"Memórias de Ilha em Sonhos de História" - Ilha Terceira - Açores de Álvaro Mendes e Álamo Oliveira - 1ª Edição de 2000
Preço: 20 €"Memórias de Ilha em Sonhos de História" - Ilha Terceira - Açores de Álvaro Mendes e Álamo Oliveira - 1ª Edição de 2000
Especificações
- TipoVenda
- ConcelhoCascais
- FreguesiaCarcavelos e Parede
- Id do anúncio44916814
- Id do anunciante82OO
Descrição
"Memórias de Ilha em Sonhos de História"
Ilha Terceira - Açores
de Álvaro Mendes (Pintura) e Álamo Oliveira (Poesia)
1ª Edição de 2000
Edição de Autor
Tiragem de 5000 Exemplares Numerados e Autenticados pelo Autor sendo este o Exemplar Nº3245
"Memórias de Ilha em Sonhos de História", publicado em 2000, é uma obra de poesia e pintura que une o escritor açoriano Álamo Oliveira ao pintor Álvaro Mendes. A obra combina a escrita poética irreverente e lírica de Oliveira com a arte visual de Mendes, frequentemente descrevendo cenários da ilha Terceira, Açores.
O livro foi publicado como uma pasta contendo 22 cadernos, com poemas de Álamo Oliveira inspirados nas aguarelas de Álvaro Mendes.
A poesia evoca a identidade insular, a memória e a história, como exemplificado pelos versos sobre a "Rua Direita" na cidade de Angra do Heroísmo.
Este trabalho representa uma colaboração entre dois artistas açorianos, frequentemente com o apoio editorial do próprio Álvaro Mendes.
Álamo Oliveira, nascido na ilha Terceira, é um reconhecido escritor, dramaturgo e poeta, cuja obra é celebrada pela sua ligação às vivências insulares. A obra integra-se na bibliografia de um autor com vasta produção literária focada na açorianidade.
A obra "Memórias de Ilha em Sonhos de História" também é referida em antologias de poesia açoriana contemporânea, evidenciando o seu impacto na literatura regional
---
Álvaro Mendes (1945) é um artista plástico com descendência em Cabeça das Mós que regressou de vez ao Sardoal. Tem atelier na Cadeia Velha e é nesse edifício emblemático que trabalha a luz e as transparências, esplanadas em papel, telas e diferentes materiais conforme a técnica.
Passa os dias na cadeia , como o mesmo diz: sou um recluso privilegiado . É lá que banhado pela luz do dia, que rasga e penetra nas vidraças das janelas, que meticulosamente e com método, concebe traços, cores formas, figuras, em transparências e esbatimentos de elegantes pinceladas, numa composição de complexas formas que são de uma só leitura.
O Álvaro sente no Sardoal a tranquilidade que sempre procurou, depois de viver os frenesins da capital, diz que todos os segundos no Sardoal são preciosos, refletindo-se na sua arte.
*
José Henrique Álamo Oliveira (Raminho, 2 de maio de 1945 Angra do Heroísmo, 6 de julho de 2025), foi um poeta e escritor açoriano. A sua obra mais conhecida é Triste vida leva a garça. Foi galardoado em 1999 com o Prémio Almeida Garrett.
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"Memórias de Ilha em Sonhos de História", publicado em 2000, é uma obra de poesia e pintura que une o escritor açoriano Álamo Oliveira ao pintor Álvaro Mendes. A obra combina a escrita poética irreverente e lírica de Oliveira com a arte visual de Mendes, frequentemente descrevendo cenários da ilha Terceira, Açores.
O livro foi publicado como uma pasta contendo 22 cadernos, com poemas de Álamo Oliveira inspirados nas aguarelas de Álvaro Mendes.
A poesia evoca a identidade insular, a memória e a história, como exemplificado pelos versos sobre a "Rua Direita" na cidade de Angra do Heroísmo.
Este trabalho representa uma colaboração entre dois artistas açorianos, frequentemente com o apoio editorial do próprio Álvaro Mendes.
Álamo Oliveira, nascido na ilha Terceira, é um reconhecido escritor, dramaturgo e poeta, cuja obra é celebrada pela sua ligação às vivências insulares. A obra integra-se na bibliografia de um autor com vasta produção literária focada na açorianidade.
A obra "Memórias de Ilha em Sonhos de História" também é referida em antologias de poesia açoriana contemporânea, evidenciando o seu impacto na literatura regional
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Álvaro Mendes (1945) é um artista plástico com descendência em Cabeça das Mós que regressou de vez ao Sardoal. Tem atelier na Cadeia Velha e é nesse edifício emblemático que trabalha a luz e as transparências, esplanadas em papel, telas e diferentes materiais conforme a técnica.
Passa os dias na cadeia , como o mesmo diz: sou um recluso privilegiado . É lá que banhado pela luz do dia, que rasga e penetra nas vidraças das janelas, que meticulosamente e com método, concebe traços, cores formas, figuras, em transparências e esbatimentos de elegantes pinceladas, numa composição de complexas formas que são de uma só leitura.
O Álvaro sente no Sardoal a tranquilidade que sempre procurou, depois de viver os frenesins da capital, diz que todos os segundos no Sardoal são preciosos, refletindo-se na sua arte.
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José Henrique Álamo Oliveira (Raminho, 2 de maio de 1945 Angra do Heroísmo, 6 de julho de 2025), foi um poeta e escritor açoriano. A sua obra mais conhecida é Triste vida leva a garça. Foi galardoado em 1999 com o Prémio Almeida Garrett.
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