"HISTÓRIA DA VIDA PRIVADA" - 5 Volumes - Direcção de Philippe Ariès e Georges Duby - Edição de 1989 a 1991


Especificações


Descrição

"HISTÓRIA DA VIDA PRIVADA" - 5 Volumes
Direcção de Philippe Ariès e Georges Duby

Edição de 1989 a 1991
Círculo de Leitores/Edições Afrontamento
638 + 640 + 640 + 640 + 640 Páginas
Dimensões: 175 x 220 x 45 mm. cada volume
Encadernações editoriais forradas a linho encarnado com ferros a ouro nas lombadas e sobrecapas de proteção
Profusamente ilustrado

Um estudo sobre o modo de vida desde o Império Romano até 1991, dividido em 5 volumes.

1 Do Império Romano ao Ano Mil

De César Augusto a Carlos Magno, mesmo até à subida dos Comnenos ao trono de Constantinopla, este livro abrange oito ou mesmo dez séculos de vida privada: O Império Romano no tempo do paganismo, contado com suficiente detalhe para que ressalte, violentamente, o contraste com a cristianização; A casa na Antiguidade pagã e cristã é estudada com grande pormenor, menos na sua materialidade que nas suas funções, na sua arte e na sua vida; a Alta Idade Média ocidental e o Oriente Bizantino.

2 Da Europa Feudal ao Renascimento

Uma descrição da vida privada nos séculos XI e XII, uma atenção especial ao período entre 1150 e 1220 na França Setentrional e na Sociedade Aristocrática. Uma imagem da vida privada dos notáveis da Toscana dos séculos XIV e XV.
Uma abordagem, num quadro de longa duração, das transformações do espaço doméstico e da realização do individual, especialmente nas atitudes religiosas e nas expressões artísticas.
O imaginário, pela exploração de testemunhos, na literatura de ficção, nas obras literárias compostas entre o século XII e o século XV.

3 Do Renascimento ao Século das Luzes

O contraste entre a sociabilidade anónima da comunidade aberta, a do castelo, da aldeia, da rua e as convivialidades mais restritas, mais secretas, das assembleias de amigos, das sociedades escolhidas, do retiro familiar. O privado, o particular, como o que se encontra fora do domínio do Estado.
Divisões que governam a vida de toda agente no Ocidente nos três séculos da primeira modernidade, preparando os espaços para os pequenos grupos ou para o indivíduo solitário.
Evoluções que se traduzem em diversas formas de vida material pela modificação do espaço do habitat, dos estilos de vida. Os laços sociais são redefinidos, abrindo-se um espaço mais amplo às solidariedades imediatas, às fidelidades oriundas da amizade, às ligações familiares. Transforma-se a religião, bem como a literatura.

4 Da Revolução à Grande Guerra

A Revolução francesa tinha tentado criar um novo cidadão. Daí a importância da definição de uma esfera privada no século XIX, no pensamento político e no governo dos Estados.
Instância principal de regulação, a família deve, sob a tutela do pai e corroborado pelo Código Civil, governar os indivíduos que a compõem e aos quais ela confere o seu lugar e o seu papel: apesar da grande variedade de estilos domésticos que regulam as relações do casal, as dos pais e dos filhos, a expressão dos sentimentos, os ritos e os conflitos, de acordo com as regiões e os meios sociais ou étnicos. Relações interpessoais que se inscrevem num espaço a evolução do habitat e das maneiras de habitar é um capítulo essencial desta história.
O indivíduo reivindicando cada vez mais o seu direito à felicidade e à liberdade, face à família omnipresente. Tensões e fronteiras de um conflito que se vai deslocando no tempo.

5 Da Primeira Guerra Mundial aos Nossos Dias

Este volume trata uma época onde as fontes são inúmeras e que é abrangida pela memória dos autores e dos leitores. Onde estão as fronteiras e os espaços do privado? São os mesmos para o povo napolitano e para os burgueses franceses da Belle Époque? É fácil apercebermo-nos da complexidade de uma história que tem que captar, ao mesmo tempo, o modo como a vida privada se constitui e se conquista sobre uma existência largamente colectiva e o modo como ela se organiza no interior das suas fronteiras.

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Philippe Ariès, nasceu em Blois em21 de julho de 1914 e morreu em Toulouse em 9 de fevereiro de 1984 é um jornalista, ensaísta e historiador francês.

Ele é conhecido por seus dois estudos: A Criança e a Vida Familiar sob o Antigo Regime e O Homem Diante da Morte . Herdeiro da Escola dos Annales , é considerado um pioneiro na história das mentalidades .

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George Michael Claude André Duby (Paris, 7 de outubro de 1919 - Aix-en-Provence, 3 de dezembro de 1996) foi um historiador francês, especialista em Idade Média.
Deu início à sua carreira universitária em Lyon, no ano de 1949 onde foi aluno e logo após o término dos seus estudos tornou-se professor assistente, tendo sido posteriormente professor na Universidade de Bonançoso, passando também por Aix-en-Provence. Membro da Academia Francesa e professor do Collège de France entre os anos de 1970 e 1992. Foi um especialista em história medieval, lançou mais de 70 livros e coordenou coleções importantes, como a História da Vida Privada.

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