"NOS BASTIDORES DA CIÊNCIA" - Resistências dos Cientistas à Inovação Científica de Sebastião J. Formosinho - 1ª Edição de 1988
Preço: 10 €"NOS BASTIDORES DA CIÊNCIA" - Resistências dos Cientistas à Inovação Científica de Sebastião J. Formosinho - 1ª Edição de 1988
Especificações
- TipoVenda
- ConcelhoCascais
- FreguesiaCarcavelos e Parede
- Id do anúncio45085423
- Id do anunciante16SS
Descrição
"NOS BASTIDORES DA CIÊNCIA"
Resistências dos Cientistas à Inovação Científica
de Sebastião J. Formosinho
1ª Edição de 1988
GRADIVA
Coleção Ciência Aberta Nº 22
198 Páginas
A visão que temos da ciência e dos cientistas é uma imagem cheia de racionalidade, objectividade e espírito aberto. A realidade, porém, é muitas vezes bem diferente a ciência também contém em si irracionalidades que não vêm ao palco e só se conhecem nos bastidores. O autor, através da sua experiência pessoal, conta-nos uma história verídica sobre a resistência dos cientistas à inovação científica. Estudos baseados numa teoria nova sobre a reactividade química das moléculas são rejeitados quando entram em conflito com outras teorias vigentes, mas aceites quando esse conflito não existe.
Apesar de a resistência à inovação científica pelos cientistas ser uma constante na história das ciências, trata-se de um tema muito pouco estudado. Daí o interesse desta obra, que nos fala dos «paradigmas» de Kuhn, de revoluções científicas e da evolução da ciência. Não obstante o tema científico ser de química, o essencial da mensagem do livro ultrapassa em muito o âmbito das ciências exactas e naturais, pois as questões à volta das «mudanças de paradigmas» interessam a historiadores, filósofos, sociólogos e teólogos.
O autor não fica por aqui, pois descobriu certas comunidades científicas onde a resistência à inovação por conflito de teorias é praticamente inexistente, e apresenta algumas explicações possíveis para este comportamento, em que agora a racionalidade vence a irracionalidade e as concepções de Kuhn não são verificadas. São perspectivas interessantes na arte de comunicar ciência.
---
Sebastião J. Formosinho nasceu em Oeiras em 1943. Professor catedrático de Química da Universidade de Coimbra onde se licenciou em Ciências Físico-Químicas. Doutorado pela Universidade de Londres, foi presidente do conselho científico da FCTUC, secretário de Estado do Ensino Superior em 1980 e 1981 e presidente do Centro Regional das Beiras da UCP. Foi presidente da Sociedade Portuguesa de Química e é sócio efectivo da Academia das Ciências de Lisboa. Os seus interesses de investigação situam-se no âmbito da fotoquímica, reactividade química cinética e produção de energia solar, e desenvolveu interesses em temas como as controvérsias científicas acerca das relações entre ciência e religião. Publicou em 2007 nos domínios da sua especialidade Chemical Kinetics From Molecular Structure to Chemical Reactivity (Elsevier, em co-autoria) e Nos Bastidores da Ciência 20 Anos Depois (Imprensa da Universidade de Coimbra).
ESGOTADO NAS LIVRARIAS
ÓPTIMO ESTADO - PORTES GRÁTIS
Resistências dos Cientistas à Inovação Científica
de Sebastião J. Formosinho
1ª Edição de 1988
GRADIVA
Coleção Ciência Aberta Nº 22
198 Páginas
A visão que temos da ciência e dos cientistas é uma imagem cheia de racionalidade, objectividade e espírito aberto. A realidade, porém, é muitas vezes bem diferente a ciência também contém em si irracionalidades que não vêm ao palco e só se conhecem nos bastidores. O autor, através da sua experiência pessoal, conta-nos uma história verídica sobre a resistência dos cientistas à inovação científica. Estudos baseados numa teoria nova sobre a reactividade química das moléculas são rejeitados quando entram em conflito com outras teorias vigentes, mas aceites quando esse conflito não existe.
Apesar de a resistência à inovação científica pelos cientistas ser uma constante na história das ciências, trata-se de um tema muito pouco estudado. Daí o interesse desta obra, que nos fala dos «paradigmas» de Kuhn, de revoluções científicas e da evolução da ciência. Não obstante o tema científico ser de química, o essencial da mensagem do livro ultrapassa em muito o âmbito das ciências exactas e naturais, pois as questões à volta das «mudanças de paradigmas» interessam a historiadores, filósofos, sociólogos e teólogos.
O autor não fica por aqui, pois descobriu certas comunidades científicas onde a resistência à inovação por conflito de teorias é praticamente inexistente, e apresenta algumas explicações possíveis para este comportamento, em que agora a racionalidade vence a irracionalidade e as concepções de Kuhn não são verificadas. São perspectivas interessantes na arte de comunicar ciência.
---
Sebastião J. Formosinho nasceu em Oeiras em 1943. Professor catedrático de Química da Universidade de Coimbra onde se licenciou em Ciências Físico-Químicas. Doutorado pela Universidade de Londres, foi presidente do conselho científico da FCTUC, secretário de Estado do Ensino Superior em 1980 e 1981 e presidente do Centro Regional das Beiras da UCP. Foi presidente da Sociedade Portuguesa de Química e é sócio efectivo da Academia das Ciências de Lisboa. Os seus interesses de investigação situam-se no âmbito da fotoquímica, reactividade química cinética e produção de energia solar, e desenvolveu interesses em temas como as controvérsias científicas acerca das relações entre ciência e religião. Publicou em 2007 nos domínios da sua especialidade Chemical Kinetics From Molecular Structure to Chemical Reactivity (Elsevier, em co-autoria) e Nos Bastidores da Ciência 20 Anos Depois (Imprensa da Universidade de Coimbra).
ESGOTADO NAS LIVRARIAS
ÓPTIMO ESTADO - PORTES GRÁTIS
Raul Ribeiro
Anunciante desde Abr. 2013
Tempo de resposta superior a 1 hora Último acesso há mais de 3 horas
Tempo de resposta superior a 1 hora Último acesso há mais de 3 horas
Serviços adicionais
Verifique as melhores opções de crédito ou seguro para o seu caso.
Localização
Lisboa - Cascais - Carcavelos e Parede
Raul Ribeiro
Anunciante desde Abr. 2013
Tempo de resposta superior a 1 hora Último acesso há mais de 3 horas
Tempo de resposta superior a 1 hora Último acesso há mais de 3 horas

