"NOVO CANCIONEIRO" de Vários - Organização de Alexandre Pinheiro Torres - 1ª Edição de 1989
Preço: 20 €"NOVO CANCIONEIRO" de Vários - Organização de Alexandre Pinheiro Torres - 1ª Edição de 1989
Especificações
- TipoVenda
- ConcelhoCascais
- FreguesiaCarcavelos e Parede
- Id do anúncio45209878
- Id do anunciante14UU
Descrição
"NOVO CANCIONEIRO"
de Vários
Prefácio, Organização e Notas de Alexandre Pinheiro Torres
1ª Edição de 1989
Editorial Caminho
414 Páginas
Publica o volume na íntegra o «Novo Cancioneiro», colecção constituída pelos 10 livros de poesia que foram publicados em Coimbra entre 1941 e 1944. O «Novo Cancioneiro» é unanimemente considerada a primeira grande manifestação coletiva do neorrealismo português.
O estudo introdutório de Alexandre Pinheiro Torres é o mais estimado ensaio sobre este movimento literário, que termina com uma breve notícia biobibliográfica sobre todos os autores do «Novo Cancioneiro».
Os 10 volumes do Novo Cancioneiro
Terra (1941) Fernando Namora
Poemas (1941) Mário Dionísio
Sol de Agosto (1941) João José Cochofel
Aviso à Navegação (1941) Joaquim Namorado
Os Poemas (1941) Álvaro Feijó
Planície (1941) Manuel da Fonseca
Turismo (1942) Carlos de Oliveira
Passagem de Nível (1942) Sidónio Muralha
Ilha de Nome Santo (1942) Francisco José Tenreiro
A Voz que Escuta (1944) Políbio Gomes dos Santos
---
Alexandre Pinheiro Torres nasceu a 27 de dezembro de 1921, em Amarante. Na Universidade do Porto tirou o bacharelato em Físico-Química e, mais tarde, na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, licenciou-se em Ciências Histórico-Filosóficas. Foi professor do ensino secundário e fundador da revista A Serpente e, enquanto residia em Coimbra, empenhou-se na publicação do Novo Cancioneiro, de que faziam parte os mais destacados poetas da altura. Foi romancista, poeta e ensaísta, tendo vasta obra publicada nas diversas áreas, e colaborou, como crítico literário, em diversas publicações, como as revistas Seara Nova e Gazeta Musical e de Todas as Artes ou do Jornal de Letras, Artes e Ideias e Diário de Lisboa. Da convivência com esses poetas, com o movimento dos neorrealistas e na sequência de ter feito parte do júri da Sociedade Portuguesa de Escritores, que atribuiu ao livro Luuanda, de José Luandino Vieira, o Grande Prémio de Ficção, foi, em 1965, proibido pelo Estado Novo de exercer a docência. Exilou-se, então, primeiro no Brasil e, depois, em Cardiff, no País de Gales, onde foi professor na respetiva universidade e onde criou a disciplina de Literatura Africana de Expressão Portuguesa. Em 1976 criou o Departamento de Estudos Portugueses e Brasileiros. Recebeu em 1979 o Prémio de Ensaio Jorge de Sena atribuído pela Associação Portuguesa de Escritores, em 1983 o Prémio de Ensaio Ruy Belo e o Prémio de Poesia pela APE. É cidadão honorário de São Tomé e Príncipe e membro da Academia Maranhense de Letras de São Luís do Maranhão, Brasil. Parte importante do seu vasto espólio foi doado à Biblioteca Municipal da Póvoa de Varzim.
Alexandre Pinheiro Torres faleceu em Cardiff a 3 de agosto de 1999.
ESGOTADO NAS LIVRARIAS
COMO NOVO - PORTES GRÁTIS
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Prefácio, Organização e Notas de Alexandre Pinheiro Torres
1ª Edição de 1989
Editorial Caminho
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Publica o volume na íntegra o «Novo Cancioneiro», colecção constituída pelos 10 livros de poesia que foram publicados em Coimbra entre 1941 e 1944. O «Novo Cancioneiro» é unanimemente considerada a primeira grande manifestação coletiva do neorrealismo português.
O estudo introdutório de Alexandre Pinheiro Torres é o mais estimado ensaio sobre este movimento literário, que termina com uma breve notícia biobibliográfica sobre todos os autores do «Novo Cancioneiro».
Os 10 volumes do Novo Cancioneiro
Terra (1941) Fernando Namora
Poemas (1941) Mário Dionísio
Sol de Agosto (1941) João José Cochofel
Aviso à Navegação (1941) Joaquim Namorado
Os Poemas (1941) Álvaro Feijó
Planície (1941) Manuel da Fonseca
Turismo (1942) Carlos de Oliveira
Passagem de Nível (1942) Sidónio Muralha
Ilha de Nome Santo (1942) Francisco José Tenreiro
A Voz que Escuta (1944) Políbio Gomes dos Santos
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Alexandre Pinheiro Torres nasceu a 27 de dezembro de 1921, em Amarante. Na Universidade do Porto tirou o bacharelato em Físico-Química e, mais tarde, na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, licenciou-se em Ciências Histórico-Filosóficas. Foi professor do ensino secundário e fundador da revista A Serpente e, enquanto residia em Coimbra, empenhou-se na publicação do Novo Cancioneiro, de que faziam parte os mais destacados poetas da altura. Foi romancista, poeta e ensaísta, tendo vasta obra publicada nas diversas áreas, e colaborou, como crítico literário, em diversas publicações, como as revistas Seara Nova e Gazeta Musical e de Todas as Artes ou do Jornal de Letras, Artes e Ideias e Diário de Lisboa. Da convivência com esses poetas, com o movimento dos neorrealistas e na sequência de ter feito parte do júri da Sociedade Portuguesa de Escritores, que atribuiu ao livro Luuanda, de José Luandino Vieira, o Grande Prémio de Ficção, foi, em 1965, proibido pelo Estado Novo de exercer a docência. Exilou-se, então, primeiro no Brasil e, depois, em Cardiff, no País de Gales, onde foi professor na respetiva universidade e onde criou a disciplina de Literatura Africana de Expressão Portuguesa. Em 1976 criou o Departamento de Estudos Portugueses e Brasileiros. Recebeu em 1979 o Prémio de Ensaio Jorge de Sena atribuído pela Associação Portuguesa de Escritores, em 1983 o Prémio de Ensaio Ruy Belo e o Prémio de Poesia pela APE. É cidadão honorário de São Tomé e Príncipe e membro da Academia Maranhense de Letras de São Luís do Maranhão, Brasil. Parte importante do seu vasto espólio foi doado à Biblioteca Municipal da Póvoa de Varzim.
Alexandre Pinheiro Torres faleceu em Cardiff a 3 de agosto de 1999.
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