"Havemos de Rir?" de Maria Judite de Carvalho - 1ª Edição de 1998 - TEATRO
Preço: 10 €"Havemos de Rir?" de Maria Judite de Carvalho - 1ª Edição de 1998 - TEATRO
Especificações
- TipoVenda
- ConcelhoCascais
- FreguesiaCarcavelos e Parede
- Id do anúncio43583000
- Id do anunciante42pp
Descrição
"Havemos de Rir?"
de Maria Judite de Carvalho
Prefácio de Luiz Francisco Rebello
1ª Edição de 1998
Publicações Europa-América
Coleção: Contemporânea
104 Páginas
Não se esperaria, decerto, que no espólio literário de Maria Judite de Carvalho figurasse uma peça de teatro. E, no entanto, esta obra póstuma que só estruturalmente se afasta da sua ficção novelesca, pois se mantém fiel à sua temática dominante e ao inconfundível clima sociopsicológico que lhe é próprio, é uma genuína criação dramatúrgica. Pelo rigor linear da construção, pelo desenho atento das personagens, pela densidade do diálogo, até pela imprevisibilidade das situações e comportamentos.
Do Prefácio de Luiz Francisco Rebello
---
Maria Judite de Carvalho (1921 a 1998) foi uma escritora portuguesa, unanimemente considerada uma das vozes femininas mais importantes da literatura nacional do século XX. É autora de contos, novelas, crónicas, assim como de uma peça de teatro e de um livro de poesia. Trabalhou nos periódicos Diário de Lisboa, Diário Popular, Diário de Notícias e O Jornal. Foi casada com Urbano Tavares Rodrigues e viveu em França e na Bélgica entre 1949 e 1955, ainda antes da sua estreia literária. O resto dos seus anos, passou-os na capital portuguesa.
«Flor discreta» da nossa literatura, como lhe chamou Agustina Bessa-Luís, a obra de Maria Judite de Carvalho foi várias vezes galardoada, destacando-se o Grande Prémio de Conto Camilo Castelo Branco, o Prémio da Crítica da Associação Portuguesa de Críticos Literários, o Prémio P.E.N. Clube Português de Novelística e o Prémio Vergílio Ferreira.
ESGOTADO NAS LIVRARIAS
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de Maria Judite de Carvalho
Prefácio de Luiz Francisco Rebello
1ª Edição de 1998
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Não se esperaria, decerto, que no espólio literário de Maria Judite de Carvalho figurasse uma peça de teatro. E, no entanto, esta obra póstuma que só estruturalmente se afasta da sua ficção novelesca, pois se mantém fiel à sua temática dominante e ao inconfundível clima sociopsicológico que lhe é próprio, é uma genuína criação dramatúrgica. Pelo rigor linear da construção, pelo desenho atento das personagens, pela densidade do diálogo, até pela imprevisibilidade das situações e comportamentos.
Do Prefácio de Luiz Francisco Rebello
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Maria Judite de Carvalho (1921 a 1998) foi uma escritora portuguesa, unanimemente considerada uma das vozes femininas mais importantes da literatura nacional do século XX. É autora de contos, novelas, crónicas, assim como de uma peça de teatro e de um livro de poesia. Trabalhou nos periódicos Diário de Lisboa, Diário Popular, Diário de Notícias e O Jornal. Foi casada com Urbano Tavares Rodrigues e viveu em França e na Bélgica entre 1949 e 1955, ainda antes da sua estreia literária. O resto dos seus anos, passou-os na capital portuguesa.
«Flor discreta» da nossa literatura, como lhe chamou Agustina Bessa-Luís, a obra de Maria Judite de Carvalho foi várias vezes galardoada, destacando-se o Grande Prémio de Conto Camilo Castelo Branco, o Prémio da Crítica da Associação Portuguesa de Críticos Literários, o Prémio P.E.N. Clube Português de Novelística e o Prémio Vergílio Ferreira.
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