"LABYRINTHUS" - Polifonia Dramática de Casimiro de Brito - 2ª Edição de 2003
Preço: 10 €"LABYRINTHUS" - Polifonia Dramática de Casimiro de Brito - 2ª Edição de 2003
Especificações
- TipoVenda
- ConcelhoCascais
- FreguesiaCarcavelos e Parede
- Id do anúncio45022552
- Id do anunciante58RR
Descrição
"LABYRINTHUS" - Polifonia Dramática
de Casimiro de Brito
2ª Edição de 2003
QUÁSI Edições
Coleção Uma Existência de Papel Nº 47
146 Páginas
Uma reedição de um livro de referência que em 1981 venceu o Grande Prémio da Associação Portuguesa de Escritores. Desperta incontido neste cio O oiro (ciclos de vida) Quando húmida se abre A terra cheia estrume espigas em movimento No poente que de máquinas se Povoa E de corpos abertos embriagados Por tantas regras contra os campos Fecundos e jamais fecundados Por regas regaços d água Que sempre regressa e sempre se fuga.
---
Poeta, ficcionista e fragmentista, nasceu no Algarve em 1938 e faleceu em Braga, 16 de maio de 2024). Começou a publicar em 1957 e, desde então, publicou mais de 70 títulos, em Portugal e em 30 outras línguas. Dirigiu várias revistas literárias, entre elas os «Cadernos do Meio-Dia», com António Ramos Rosa. Esteve ligado ao movimento «Poesia 61». Ganhou vários prémios, nacionais e internacionais, entre eles o Leopoldo Sedar Senghor da Academia Luther King, o Prémio para o Melhor Livro Estrangeiro editado em Itália e o Prémio Mundial de Haikus da World Haiku Association. Foi presidente e fundador do PEN Clube Português e presidente da Association Européenne de Poésie em Lovaina. Incluído em mais de 200 antologias em Portugal e no Estrangeiro. Foi nomeado Embaixador Mundial da Paz em Genebra e foi agraciado com a Ordem do Infante pelo presidente da República.
ESGOTADO NAS LIVRARIAS
NOVO - PORTES GRÁTIS
de Casimiro de Brito
2ª Edição de 2003
QUÁSI Edições
Coleção Uma Existência de Papel Nº 47
146 Páginas
Uma reedição de um livro de referência que em 1981 venceu o Grande Prémio da Associação Portuguesa de Escritores. Desperta incontido neste cio O oiro (ciclos de vida) Quando húmida se abre A terra cheia estrume espigas em movimento No poente que de máquinas se Povoa E de corpos abertos embriagados Por tantas regras contra os campos Fecundos e jamais fecundados Por regas regaços d água Que sempre regressa e sempre se fuga.
---
Poeta, ficcionista e fragmentista, nasceu no Algarve em 1938 e faleceu em Braga, 16 de maio de 2024). Começou a publicar em 1957 e, desde então, publicou mais de 70 títulos, em Portugal e em 30 outras línguas. Dirigiu várias revistas literárias, entre elas os «Cadernos do Meio-Dia», com António Ramos Rosa. Esteve ligado ao movimento «Poesia 61». Ganhou vários prémios, nacionais e internacionais, entre eles o Leopoldo Sedar Senghor da Academia Luther King, o Prémio para o Melhor Livro Estrangeiro editado em Itália e o Prémio Mundial de Haikus da World Haiku Association. Foi presidente e fundador do PEN Clube Português e presidente da Association Européenne de Poésie em Lovaina. Incluído em mais de 200 antologias em Portugal e no Estrangeiro. Foi nomeado Embaixador Mundial da Paz em Genebra e foi agraciado com a Ordem do Infante pelo presidente da República.
ESGOTADO NAS LIVRARIAS
NOVO - PORTES GRÁTIS
Raul Ribeiro
Anunciante desde Abr. 2013
Tempo de resposta superior a 1 hora Último acesso há mais de 15 minutos
Tempo de resposta superior a 1 hora Último acesso há mais de 15 minutos
Serviços adicionais
Verifique as melhores opções de crédito ou seguro para o seu caso.
Localização
Lisboa - Cascais - Carcavelos e Parede
Raul Ribeiro
Anunciante desde Abr. 2013
Tempo de resposta superior a 1 hora Último acesso há mais de 15 minutos
Tempo de resposta superior a 1 hora Último acesso há mais de 15 minutos

