
Francisco Miguel Gouveia Pinto Proença Garcia (Almeida, 22 de setembro de 1967) é um militar, professor universitário, investigador e escritor português.
É mestre em relações internacionais, doutor em história, professor convidado do Instituto de Estudos Políticos da Universidade Católica Portuguesa e docente no ISCTE - Instituto Universitário de Lisboa.
ESGOTADO NAS LIVRARIAS
BOM ESTADO - PORTES GRÁTIS
de Francisco Proença Garcia
Com dedicatória e Autógrafo do Autor
1ª Edição de 2000
Comissão Portuguesa de História Militar/Universidade Portucalense
256 Páginas
Esta obra de Francisco Proença Garcia, publicada no ano 2000 pela Comissão Portuguesa de História Militar, analisa a complexa interação entre a resistência anticolonial, a influência religiosa islâmica e a administração portuguesa durante a Guerra Colonial na Guiné.
Contexto Internacional e Regional: Examina como a descolonização global e as tensões da Guerra Fria influenciaram o conflito.Papel do Islão e das Confrarias: Destaca como as confrarias islâmicas (como a Qadiriyya e a Tijaniyya) funcionaram como mecanismos de poder e coesão social que ultrapassavam as fronteiras formais da colonização.
Estratégia do Poder Português: Aborda a tentativa de Portugal em cooptar líderes religiosos (como os Fulas) para contrariar a influência do PAIGC, utilizando a religião como uma ferramenta de contra-subversão.
Movimentos Independentistas: Foca na ascensão do PAIGC sob Amílcar Cabral e na politização das diversas etnias guineenses para a luta armada iniciada em 1963.O livro é considerado uma referência para compreender como a Guerra na Guiné não foi apenas um confronto militar, mas um embate de influências ideológicas e religiosas profundas.
A presente dissertação que tem por tema Guiné 1963 a 1974: Os Movimentos Independentistas, o Islão e o Poder Português , partiu do interesse pelo estudo dos comportamentos de mecanismos políticos e sócio-religiosos que ultrapassavam as fronteiras das colonizações europeias, no contexto integrador da Guiné, num dos períodos mais conturbados da História Contemporânea, ligado ao processo internacional de descolonização. Semelhante objectivo insere-se no vasto âmbito das Relações Internacionais: transcendendo um espaço político formal, ele compreende relações entre forças políticas, agindo aos níveis interno/externo e entidades de que as mesmas estão, ou não, formalmente dependentes no exterior do território, bem como relações entre forças sócio-religiosas distribuídas por soberanias diferentes, sobre o conjunto se exercendo pressões ideológicas concorrentes ou antagónicas no panorama internacional.
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Francisco Miguel Gouveia Pinto Proença Garcia (Almeida, 22 de setembro de 1967) é um militar, professor universitário, investigador e escritor português.
É mestre em relações internacionais, doutor em história, professor convidado do Instituto de Estudos Políticos da Universidade Católica Portuguesa e docente no ISCTE - Instituto Universitário de Lisboa.
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