"História da Dança Teatral em Portugal" de José Sasportes - 1ª Edição de 1979
Preço: 8 €"História da Dança Teatral em Portugal" de José Sasportes - 1ª Edição de 1979
Especificações
- TipoVenda
- ConcelhoCascais
- FreguesiaCarcavelos e Parede
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- Id do anunciante2RR
Descrição
"História da Dança Teatral em Portugal"
de José Sasportes
1ª Edição de 1979
Instituto de Cultura e Língua Portuguesa
Coleção Biblioteca Breve Nº 27
98 Páginas
Ilustrado
"Trajectória da Dança Teatral em Portugal" é um livro fundamental escrito pelo historiador, crítico e ex-Ministro da Cultura José Sasportes, publicado originalmente em 1979 pela Editora do Instituto de Cultura e Língua Portuguesa (ICALP), integrando o volume 27 da célebre coleção Biblioteca Breve.
A obra funciona como um ensaio histórico condensado que sintetiza a evolução e os momentos determinantes da dança de palco no país, complementando a sua investigação pioneira iniciada em "História da Dança em Portugal" (1970).
O livro analisa o percurso da dança em Portugal desde as suas origens performativas (ligadas à corte e ao teatro) até à afirmação de uma linguagem autónoma e profissionalizada no século XX.
Retrata as dificuldades estruturais que a dança enfrentou ao longo dos séculos para se emancipar de outras artes (como a ópera e o teatro falado) e superar barreiras institucionais ou religiosas.
---
José Sasportes
1937, Lisboa, Portugal
Outro nome: José Estêvão Cangarato Sasportes. Diretor do Serviço ACARTE da Fundação Calouste Gulbenkian (1989 a 1995); Ministro da Cultura de Portugal (2000 a 2001)
Historiador e escritor, desde 1962 assinou várias publicações na área da estética e da história da dança, sua especialidade, bem como nas áreas do teatro, romance e poesia. Destacam-se a primeira História da Dança em Portugal (1970) e a coordenação da primeira Storia della danza italiana (2011), bem como a direção da coleção «Danza da Leggere», para a editora italiana Aracne.
Desenvolveu atividade nos campos do jornalismo e da crítica de dança e teatro desde 1958, enquanto redator do Diário de Lisboa, mantendo desde então uma relação constante com esta atividade: foi correspondente do Diário Popular em Montreal, entre 1967 e 1970, e crítico de dança da Radio-Canada; foi um dos fundadores do Jornal Novo em 1974; e diretor da revista La Danza Italiana. Entre 1999 e 2000, foi membro da Alta Autoridade para a Comunicação Social.
O seu percurso profissional está também ligado à atividade diplomática, na qual começou por ser encarregado do Serviço de Imprensa da Embaixada de Itália em Lisboa, entre 1962 e 1965. Exerce, depois, funções idênticas na embaixada do Canadá em Lisboa, na embaixada de Portugal em Roma e na Missão Permanente de Portugal junto da Organização das Nações Unidas em Nova Iorque. Foi também conselheiro cultural da Embaixada de Portugal em Washington DC, até 1999, e da Embaixada de Portugal em Estocolmo, entre 2001 e 2002. Foi presidente da Comissão Nacional da UNESCO.
Em 1989, sucedeu a Madalena de Azeredo Perdigão na direção do Serviço de Animação, Criação Artística e Educação pela Arte (ACARTE) da Fundação Calouste Gulbenkian, que foi forçado a abandonar em 1995. Deve-se a ele o primeiro ciclo significativo de obras de Pina Bausch em Portugal, no âmbito dos «Encontros ACARTE» do mesmo ano. Programou também a primeira exposição de Picasso em Portugal, com os figurinos e cenários do artista para o bailado O Chapéu de Três Bicos (1993).
Foi convidado a integrar o XIV Governo Constitucional como ministro da Cultura, entre 2000 e 2001, na sequência da demissão do anterior titular da pasta.
José Sasportes passou por várias instituições de ensino na qualidade de professor, conselheiro em universidades e diretor de cursos e pós-graduações na área da dança e do teatro. A título de exemplo, foi secretário-geral da Comissão para a Reforma do Conservatório Nacional (1971 a 1974), conselheiro da Universidade Técnica de Lisboa desde 1995 e, em 2015, a Universidade Nova de Lisboa conferiu-lhe o grau de Doutor Honoris Causa.
Em 1981, foi feito Comendador da Ordem do Infante D. Henrique e, em 1992, Grande-Oficial da Ordem do Mérito. Além de outras distinções internacionais, foi promovido a Commandeur des Arts et des Lettres, em 2018, pelo Ministério da Cultura Francês. Em 2012, foi homenageado com a publicação do volume Passi, tracce, percorsi. Scritti sulla danza italiana in omaggio a José Sasportes, pela Associazione Italiana per la Ricerca sulla Danza.
ESGOTADO NAS LIVRARIAS
ASSINATURA DE POSSE
BOM ESTADO - PORTES GRÁTIS
de José Sasportes
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"Trajectória da Dança Teatral em Portugal" é um livro fundamental escrito pelo historiador, crítico e ex-Ministro da Cultura José Sasportes, publicado originalmente em 1979 pela Editora do Instituto de Cultura e Língua Portuguesa (ICALP), integrando o volume 27 da célebre coleção Biblioteca Breve.
A obra funciona como um ensaio histórico condensado que sintetiza a evolução e os momentos determinantes da dança de palco no país, complementando a sua investigação pioneira iniciada em "História da Dança em Portugal" (1970).
O livro analisa o percurso da dança em Portugal desde as suas origens performativas (ligadas à corte e ao teatro) até à afirmação de uma linguagem autónoma e profissionalizada no século XX.
Retrata as dificuldades estruturais que a dança enfrentou ao longo dos séculos para se emancipar de outras artes (como a ópera e o teatro falado) e superar barreiras institucionais ou religiosas.
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José Sasportes
1937, Lisboa, Portugal
Outro nome: José Estêvão Cangarato Sasportes. Diretor do Serviço ACARTE da Fundação Calouste Gulbenkian (1989 a 1995); Ministro da Cultura de Portugal (2000 a 2001)
Historiador e escritor, desde 1962 assinou várias publicações na área da estética e da história da dança, sua especialidade, bem como nas áreas do teatro, romance e poesia. Destacam-se a primeira História da Dança em Portugal (1970) e a coordenação da primeira Storia della danza italiana (2011), bem como a direção da coleção «Danza da Leggere», para a editora italiana Aracne.
Desenvolveu atividade nos campos do jornalismo e da crítica de dança e teatro desde 1958, enquanto redator do Diário de Lisboa, mantendo desde então uma relação constante com esta atividade: foi correspondente do Diário Popular em Montreal, entre 1967 e 1970, e crítico de dança da Radio-Canada; foi um dos fundadores do Jornal Novo em 1974; e diretor da revista La Danza Italiana. Entre 1999 e 2000, foi membro da Alta Autoridade para a Comunicação Social.
O seu percurso profissional está também ligado à atividade diplomática, na qual começou por ser encarregado do Serviço de Imprensa da Embaixada de Itália em Lisboa, entre 1962 e 1965. Exerce, depois, funções idênticas na embaixada do Canadá em Lisboa, na embaixada de Portugal em Roma e na Missão Permanente de Portugal junto da Organização das Nações Unidas em Nova Iorque. Foi também conselheiro cultural da Embaixada de Portugal em Washington DC, até 1999, e da Embaixada de Portugal em Estocolmo, entre 2001 e 2002. Foi presidente da Comissão Nacional da UNESCO.
Em 1989, sucedeu a Madalena de Azeredo Perdigão na direção do Serviço de Animação, Criação Artística e Educação pela Arte (ACARTE) da Fundação Calouste Gulbenkian, que foi forçado a abandonar em 1995. Deve-se a ele o primeiro ciclo significativo de obras de Pina Bausch em Portugal, no âmbito dos «Encontros ACARTE» do mesmo ano. Programou também a primeira exposição de Picasso em Portugal, com os figurinos e cenários do artista para o bailado O Chapéu de Três Bicos (1993).
Foi convidado a integrar o XIV Governo Constitucional como ministro da Cultura, entre 2000 e 2001, na sequência da demissão do anterior titular da pasta.
José Sasportes passou por várias instituições de ensino na qualidade de professor, conselheiro em universidades e diretor de cursos e pós-graduações na área da dança e do teatro. A título de exemplo, foi secretário-geral da Comissão para a Reforma do Conservatório Nacional (1971 a 1974), conselheiro da Universidade Técnica de Lisboa desde 1995 e, em 2015, a Universidade Nova de Lisboa conferiu-lhe o grau de Doutor Honoris Causa.
Em 1981, foi feito Comendador da Ordem do Infante D. Henrique e, em 1992, Grande-Oficial da Ordem do Mérito. Além de outras distinções internacionais, foi promovido a Commandeur des Arts et des Lettres, em 2018, pelo Ministério da Cultura Francês. Em 2012, foi homenageado com a publicação do volume Passi, tracce, percorsi. Scritti sulla danza italiana in omaggio a José Sasportes, pela Associazione Italiana per la Ricerca sulla Danza.
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