"NAÇÃO PROZAC" de Elizabeth Wurtzel - 2ª Edição de 2003


Especificações


Descrição

"NAÇÃO PROZAC"
de Elizabeth Wurtzel

2ª Edição de 2003
Editorial Presença
Coleção Grandes Narrativas Nº 204
358 Páginas

Uma obra autobiográfica sobre a depressão que é já um bestseller internacional, é o que nos propõe Elizabeth Wurtzel. Aos dez anos é uma menina brilhante, aos doze automutila-se e tenta o suicídio com uma dose de comprimidos, diagnosticando-se o início da sua doença: uma longa e tortuosa depressão. Sob a forma de um diário quase niilista, Wurtzel descreve o caminho penoso que acompanha este estado físico e psicológico da doença. Uma autêntica jornada de desespero que a autora atravessa e que com coragem partilha com todos os que vivenciam tão difíceis sintomas. Apatia, desinteresse, ausência de sentimentos e emoções são evidenciados como sinal revelador de uma situação marcada por reacções impotentes.
Chega assim a resposta àquela percentagem da sociedade que desconfia da depressão, considerando-a uma desculpa para não se enfrentar os momentos mais difíceis da vida. Uma obra já adaptada ao cinema, que irá ser distribuída em Portugal pela New Lineo Cinemas e com estreia marcada para meados de Setembro. Imperdível!

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Elizabeth Lee Wurtzel (Nova Iorque, 31 de julho de 1967 7 de janeiro de 2020) foi uma escritora e jornalista americana conhecida pelo seu trabalho no género das memórias confessionais. É muitas vezes comparada a Anne Sexton e a Sylvia Plath.

Wurtzel foi sobretudo conhecida pelo seu livro de memórias, o best-seller Prozac Nation, que publicou com apenas 26 anos. O livro faz uma crónica da sua luta com a depressão enquanto estudante universitária e pelo modo como acabou por ser salva pelo Prozac após numerosas tentativas de tratamento e tentativas de suicídio.

A adaptação a filme de Prozac Nation estreou no Festival Internacional de Cinema de Toronto a 8 de setembro de 2001 mas nunca foi exibido no cinema nos Estados Unidos. Foi transmitido televisivamente em Março de 2005 pela Starz! e foi editado em DVD no verão de 2005.

Após o aplauso da crítica a Prozac Nation, Wurtzel mudou-se para a Florida por sentir que não era capaz de se concentrar em Nova Iorque e começou a escrever o seu segundo livro: Bitch: In Praise of Difficult Women. Nesta altura lutou contra o abuso e a adicção ao Ritalin. Antes de se mudar para a Florida, Wurtzel lutara também contra a adicção à cocaína e à heroína. Wurtzel escreveu Bitch por sentir que a escrita feminista se tinha tornado "seca" e porque queria torná-la outra vez "sumarenta". Focou-se nas definições sociais das raparigas más e analisou figuras publicas desde Amy Fisher a Hillary Clinton através destas lentes.

Wurtzel, nesta altura uma adicta a drogas, ganhou muito peso devido à medicação que tomava e era vista como nervosa enquanto promovia Bitch em numerosos media como a CNN. Os seus problemas neste período levaram a cancelamentos de múltiplas leituras de livros e entrevista. Durante este tempo, a sua coluna regular no The Guardian foi cancelada devido à sua incapacidade de produzir trabalho a tempo. Estas experiências levaram à publicação de um segundo livro autobiográfico intitulado More, Now, Again: A Memoir of Addiction (2001), que se centrava à volta da sua adicção ao medicamento Ritalin enquanto escrevia Bitch.

Wurtzel também trabalhou para o site Nerve como crítica de cinema. Em 2005 estudava na escola de Direito da Universidade de Yale.

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