"História da Franco-Maçonaria em Portugal 1733-1912" de Manuel Borges Grainha - Edição de 1976
Preço: 20 €"História da Franco-Maçonaria em Portugal 1733-1912" de Manuel Borges Grainha - Edição de 1976
Especificações
- TipoVenda
- ConcelhoCascais
- FreguesiaCarcavelos e Parede
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- Id do anunciante43UU
Descrição
"História da Franco-Maçonaria em Portugal 1733-1912"
de Manuel Borges Grainha
Ptefácio e notas de António Carlos Carvalho
Edição de 1976
Editorial VEGA
Coleção Janus Nº 3
208 Páginas
A História da Franco-Maçonaria em Portugal, de M. Borges Grainha, foi publicada pela primeira vez em 1912. O seu sucesso foi de tal ordem que logo conheceu nova edição em 1914. A razão entende-se facilmente na medida em que ela corresponde a uma tentativa de historiar, tão completamente quanto possível, a Maço-naria em Portugal, desde o seu início no século XVIII, no período compreendido entre 1733 e 1912, e é publicada numa época agitada, pouco depois da implantação da República, no quadro dos conflitos que decorrem desse evento, entre a Maçonaria e a Igreja, em Portugal como noutros países. Outro aspecto relevante que Borges Grainha salientou enquanto membro do Grande Oriente Unido em 1914, e está patente nesta obra, é o de que "o espírito da Maçonaria é o espírito da libertação, da solidariedade e do aperfeiçoamento social e humano". Extinta pelo Estado Novo em 1935, ano em que Salazar decretou a proibição de todas as sociedades secretas, a Maçonaria recolheu a uma espécie de clandestinidade, nunca deixando de existir apesar da forte repressão que abatia sobre ela.
---
Manuel Borges Graínha (Covilhã, 14 de janeiro de 1862 Lisboa, 4 de abril de 1925) foi um professor liceal, pedagogo e político republicano português.
Descendente de uma família de comerciantes de lanifícios da Covilhã, Borges Grainha realizou os seus primeiros estudos em colégios da Companhia de Jesus, destinando-se ao sacerdócio. Em 1886 rompe com este percurso, indo viver para Lisboa, onde se liga aos meios republicanos.
Nesta cidade inscreve-se no Curso Superior de Letras, que conclui em 1899, iniciando uma actividade profissional como professor em liceus e colégios privados.
A par da sua actividade profissional como docente, Borges Grainha publicou artigos e livros sobre questões educativas.
Borges Grainha distinguiu-se igualmente pela sua actividade anti-clerical, na imprensa e através das obras que publicou ou editou.
Por portaria de 24 de novembro de 1921, Borges Grainha foi encarregado pelo Governo de averiguar as infracções «às leis congreganistas e da Separação»
Borges Grainha foi iniciado na maçonaria em 1893.
Borges Grainha foi o organizador e director do Museu da Revolução de 5 de Outubro de 1910, inaugurado em 29 de Dezembro desse ano, em Lisboa.
ESGOTADO E RARO NESTA EDIÇÃO
de Manuel Borges Grainha
Ptefácio e notas de António Carlos Carvalho
Edição de 1976
Editorial VEGA
Coleção Janus Nº 3
208 Páginas
A História da Franco-Maçonaria em Portugal, de M. Borges Grainha, foi publicada pela primeira vez em 1912. O seu sucesso foi de tal ordem que logo conheceu nova edição em 1914. A razão entende-se facilmente na medida em que ela corresponde a uma tentativa de historiar, tão completamente quanto possível, a Maço-naria em Portugal, desde o seu início no século XVIII, no período compreendido entre 1733 e 1912, e é publicada numa época agitada, pouco depois da implantação da República, no quadro dos conflitos que decorrem desse evento, entre a Maçonaria e a Igreja, em Portugal como noutros países. Outro aspecto relevante que Borges Grainha salientou enquanto membro do Grande Oriente Unido em 1914, e está patente nesta obra, é o de que "o espírito da Maçonaria é o espírito da libertação, da solidariedade e do aperfeiçoamento social e humano". Extinta pelo Estado Novo em 1935, ano em que Salazar decretou a proibição de todas as sociedades secretas, a Maçonaria recolheu a uma espécie de clandestinidade, nunca deixando de existir apesar da forte repressão que abatia sobre ela.
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Manuel Borges Graínha (Covilhã, 14 de janeiro de 1862 Lisboa, 4 de abril de 1925) foi um professor liceal, pedagogo e político republicano português.
Descendente de uma família de comerciantes de lanifícios da Covilhã, Borges Grainha realizou os seus primeiros estudos em colégios da Companhia de Jesus, destinando-se ao sacerdócio. Em 1886 rompe com este percurso, indo viver para Lisboa, onde se liga aos meios republicanos.
Nesta cidade inscreve-se no Curso Superior de Letras, que conclui em 1899, iniciando uma actividade profissional como professor em liceus e colégios privados.
A par da sua actividade profissional como docente, Borges Grainha publicou artigos e livros sobre questões educativas.
Borges Grainha distinguiu-se igualmente pela sua actividade anti-clerical, na imprensa e através das obras que publicou ou editou.
Por portaria de 24 de novembro de 1921, Borges Grainha foi encarregado pelo Governo de averiguar as infracções «às leis congreganistas e da Separação»
Borges Grainha foi iniciado na maçonaria em 1893.
Borges Grainha foi o organizador e director do Museu da Revolução de 5 de Outubro de 1910, inaugurado em 29 de Dezembro desse ano, em Lisboa.
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Raul Ribeiro
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Localização
Lisboa - Cascais - Carcavelos e Parede
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